Terapia de expansão pulmonar

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Terapia de expansão pulmonar 저자: Mind Map: Terapia de expansão pulmonar

1. Ventilação espontânea

1.1. Recursos com redução da pressão pleural

1.1.1. Exercícios respiratório

1.1.1.1. Com a coluna ereta, sentado ou em pé, elevar os braços ao inspirar (puxar o ar pelo nariz) e ao descê-los expirar (soltar o ar pela boca). Faça 2 séries de 10 repetições. Caso não consiga pode diminuir o número de repetições e aumentar o intervalo de descanso.

1.1.1.2. Sentado em uma cadeira ou deitado, coloque uma mão na barriga e outra no peito. Ao puxar o ar pelo nariz por 2 segundos, sinta sua barriga inflar (aumentar mais que o peito) e quando for expirar (soltar o ar pela boca), pressione levemente o abdomen por 2 segundos.

1.1.1.3. Sentado confortavelmente ou em pé conseguir, essa respiração pode ser com a coluna ereta, elevar os braços feita em até 3 tempos. ao inspirar até a altura do tórax, inspirar novamente até a altura da cabeça (respirando em dois tempos) e expirar contínua e lentamente abaixando os braços até a posição inicial. Faça 2 séries de 10 repetições. Caso não consiga pode diminuir o número de repetições e aumentar o intervalo de descanso.

1.1.2. Espirometria de incentivo

1.1.2.1. é uma técnica de fisioterapia respiratória não invasiva empregada no tratamento e acompanhamento de pacientes portadores de doenças respiratórias ou submetidos a cirurgias no pulmão, além de ser efetivo em prevenção de infecções pulmonares nos idosos e acamados.

1.1.2.1.1. Contraindicações: Possíveis restrições à realização da técnica; Hipertensão; Aneurisma intracranianos; Redução da perfusão arterial coronariana;

1.1.2.1.2. Indicação: Remoção de secreções nas vias aéreas; Tratamento pós-operatório na cirurgia pulmonar; Tratamento pós-operatório na cirurgia abdominal alta; Tratamento pós-operatório em cirurgia em paciente com DPOC; Pacientes em recuperação de cirurgia cardíaca; Pacientes em recuperação prolongada de qualquer cirurgia; Pacientes em recuperação de pneumonia; Pacientes em recuperação de lesão de costela; Pacientes com defeito pulmonar restritivo; Pacientes com doença neuromuscular que atinja a musculatura respiratória; Pacientes com atelectasia pulmonar (colapso parcial ou completo do tecido pulmonar com redução de volume); Pacientes com condição de predisposição ao desenvolvimento da atelectasia pulmonar; Pacientes portadores de fibrose cística, bronquite crônica, bronquiectasia, infecção pulmonar necrosante e lesão medular;

1.2. Recursos com aumento da pressão alveolar

1.2.1. Fase inspiratória

1.2.1.1. RPPI

1.2.1.1.1. RPPI: Seu objetivos principais o aumento do volume corrente e conseqüentemente aumento do volume-minuto, otimizando as trocas gasosas. É uma técnica que pode ser Utilizada para pacientes intubados e não-intubados e consiste na aplicação de pressão positiva nas vias aéreas durante a fase inspiratória. Pode ser realizada com ventiladores ciclados a volume, pressão, tempo e fluxo ou com hiperinsuflador manual (ambú

1.2.2. Fase expiratória

1.2.2.1. EPAP

1.2.2.1.1. EPAP: É uma técnica que consiste na aplicação de pressão positiva somente durante a fase expiratória do ciclo respiratório. Esta pressão positiva é produzida por dispositivos que geram resistência ao fluxo expiratório, como válvulas spring-loaded, que podem estar conectados a máscaras, bocais ou diretamente à via aérea artificial (VAA) dos pacientes. A pressão positiva expiratória final (positive expiratory end

1.2.3. Ambas

1.2.3.1. CPAP

1.2.3.1.1. A CPAP é obtida com gerador de fluxo podendo ser utilizada em pacientes em VE com e sem VAA e consiste na aplicação de um nível de PEEP associada a um fluxo inspiratório nas vias aéreas. Os benefícios do uso da CPAP estão diretamente relacionados ao aumento da pressão alveolar e da CRF. Estes benefícios, consequentemente, determinam recrutamento de alvéolos previamente colapsados.

1.2.3.2. Bi-level

1.2.3.2.1. Bi-level: Modo de ventilação não-invasiva que tem como característica a utilização de dois níveis de pressão positiva, que são aplicadas na fase inspiratória e expiratória, gerando aumento do volume pulmonar. A pressão aplicada durante a fase inspiratória é sempre maior que a expiratória, permitindo que mesmo com mínima ou nenhuma colaboração do paciente, ocorra aumento da pressão transpulmonar.

2. Ventilação mecânica

2.1. Hiperinsuflação

2.1.1. Para a realização destas técnicas, o volume pulmonar pode ser aumentado reduzindo-se a pressão alveolar (por meio de técnicas de inspiração profunda, como a espirometria de incentivo), ou aumentando-se a pressão na abertura das vias aéreas (técnicas com aplicação de pressão positiva, como a ventilação com pressão positiva intermitente e pressão positiva contínua nas vias aéreas).

2.1.2. Para a realização destas técnicas, o volume pulmonar pode ser aumentado reduzindo-se a pressão alveolar (por meio de técnicas de inspiração profunda, como a espirometria de incentivo), ou aumentando-se a pressão na abertura das vias aéreas (técnicas com aplicação de pressão positiva, como a ventilação com pressão positiva intermitente e pressão positiva contínua nas vias aéreas).

2.2. PEEP

2.2.1. A pressão positiva expiratória final, também conhecida como PEEP é uma forma de aplicação de resistência a fase expiratória objetivando a abertura de unidades pulmonares mal ventiladas ou mesmo a manutenção desta abertura por mais tempo visando melhorar a oxigenação por implementar a troca gasosa.

2.2.2. Atualmente vem se falando no uso da PEEP para o recrutamento alveolar que é descrito como sendo a reinsuflação de alvéolos previamente colapsados