CONTROLE MICROBIOLÓGICO AMBIENTAL NA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA

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CONTROLE MICROBIOLÓGICO AMBIENTAL NA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA 저자: Mind Map: CONTROLE MICROBIOLÓGICO AMBIENTAL NA  INDÚSTRIA FARMACÊUTICA

1. A avaliação é feita sob condições de produção simuladas, porém com equipamentos e funcionários no local.

2. Programa de Avaliação Microbiológica para Salas e Ambientes Controlados Associados

2.1. Avaliam a efetividade das práticas de limpeza e desinfecção que podem ter impacto sobre a carga microbiana do ambiente.

2.2. Deve certificar que o ambiente esteja operando em estado de centro adequado.

2.3. Para o monitoramento microbiológico o ambiente deve ser amostrado durante operações normais,

2.4. O monitoramento deve incluir a quantificação do conteúdo microbiano do ar.

2.4.1. Tendências podem ser visualizadas por meio de quadros de controle estatístico que incluem níveis de alerta e de ação

2.4.1.1. Relatórios ou resumos periódicos devem ser emitidos para alertar o responsável pela área.

2.4.2. Quando o nível microbiológico especificado for excedido, revisão da documentação e investigação devem ocorrer.

2.4.2.1. Toda Investigação e justificativa das ações devem ser documentadas e fazer parte do sistema de gerenciamento da qualidade.

2.5. O teste e a otimização são essenciais antes de concluir a validação do programa de monitoramento microbiológico, pois dará maior garantia de que a carga microbiana do ambiente será apropriada para processamento asséptico.

3. Tecnologias Alternativas para Processo Asséptico

3.1. Barreiras: restringe o contato entre o operador e o campo asséptico

3.2. Sopro/Enchimento/Selagem (Blow/Fill/Seal): combina a montagem do recipiente com a envase do produto e a selagem em um único equipamento. É feito em uma operação ininterrupta com exposição mínima ao ambiente, com taxas de contaminação menores que 0,1%.

3.3. Isoladores: dupla proposta - protege o produto da contaminação do ambiente e de pessoas durante envase e fechamento e de proteger pessoas de produtos tóxicos e deletérios durante sua produção.

4. Treinamento de Pessoal

4.1. É crítico.

4.2. Importante para os responsáveis pelo programa de monitoramento biológico.

4.2.1. O monitoramento dos funcionários deve ser conduzido ante se depois do trabalho na área de processamento.

4.3. Garantir a compreensão das políticas de adesão às exigências regulatórias e a responsabilidade de cada indivíduo , relativa às Boas Práticas de Fabricação, além do treinamento de como conduzir investigações e analisar dados.

4.4. Os funcionários devem ser cuidadosos em manter a integridade de suas luvas e aventais.

4.5. Garantir que todos os envolvidos em operações nas sala e zonas limpas conheçam princípios microbiológicos relevantes e os princípios básicos de microbiologia; fisiologia; microbiana; limpeza, desinfecção e esterilização; seleção e preparação de meios de cultura, de acordo com o envolvimento dos funcionários no processo.

5. Métodos e Equipamentos Usados para Monitoramento Ambiental

5.1. Placas de sedimentação: simples e baixo custo, fornece informações qualitativas sobre o ambiente de exposição por tempo prolongado.

5.2. Centrífugos demonstram seletividade para partículas maiores e, portanto, o uso desses equipamentos pode resultar em contagens maiores de partículas de ar.

6. Meios de Cultura e Diluentes para Amostragem e Quantificação de Partículas Viáveis

6.1. O ágar caseína-soja é o meio sólido normalmente usado.

6.2. Quando se usa desinfetantes ou antibióticos na área controlada, deve considerar-se o emprego de meios com agentes inativantes apropriados.

7. Avaliação Operacional do estado Microbiológico de Produtos Envasados Assepticamente

7.1. Media Fill é um teste empregado para avaliar o processamento asséptico usando meio de cultura estéril no lugar do produto.

7.1.1. Resultados satisfatórios demonstram adequação da linha para a fabricação o produto.

7.2. Deve ser feita 3 Media Fill consecutivas para qualificar o estado microbiológico do processo.

7.2.1. Deve ser realizado em condições normais de produção.

7.3. A qualificação de um processo asséptico deve ser feita para todos os produtos de cada linha.

8. Validação do Processo de Esterilização

8.1. A liberação paramétrica requer que o processo de esterilização escolhido seja desenvolvido e consistentemente validado, para inativação da carga microbiana e o atendimento a um nível de garantia de esterilidade de 10^6.

