URINÁLISE E LÍQUIDOS CORPORAIS

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URINÁLISE E LÍQUIDOS CORPORAIS 저자: Mind Map: URINÁLISE E LÍQUIDOS CORPORAIS

1. 1. Obtenção da amostra

1.1. Micção espontânea ou compressão

1.2. Cistocentese

1.3. Cateterização

2. 3. Composição

2.1. Exame Físico

2.1.1. Volume

2.1.1.1. Alimentação

2.1.1.2. Exercícios

2.1.1.3. Temperatura ambiente

2.1.1.4. Quantidade de líquido ingerido

2.1.2. Cor

2.1.2.1. Pigmentos urinários

2.1.2.1.1. Urocromo

2.1.2.2. Bilirrubina

2.1.2.3. Drogas diversas

2.1.2.4. Antissépticos

2.1.3. Odor

2.1.3.1. Sui generis

2.1.3.2. Fétido: Decomposição de proteínas

2.1.3.3. Centona: Sugere cetose

2.1.3.4. Inodoro: Diluição da urina ou uremia

2.1.3.5. Amoniacal: Ação da urease bacteriana

2.1.4. Aspecto

2.1.4.1. Límpido e transparente

2.1.4.2. Ligeiramente turvo

2.1.4.3. Turvo ou floculento

2.1.5. Reação e pH

2.1.5.1. Ácida: 5,0 a 6,5

2.1.5.2. Neutra: 7,0

2.1.5.3. Alcalina: 7,5 a 8,5

2.1.5.4. Fortemente alcalina: 8,5 a 9,0

2.1.6. Densidade

2.1.6.1. Capacidade de concentração de substâncias sólidas diluídas na urina.

2.1.6.1.1. Baixa: pode representar uso excessivo de líquido, até diabetes e hipertensão.

2.1.6.1.2. Alta: pode ser indicativo de desidratação, insuficiência cardíaca, etc.

2.2. Exame Químico

2.2.1. Proteina

2.2.1.1. Relacionada a doenças do trato urinário e renal.

2.2.2. Glicose

2.2.2.1. Detecção e monitoramento de diabetes.

2.2.3. Corpos Cetônicos

2.2.3.1. Produtos da metabolização das gorduras, comum durante jejum prolongado e pacientes diabéticos. Organismo utiliza lipídios com maior intensidade.

2.2.4. Bilirrubina

2.2.4.1. Característico de doenças hepáticas e biliares.

2.2.5. Urobilina

2.2.5.1. Oxidação do Urobilinogênio

2.2.6. Sais Biliares

2.2.6.1. Sua presença caracteriza a colúria (urina escura)

2.2.7. Urobilinogênio

2.2.7.1. Indica danos ao fígado e distúrbios hemolíticos.

2.2.8. Hemoglobina

2.2.8.1. Presença de hemoglobina na urina

2.2.8.1.1. Leptospirose

2.2.8.1.2. Doenças hemolíticas

2.2.8.1.3. Babesiose

2.2.8.1.4. Anemia hemolítica

2.2.8.1.5. Agentes químicos

2.2.9. Mioglobina

2.2.9.1. Extensas lesões musculares

2.2.10. Indicam

2.2.10.1. Resultado da decomposição do triptofano intestinal, estando normalmente presente em traços na urina.

2.2.10.1.1. Enterites

2.2.10.1.2. Obstrução intestinal

2.2.10.1.3. Íleo paralítico

2.2.10.1.4. Neoplasias gastrointestinais

2.2.10.1.5. Elevado em quadros de decomposição bacteriana de proteínas corpóreas, como septicemias e gangrenas.

2.2.11. Nitrito

2.2.11.1. Infecção bacteriana nos rins ou do trato urinário.

2.3. Sedimentoscopia

2.3.1. Cilindros

2.3.1.1. Conferem diferentes significados clínicos, associados a proteinúria e a densidade urinária.

2.3.2. Células

2.3.2.1. Células epiteliais

2.3.2.1.1. Podem estar aumentadas devido à cateterização ou irritação do local de onde originaram-se.

2.3.3. Cristais

2.3.3.1. Podem indicar cálculos renais.

2.3.4. Cálculos

2.3.4.1. Cristais ou agregados que se avolumam

2.3.5. Muco

2.3.5.1. Indicam processos irritativos do trato gênitourinário

2.3.6. Hemácias

2.3.6.1. Inflamação

2.3.6.2. Necrose

2.3.6.3. Neoplasias

2.3.6.4. Choque

2.3.6.5. Infarto

2.3.6.6. Congestão

2.3.6.7. Formação de cálculos

2.3.6.8. Disfunções hemostáticas

2.3.6.9. Parasitas (Doença renal, Capilária plica e microfilárias)

2.3.7. Leucócitos

2.3.7.1. Aumento -> Processo inflamatório dentro do trato genitourinário

2.3.7.1.1. Cistite

2.3.7.1.2. Uretrite

2.3.7.1.3. Pielite

2.3.7.1.4. Pielonefrite

2.3.7.1.5. Nefrite

2.3.7.1.6. Prostatite

2.3.7.1.7. Vaginite

2.3.8. Bactérias

2.3.8.1. Urina obtida assepticamente.

2.3.8.2. Infeções do trato urinário inferior

2.3.9. Espermatozóides

2.3.9.1. Podem ser encontrados em grande quantidade na urina de cães, sem significado patológico.

2.3.10. Parasitos

2.3.10.1. Infecção por cândida ou protozoários.

2.4. Exame Bacteriológico

2.4.1. Citologia

2.4.1.1. Verificar a presença de qualquer tipo de células pré-cancerígenas ou cancerígenas.

2.4.2. Cultura

2.4.2.1. Identifica a presença de bactérias

2.4.3. Antibiograma

2.4.3.1. Verifica a sensibilidade de uma linhagem de bactéria encontrada e isoladamente para diferentes antibióticos.

3. 2. Conservação da urina

3.1. Refrigeração

3.1.1. Até 12 horas

3.2. Temperatura ambiente

3.2.1. Até duas horas depois da coleta