SMEDI Parvovírose Suína

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SMEDI Parvovírose Suína 저자: Mind Map: SMEDI Parvovírose Suína

1. No caso de suspeita de parvovirose suína, o soro sanguíneo da fêmea que apresentou sinais clínicos e os fetos abortados ou natimorto devem ser enviados para o laboratório. Pode-se testar também o soro sanguíneo dos machos reprodutores da propriedade, pois eles podem estar disseminando o vírus para o plantel.

2. Atualmente, não há como diferenciar animais positivos por infecção natural dos animais positivos por vacinaçã nos exames sorológicos. Se os animais foram vacinados, devem se enviados apenas fetos e natimortos, para que seja pesquisada a presença do vírus.

3. Entre os métodos diagnósticos indiretos, pode-se ultilizar as técnicas de inibição da hemaglutinação, imunoperoxidase, imunofluorescência e ELISA.

4. Para o controle é importante realizar o monitoramento sorológico (pesquisa de anticorpos) do rebanho, permitindo saber se houve contato dos animais (recentemente ou no passado) com algum agente infeccioso e também se o rebanho está respondendo adequadamente à vacinação.

5. No momento de introduzir novos animais na granja, recomenda-se solicitar laudos de exames laboratoriais assinados por médico veterinário habilitado e manter esses animais em quarentena, para avaliação de possíveis manifestações clínicas no decorrer do período.

6. A vacinação é o método de controle específico mais seguro e eficaz de proporcionar imunidade a um plantel suíno frente à parvovirose suína.

7. Não existem tratamentos específicos para a doença, mas o melhor controle nos dias de hoje é a prevenção com o uso de vacina e o manejo correto

8. Nos sinais clinicos, os machos não apresentam sintomas, porém, quando infectados, disseminam vírus para as fêmeas via monta natural ou inseminação artificial, além da eliminação do vírus por fezes e secreções.

9. Tem distribuição mundial e é considerad uma das principais doenças infecciosas causadoras de problemas reprodutivo em suínos.

10. Tempo de gestação e sinais clínicos da parvovirose.

11. Até 10 dias: reabsorção fetal, retorno da fêmea ao cio, nascimento de leitegadas pequenas.

12. É uma doença reprodutiva que afeta suínos, causada por parvovírus suíno ( PPV ).

12.1. Têm como alvo, células em alta atividade mitótica.

12.2. Que os faz preferir tecidos linfoides no adulto e tecidos embrionários ou fetais em uma fêmea prenhe.

13. Após 65 a 70 dias: leitões vêm a termo, nascem com anticorpos contra o PVS

14. O Parvovírus Suíno está incluído na subfamília Parvovirinae da família Parvoviridae, juntamente aos Erythrovirus e aos Dependovirus.

15. Entre 30 a 65 dias: mumificação fetal, leitões fracos, malformados ou natimortos.

16. Entre 10 e 30 dias: falsa gestação (fetos são reabsorvidos, mas a gestação continua até o parto sem leitões), leitegada pequenas, leitões fracos, malformados ou natimortos.