Princípios básicos da terapia cognitivo - comportamental

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Princípios básicos da terapia cognitivo - comportamental 저자: Mind Map: Princípios básicos da terapia cognitivo - comportamental

1. Modelo Cognitivo - comportamental

1.1. O modelo básico de TCC é um construto usado para ajudar os terapeutas a conceitualizarem problemas clinico e implementarem métodos da TCC específicos

2. Pensamentos Automáticos

2.1. Pensamentos automáticos normalmente são privativos ou não-declarados, e acorrem de forma rápida á medida que avaliamos o significado de acontecimentos em nossos vidas.

2.2. Pessoas com transtornos psiquiátricos, como depressão ou ansiedade, frequentemente vivenciam inundações de pensamentos automáticos que são desadaptativos ou distorcidos. Esses pensamentos podem gerar reações emocionais dolorosas e comportamento disfuncional.

2.3. Um dos pontos mais importantes de que os pensamentos automáticos podem estar ocorrendo é a presença de emoções fortes

2.3.1. Todas as pessoas tem pensamentos automático, eles não ocorrem exclusivamente em pessoas com depressão, ansiedade ou outros transtornos emocionais.

3. Erros Cognitivos

3.1. Foram encontrados erros cognitivos muito mais frequentes em pessoas deprimidas do que em indivíduos não-deprimidos.

3.2. Foram descritos seis categorias principais de erros cognitivos: abstração seletiva, interferência arbitraria, supergenetalização, maximização e minimização, personalização e pensamentos absolutista.

4. Esquemas

4.1. Esquemas são princípios duradouros de pensamento que começam a tomar forma no início da infância e são influenciados por uma infinidade de experiências de vida, incluindo os ensinamentos e o modelo dos pais, as atividades educacionais formais e informais, as experiências de seus pares, os traumas e os sucessos.

4.2. Esquemas simples: regras sobre a natureza física do ambiente, gerenciamento pratico das atividades cotidianas ou leis da natureza que podem ter pouco ou nenhum efeito sobre a psicopatologia.

4.3. Crenças e pressuposto intermediários: regras condicionais como afirmações do tipo se então, que influenciam a autoestima e a regulação emocional.

4.3.1. Crenças nucleares sobre si mesmo: regras globais e absolutas para interpretar as informações ambientais relativas a autoestima.

5. Níveis de Processamento Cognitivo

5.1. Monitorar e avaliar as interações com o meio ambiente.

5.2. Ligar memórias passadas ás experiências presentes.

5.3. Controlar e planejar ações futuras.

6. Aprendizagem, Memória e capacidade cognitiva

6.1. Na TCC, esses déficits de desempenho cognitivo são abordados com intervenções especificas, estruturação, métodos psicoeducativos e ensaio.

7. Duração e foco da terapia

7.1. A TCC é um terapia voltada para o problema geralmente aplicada em formato de curto prazo. Entretanto, cursos mais longos de TCC podem ser necessários se houver condições co-morbidas ou se o paciente possuir sintomas crônicos ou resistente a tratamentos.

8. Questionário socrático

8.1. O questionamento socrático consiste em fazer perguntas ao paciente que estimulem a curiosidade e o desejo de inquirir.

9. Estruturação e Psicoeducação

9.1. A TCC utiliza métodos de estruturação, como estabelecimento de agenda e feedback para que os pacientes consigam organizar seus esforços em direção a recuperação e intensificar o aprendizado.

10. Reestruturação Cognitiva

10.1. A reestruturação cognitiva é identificar pensamentos automáticos e esquemas nas sessões de terapia, ensinar habilidades para mudar cognições e depois fazer os pacientes realizarem uma serie de exercícios intersessões planejadas para expandir os aprendizados da terapia as situações do mundo real.

11. Origens da TCC

11.1. Nossas cognicoes tem uma influencia controladora sobre nossas emocoes e comportamentos.

11.2. O modo como agimos ou nos comportamos pode afetar profundamente nossos padrões de pensamentos e nossas emoções

12. Processamento de informações na depressão e em transtornos de ansiedade

12.1. Predominante na depressão: desesperança, baixa autoestima, visão negativa do ambiente.

12.1.1. Predominante nos transtornos de ansiedade: Medo de ferir-se ou de perigo, pensamentos automáticos associados a perigo, risco, falta de controle e incapacidade.

12.1.1.1. Comum á depressão e os transtornos de ansiedade: Maior frequência de erros cognitivos, capacidade cognitiva reduzida para solução de problemas.

13. A ligação entre desesperança e suicídio

13.1. Os estudos indicam que pessoas deprimidas tem probabilidade de ter altos graus de desesperança, e que a falta de esperança aumenta o risco de suicídio.

14. Estilo Atribuído na Depressão

14.1. Interno versus externo: a depressão é associada a uma tendência de fazer atribuições aos eventos da vida que são enviesadas em sua própria direção interna.

14.1.1. Global versus especifico: em vez de ver os eventos negativos somente com uma relevância isolada ou limitada, pessoas com depressão podem concluir que essas ocorrências tem implicações de longo alcance.

14.2. Fixo versus mutável: na depressão, situações negativas ou problemáticas são vistas como imutáveis e improváveis de melhorar no futuro.

15. Distorções na resposta ao feedback

15.1. Indivíduos deprimidos subestimam a quantidade de feedback positivo recebido e despendem menor esforço as tarefas depois de lhe dizerem que seu desempenho é ruim

15.1.1. Indivíduos não deprimidos apresentam padrões que podem indicar um viés positivo que serve a si mesmo - eles podem ouvir feedback mais positivo do que aquele realmente dado ou minimizar a relevância de feedback negativo.

16. Estilo de pensamentos em transtorno de ansiedade

16.1. pacientes com transtorno de ansiedade frequentemente demonstram fazer uma estimativa reduzida de sua capacidade de enfrentar ou lidar com as situações carregadas de medo, tem sensação de falta de controle e alta frequência de auto afirmações negativas, interpretações erronias dos estímulos corporais e estimativas exageradas do risco de calamidade futura.

17. Visão geral dos métodos de terapia

17.1. A TCC não é só aplicar técnicas e sim desenvolver uma conceitualização individualizada que conecte diretamente as teorias cognitivo comportamental a estrutura psicológica única do paciente e sua constelação de problemas.

18. Conceitualização de caso

18.1. É montar uma estratégia cuidadosamente pensada e não fazemos pela nossa cabeça, jogando com um conjunto de técnicas.

19. Métodos Comportamentais

19.1. Romper padrões de evitação ou desesperança

19.2. Enfrentar gradativamente situações temidas

19.3. Desenvolver habilidades de enfrentamento.

19.4. Reduzir emoções dolorosas ou excitação autonômica

20. Desenvolvimento de habilidades de TCC para ajudar a prevenir a recaída

20.1. A vantagem da abordagem TCC é a aquisição de habilidades que podem reduzir riso de recaídas. Aprender como reconhecer e mudar pensamentos automáticos, utilizar métodos comportamentais comuns e implementar as outras intervenções.