9. A amostragem de superfícies de equipamentos é um componente do programa de controle microbiológico de ambientes controlados.

10. Liberação Paramétrica de Produtos com Esterilização Terminal

10.1. É uma possibilidade quando o processo de esterilização é muito bem conhecido, os pontos importantes de controle do processo são bem definidos, previsíveis e mensuráveis.

10.2. Requer a aprovação prévia do órgão regulatório.

10.3. Os produtos submetidos à esterilização terminal representam a categoria de menor risco dentro dos produtos farmacêuticos estéreis.

11. Processamento asséptico de produtos com o estabelecimento, manutenção e controle de qualidade microbiológica de salas e zonas limpas.

12. Salas Limpas e Ambientes Controlados Associados

12.1. Media Fill

12.1.1. Teste que simula a substituição do produto por um meio de cultura.

12.1.2. Objetivo: assegurar que os processos utilizados são capazes de conduzir a produtos estéreis.

12.2. A aplicação imprópia de amostragem e análises microbiológicas pode causar variabilidade significativa e potencial para contaminação inadvertida.

12.2.1. um grande número de produtos estéreis é fabricado por processamento asséptico por isso a prevenção da entrada dos micro-organismos é necessária para o nível de garantia de esterilidade destes produtos.

13. Classificação de Salas Limpas e Ambientes Controlados Associados

13.1. Sala Limpa

13.1.1. Concentração de partículas em suspensão no ar é controlada.

13.1.1.1. Quanto menor o número de partículas menos a chance de micro-organismos presentes DESDE QUE não haja mudanças no fluxo de ar, temperatura e na unidade.

13.2. Norma ABNT NBR ISO 14644-1

13.2.1. Regula a concentração de partículas em suspensão do ar para classificar a limpeza do ar de sala e zonas limpas.

13.2.2. Utilizado por fabricantes de salas e zonas limpas.

14. Projeto e Implantação do Programa de Controle Microbiológico Ambiental.

14.1. Responsabilidade do fabricante.

14.2. Um meio de cultura de crescimento microbiológico geral como o meio de caseína-soja, deve ser adequado na maioria dos casos.

14.3. Deve incluir identificação e avaliação dos locais de amostragem e validação dos métodos de amostragem microbiológicos do ambiente.

14.4. O nível de alerta evidência nível de contaminação superior às condições de operações normais.

14.4.1. Deve gerar uma investigação e se necessário ações corretivas.

14.4.2. Realizado na final das operações.

15. Limites Microbiológicos de Alerta e Ação em Salas e Zonas Limpas

15.1. Controle de processo estatístico são úteis para estabelecer níveis de alerta e ação.

15.2. O indicativo de ação, quando excedido, exige acompanhamento imediato e se necessário ações corretivos.

16. Métodos e Equipamentos Usados para Monitoramento de Partículas Viáveis em Superfícies

16.1. O swab é empregado em superfícies irregulares, principalemente nos equipamentos.

16.1.1. É colocado em um diluente adequado e a estimativa de contagem microbiana é feita plaqueando uma alíquota apropriada em ágar nutriente específico.

17. Identificação de Isolados Microbianos

17.1. A informação obtida utilizando o programa de identificação pode ser útil da investigação de fontes de contaminação.

17.2. Planos e Locais de Amostragem

17.2.1. Locais específicos para amostragem de ar ou de superfícies devem ser determinados.

17.2.1.1. Consideram a proximidade do produto, se o ar e as superfícies estão em contato com ele ou com superfícies dos sistemas de fechamento do recipientes.

17.2.2. A frequência da amostragem dependerá da criticidade dos locais especificados e o tratamento subsequente ao processo asséptico.

17.2.2.1. Os planos de amostragem devem ser dinâmicos com frequências de monitoramento e localização ajustados com base no desempenho de tendência.

18. Procedimentos de Liberação

18.1. Deve ser estabelecido um programa de garantia da qualidade que descreve, detalhadamente, as etapas e a documentação requerida para a liberação da carga ou lote.