PANORAMA ATUAL DAS TERAPIAS COGNITIVO-COMPORTAMENTAIS

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PANORAMA ATUAL DAS TERAPIAS COGNITIVO-COMPORTAMENTAIS 저자: Mind Map: PANORAMA ATUAL DAS TERAPIAS COGNITIVO-COMPORTAMENTAIS

1. TERAPIA COMPORTAMENTAL DIALÉTICA (DBT)

1.1. Terceira Onda

1.2. MARSHA LINEHAN

1.3. Treino de habilidades na terapia comportamental dialética.

1.4. Tratamento dedicado a aumentar as habilidades em áreas que o indivíduo com TPB (transtorno de personalidade borderline) apresenta déficits.

1.4.1. - Ensinar e fortalecer habilidades; - Tolerar o sofrimento emocional; - Ser mais efetivo nos conflitos interpessoais; - Desenvolver as habilidades de atenção plena.

1.5. Ensina uma série de estratégias comportamentais e cognitivas para reduzir respostas emocionais indesejadas.

1.6. Aumento da eficácia interpessoal.

2. TERAPIA FOCADA NA COMPAIXÃO

2.1. Terceira Onda

2.2. PAUL GILBERT

2.3. Desenhada para ajudar as pessoas a se relacionarem consigo próprias com compaixão.

2.4. Propósito da TFC:

2.4.1. Desativar os estímulos internos ligados à ameaça e focalizar a atenção para consciência e sentimentos; treinar a atitude consciente, estimular o mecanismo cerebral do estresse e sofrimento.

2.5. Formulação e psicoeducação:

2.5.1. Visa entender as origens das estratégias defensivas, o que emergem de ameaças e de necessidades emocionais insatisfeitas.

2.6. O terapeuta tenta entender como o passado influencia no presente, avalia suas capacidades e consequências e formas de solução.

3. TERAPIA DE ACEITAÇÃO E COMPROMISSO

3.1. Terceira Onda

3.2. STEVEN HAYES

3.3. Embasamento teórico é comportamental.

3.4. Se baseia em uma teoria comportamental da linguagem e cognição humana denominada teoria do quadro relacional.

3.4.1. Dessa teoria se deriva o modelo de psicopatologia utilizado em ACT como base para a conceitualização do caso.

3.5. Modelo de Psicopatologia da ACT:

3.5.1. - Evitação; - Fusão Cognitiva; - Apego ao rótulo/self conceitualizado; - Domínio do passado e futuro conceitualizados; - Falta de clareza dos valores; - Inação, impulsividade ou persistência evitativa;

4. TERAPIA DO ESQUEMA (TE)

4.1. Terceira Onda

4.2. JEFFREY YOUNG

4.3. Objetivo:

4.3.1. Ampliar a TCC no tratamento de pacientes com transtornos de personalidade.

4.4. Apresenta resultados satisfatórios quando realizada individual e em grupo.

4.5. Características resultantes da ampliação:

4.5.1. - Utiliza um modelo desenvolvimental que explora as origens dos problemas do paciente a partir de suas relações parentais; - Enfatiza técnicas emocionais vivencias com o objetivo de buscar os significados das emoções dos pacientes que estão enraizados em suas memórias infantis; - Promove a reparação parental - Atinge o processamento cognitivo não consciente do paciente, ajudando-o a atribuir significados às suas emoções não compreendidas.

4.6. Bases e modelo teórico da terapia do esquema.

4.7. Se fundamenta na teoria do apego de Bolwby: propõe que indivíduos desenvolvem modelos internos de funcionamento, baseados em suas relações de apego com seus cuidadores.

4.8. Esquemas funcionam como filtros através do quais as pessoas fazem interpretações e predições acerca de suas experiências, das outras pessoas e do mundo.

4.8.1. Baseados na teoria de Bolwby, Young propõe que os esquemas iniciais desadaptativos (EID) são crenças sobre si, sobre o mundo e sobre os outros, a partir de necessidades centrais não atingidas na infância, do temperamento, de padrões parentais tóxicos e de experiências negativas repetidas ou traumáticas.

4.8.1.1. Os esquemas são formados ao longo do desenvolvimento da personalidade, na busca de adaptação ao ambiente familiar.

4.8.1.1.1. Young identificou 18 EIDs.

4.8.1.2. A avaliação de um esquema gera frustração de necessidades emocionais não atingidas, além de forte emoção ou somatização.

4.9. Domínio esquemático:

4.9.1. Problemas e dificuldades enfrentados em cada etapa do desenvolvimento.

4.10. Estilos de enfrentamento:

4.10.1. - Hipercompensação; - Evitação, - Resignação

4.10.1.1. Operam fora da consciência do indivíduo.

4.10.1.1.1. Posteriormente incorporados ao conceito “modos de esquemas”.

4.11. Prática clínica baseada na Terapia do Esquema.

4.11.1. Objetivo: ajudar os pacientes a atingirem suas necessidades centrais de uma forma adaptativa saudável, mudando esquemas, estilos de enfrentamento e modos.

