1. INFLUENCIAS
1.1. Complexidade da dieta, ingestão ou consumo verdadeiro do indivíduo ou de uma coletividade.
1.2. Importante papel na dieta
2. QUAL SUA IMPORTÂNCIA?
2.1. Caracterizar o perfil alimentar de uma população, afim de nortear as políticas públicas na área de alimentação e nutrição.
3. OBJETIVO
3.1. Estabelecer as recomendações de energia e demais nutrientes.
3.2. Orientar as políticas governamentais no campo da Saúde Pública, sobretudo nos programas de fortificação de alimentos, suplementação alimentar e educação nutricional para as populações.
3.2.1. Políticas Públicas adotadas por cada país tem um efeito determinante da saúde da população.
3.3. Conhecer o consumo habitual de determinado grupo populacional.
4. FATOR DETERMINANTE NA SAÚDE DO INDIVÍDUO
4.1. DSS (determinantes sociais de saúde)
4.1.1. Circunstancias Materiais
4.1.1.1. Acesso a uma alimentação de qualidade, rede de fornecimento de água potável, com qualidade. Saneamento básico.
4.1.1.2. Condições de vida: moradia; trabalho digno e com garantia de segurança.
4.1.1.3. Acesso a serviços essenciais: sistema de saúde e educação.
4.2. Fatores sociais, econômicos, culturais, étnicos/raciais, psicológicos e comportamentais.
4.2.1. Onde nascemos, como crescemos, vivemos e trabalhamos, que sistema de saúde existe no pais e as políticas públicas adotadas no pais e internacionalmente.
4.3. Influencia direta na ocorrência de problemas de saúde e seus fatores de risco na população.
4.3.1. Comportamento, decisões tomadas, como: fumar, beber álcool, praticar exercício, ter uma alimentação saudável
5. O QUE É?
5.1. É um dos principais instrumentos metodológicos para estudos epidemiológicos que relacionam a dieta à ocorrência de doença.
5.2. Avalia a ingestão alimentar de uma população.
5.3. Tem boa reprodutibilidade e validade aceitável.
5.4. Prático, informativo, de fácil aplicação e de baixo custo.
5.5. Método Dietético
6. O QUE INTERFERE?
6.1. Doenças Cronicas não transmissíveis
6.1.1. Representam uma ameaça para a saúde e desenvolvimento a todas as nações.
6.1.2. Afeta principalmente as pessoas com menor renda e escolaridade, por serem exatamente as mais expostas aos fatores de risco e com menor acesso às informações e aos serviços de saúde.
6.1.3. Efeitos negativos do processo de globalização, da urbanização rápida, da vida sedentária e da alimentação com alto teor calórico, além do consumo do tabaco e do álcool.
6.1.4. Principais fatores de risco metabólicos, como excesso de peso/obesidade, pressão arterial elevada, aumento da glicose sanguínea, lipídios e colesterol, possíveis de resultar em diabetes, doenças cardiovasculares, acidente vascular cerebral (AVC) e câncer, entre outras enfermidades.
6.2. Analisa a possível relação entre dieta e doença durante as fases da vida, ao surgimento de doenças cronicas não transmissíveis.
7. DEPENDE
7.1. Das características e dos objetivos do estudo, da população alvo, bem como, dos recursos disponíveis.
8. RECOMENDAÇÃO
8.1. Alimentos in natura, como frutas, legumes, verduras, grãos diversos, oleaginosas, tubérculos, raízes, carnes e ovos
8.2. Evitar alimentos ultraprocessados
8.2.1. Uma dieta rica em calorias, sal, açúcar, aditivos químicos, corantes, conservantes e gorduras, aumenta o risco de deficiência nutricional, além de estar
8.2.2. Associação com o desenvolvimento de doenças cardiovasculares, diabetes e obesidade.