Ensino por investigação: problematizando as atividades em sala de aula

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Ensino por investigação: problematizando as atividades em sala de aula 저자: Mind Map: Ensino por investigação: problematizando as atividades em sala de aula

1. PROBLEMAS

1.1. ENSINO POR INVESTIGAÇÃO

1.1.1. "Uma tendência ao operativismo (típicos de exercícios repetitivos)".

1.1.2. "investigação que suponham a ocasião de aplicar a metodologia cientifica" (Gil e Torregrosa, 1987).

1.1.3. O PROFESSOR E O ALUNO NUMA PROPOSTA INVESTIGATIVA

1.1.3.1. "O professor que se propuser a fazer de sua atividade didática uma atividade investigativa deve tornar-se um professor questionador, que argumente, saiba conduzir perguntas, estimular, propor desafios"

1.1.3.1.1. O papel do professor é o de construir com os alunos essa passagem do saber cotidiano para o saber científico, por meio da investigação e do próprio questionamento acerca do fenômeno.

1.1.3.1.2. O PROFESSOR DEVE CONHECER BEM O ASSUNTO PARA PODER PROPOR QUESTÕES QUE LEVEM O ALUNO A PENSAR

1.1.3.2. O aluno deve sair de uma postura passiva e aprender a pensar, elaborando raciocínios, verbalizando, escrevendo, trocando idéias, justificando suas idéias.

1.2. INVESTIGAÇÕES CIENTÍFICAS

1.2.1. ATIVIDADE INVESTIGATIVA (ESTRATÉGIA DE ENSINO)

1.2.1.1. "Esse tipo de atividade pode ser orientada para a consecução de diferentes objetivos" (MOREIRA E LEVANDOWSKI, 1983) / Deve ser fundamentada fazendo sentido para o aluno.

1.2.1.1.1. "É preciso que sejam realizadas diferentes atividades, que devem estar acompanhadas de situações problematizadoras, questionadoras e de diálogo que levem à introdução de conceitos para que os alunos possam construir seu conhecimento" (Carvalho et al., 1995).

1.2.1.2. ASPECTOS DA ATIVIDADE CIENTÍFICA (GIL e CASTRO, 1996)

1.2.1.2.1. 1. Apresentar situações problemáticas abertas; 2. Favorecer a reflexão dos estudantes sobre a relevância e o possível interesse das situações propostas; 3. potencializar análises qualitativas significativas; 4. Considerar a elaboração de hipóteses; 5. Considerar análises de acordo com os conhecimentos disponíveis; 6. Conceder uma importância especial às memórias científicas; 7. Ressaltar a dimensão coletiva do trabalho científico.

1.2.2. CONHECIMENTO CIENTÍFICO

1.2.2.1. Se dá através de uma construção, mostrando assim seu aspecto dinâmico e aberto, possibilitando que o aluno participe dessa construção

1.2.2.2. "Algo fechado, uma sequência lógica e rígida, composta de passos a serem seguidos, fazendo com que o aluno pense que a ciência é fechada, criada a partir somente da observação"

1.3. RESOLUÇÃO DOS PROBLEMAS

1.3.1. O objetivo é levar os alunos a pensar, debater, justificar suas idéias e aplicar seus conhecimentos em situações novas.

1.3.1.1. Pensar é parte do processo de solucionar problemas, e inclui o reconhecimento da existência de um problema e as ações que são necessárias para seu enfrentamento (GARRET, 1988).

1.3.2. Tem como objetivo proporcionar a participação do aluno de modo que ele comece a produzir seu conhecimento por meio da interação entre PENSAR, SENTIR E FAZER.

2. REFERÊNCIAS: AZEVEDO, Maria Cristina Stella de. Ensino por Investigação: problematizando as atividades em sala de aula. In: CARVALHO, Anna Maria Pessoa de (org). Ensino de Ciências: unindo a pesquisa e a prática. São Paulo: Cengage Learning, 2016. CARVALHO, A. M. P. et al. El papl de las actividades en la construcción del conocimiento en clase. Investigación en la Escuela, (25), p. 60-70, 1995. GARRET, R. M. Resolución de problemas y creatividad: implicaciones para el currículo de ciencias. Enseñanza de las Ciencias, 6 (3), p. 224-230, 1988 GIL, D e TORREGROSA, J. M. La resolucion de problemas de física. Madri: Mec, 1987. GIL, D e CASTRO, V. P. La orientación de las prácticas de laboratório como investigation: un ejemplo ilustrativo. Enseñanza De Las Ciencias, 14 (2), p. 155-163, 1996.