4.11.2. Redução da intensidade dos esquemas iniciais desadaptativos (EID) e das emoções abertas.

4.11.3. Conceitualização:

4.11.3.1. Envolve sessões de entrevistas, utilização de medidas autoinforme: questionários, inventários, técnicas vivenciais de imagens infantis, etc.

4.11.3.1.1. - Identificar os principais esquemas - Identificar os estilos de enfrentamento - Identificar os modos responsáveis pelos problemas apresentados

4.11.4. Após compreensão do paciente sobre seus esquemas, inicia-se a fase da intervenção cognitiva:

4.11.4.1. - Finalidade de ajudar o paciente a se distanciar dos seus esquemas em um nível intelectual; - Técnicas cognitivas da TCC e da Gestalt são utilizadas, desenvolvendo uma compreensão racional sobre seus esquemas.

4.11.5. Por meio de confrontação empática, há reflexão das vantagens e desvantagens de seguir funcionando dessa maneira ou buscar novos padrões de funcionamento.

4.11.6. Fase vivencial:

4.11.6.1. - O paciente lida com as emoções ativadas pelo esquema.

4.11.6.2. - Objetivo: alcançar a ativação e a expressão emocional, seguida pela reflexão da experiência e desenvolvimento de novos significados

4.11.7. Fase comportamental:

4.11.7.1. - Objetivo: quebrar padrões disfuncionais de enfretamento do paciente.

4.11.7.1.1. - O paciente expressa suas necessidades de maneira adulta.

4.11.8. Procedimentos utilizados para quebrar padrões disfuncionais:

4.11.8.1. Enfrentamento por meio de imagem, de role play e de tarefas, com situações provocadas pelo paciente sobre seu contexto, vivenciando de forma adulta

4.11.9. Reparação Parental Limitada

4.11.9.1. Ações do terapeuta provendo as necessidades não atingidas pelo paciente.

4.11.9.2. Objetivo: estabelecer relação ativa, sustentadora e genuína com o paciente, prover um ambiente seguro para que se sentir no direito de estar vulnerável e expressar suas emoções e necessidades.

5. Terapia racional-emotiva-comportamental (TREC)

5.1. ALBERT ELLIS

5.1.1. Segunda Onda

5.1.2. Publicou “Rational-Emotive Psychotherapy”- onze crenças irracionais- base da perturbação dos seres humanos.

5.2. Primeiro impacto dos processos cognitivos sobre sentimentos e comportamentos.

5.3. Método voltado para resolução de problemas de forma direta e eficiente.

5.4. Mudanças emocionais e comportamentais pelo desafio dos pensamentos autoderrotistas.

5.5. Perturbação psicológica advém de avaliações absolutistas.

5.6. Seres humanos influenciados por crenças:

5.6.1. Racionais: estados emocionais negativos equilibrados.

5.6.2. Irracionais: reações emocionais perturbadas.

5.7. MODELO ABC

5.7.1. A - Acontecimentos antecedentes B - Crenças C - Consequências emocionais e comportamentais

6. Terapia Cognitivo-comportamental (TCC)

6.1. AARON BECK

6.1.1. Segunda Onda

6.2. Acontecimentos influenciam experiências emocionais e comportamentos.

6.3. Tríade Cognitiva:

6.3.1. Visão negativa: - sobre si - sobre o mundo - sobre o futuro

6.4. Distorções cognitivas:

6.4.1. Erros no processamento cognitivo sobre avaliações dos acontecimentos.

6.5. Conceitualização cognitiva: “teoria do paciente”.

6.6. Foca nas queixas dos pacientes.

6.7. Questionamento de pensamentos automáticos.

6.8. CARL ROGERS - Processo terapêutico centra-se: aliança terapêutica:

6.8.1. - aceitação incondicional - compreensão empática - interesse genuíno

6.9. Terapeuta cognitivo -> ativo -> formula questionamentos socráticos.

6.10. Crenças:

6.10.1. Nucleares: basilares; sobre si e sobre o mundo

6.10.2. Condicionais: “se... então...”; pode ser positiva

7. MINDFULNESS (ATENÇÃO PLENA)

7.1. Segunda Onda

7.2. JON KABAT-ZIN

7.2.1. Artigo sobre mindfulness realizados com os pacientes que buscavam o Centro de Mindfulness da Universidade de Massachussets, nos EUA.

7.3. Tipo de consciência que emerge por prestar atenção propositalmente no momento presente e de forma não julgadora para a experiência que se apresenta em cada momento.

7.4. Programa de redução de estresse baseado em mindfulness:

7.4.1. Sessões semanais em grupos de 2h e um dia de retiro de 6h entre a sexta e a última sessão.

7.4.2. Tarefas de casa de 45min diariamente e instruções em técnicas formais:

7.4.2.1. - Meditação mindfulness; - Escaneamento do corpo; - Posturas simples de yoga.