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Teorias Grupais 저자: Mind Map: Teorias Grupais

1. Calr Rogers e a Psicologia Humanista:A Psicologia Humanista não aceitava os pensamentos Behavioristas e nem da Psicanálise. Os líderes do movimento humanista levantaram suas vozes contra a imagem de homem e de método científico defendidas pelo Behaviorismo - dominante no campo da Psicologia experimental - e contra a imagem de homem e de método terapêutico da Psicanálise - dominantes no campo da psicoterapia.

2. Críticas à Psicanálise: Para os humanistas, a Psicanálise era determinista, reducionista e dogmática. O foco das críticas dos psicólogos humanistas era de novo a imagem de Homem, desta vez, a admitida pela Psicanálise. Segundo eles, a visão da natureza humana em Freud era pessimista, fatalista e excessivamente centrada no lado negro do ser humano. Outra acusação que o humanismo fazia de modo geral à Psicanálise sobre os seus estudos, acreditavam que seu referencial era baseado somente em indivíduos perturbados: neuróticos e psicóticos. Defendiam a ideia que os psicólogos deveriam estudar o homem sadio, não a psicopatologia. Era uma luta contra as ideias do Behaviorismo e contra da Psicanálise. Era reconhecidos como a terceira força, pois a psicologia humanista queria substituir o behaviorismo e a psicanálise, as duas principais forças da psicologia.

3. Sobre Psicodrama O método psicodramático consiste no emprego da representação dramática como veículo de expressão de conflitos, unindo a ação à palavra. E também, no Educar para a Espontaneidade; Educação voltada para a liberação dos clichês e estereótipos culturais e desenvolvimento de maior abertura de novas dimensões no desenvolvimento da personalidade. E na Teoria do Papéis, que é a forma assumida pelo indivíduo no momento específico em que reage ante uma situação específica na qual estão involucradas outras pessoas ou objetos, e sua função é entrar no inconsciente, a partir do mundo social, para dar-lhe forma e ordem. Os métodos consistem em aquecimento, onde se busca criar o “clima” propício para a cena dramática, geralmente pelo estímulo à substituição de formas verbais de comunicação dos sentimentos pelas expressões corporais ou paraverbais. A representação propriamente dita, onde ocorre com o auxílio de técnicas como: inversão de papeis, espelho, duplo, alter-ego, solilóquio, prospecção ao futuro e escultura. E o compartilhamento, onde o grupo discorre sobre as vivências experimentadas durante a apresentação dramática, geralmente é valorizada pelos praticantes do psicodrama psicanalítico. As técnicas são: inversão de papeis, espelho, duplo, alter-ego, solilóquio, prospecção ao futuro e escultura. Espelho: onde o protagonista sai de cena e passa a ser espectador da representação que um ego auxiliar faz de sua intervenção anterior, para que possa identificar como próprios aspectos ou condutas que não está podendo reconhecer como suas. Duplo: onde o coordenador ou um ego auxiliar se põe ao lado do protagonista e expressa gestualmente ou verbalmente o que lhe parece que este não está conseguindo transmitir, por inibição ou repressão.

4. Críticas ao Behaviorismo: Não concordam com a pesquisa com animais como acesso a uma compreensão adequada do ser humano. Os humanistas exigem que os temas de pesquisa da Psicologia não sejam escolhidos por sua adequação ao método experimental, e sim por sua importância para o ser humano e relevância para o conhecimento psicológico. Opõem à concepção reativa e mecanicista behaviorista do ser humano uma concepção proativa da natureza humana: os humanistas argumentam que a motivação humana é intencional e auto-motivada. Afirmam que ainda que fosse possível ao Behaviorismo realizar um catálogo completo dos comportamentos humanos possíveis, isto não ofereceria uma descrição adequada da natureza humana pois, para os humanistas, o homem é um todo único e indivisível, é uma gestalt.

5. Alguns pontos essenciais da Teoria humanista: Acreditam na existência de um VERDADEIRO EU, numa essência que revela a verdade do sujeito, que vai se auto realizar. Ênfase na experiência consciente; Ter uma crença na integralidade da natureza e da conduta do ser humano; O otimismo acerca da liberdade e do potencial humano é bastante revelador das crenças do movimento. Experienciar o tempo presente como uma totalidade que sinaliza a integração eu-mundo é fundamental para a libertação das exigências compulsivas do passado e futuro. A solução de problemas se dá por meio de uma mudança consistente. A lógica da mudança passa por passos - partes, totalidade, consciência, intencionalidade e ação - que devem ser trabalhados na terapia.

6. Sobre Consciente e Inconsciente São fantasias inconscientes compartilhadas; ignoram a noção de temporalidade, de relação de causa-efeito, ou se opõem a todo o processo de desenvolvimento, e conservam as mesmas características que as reações defensivas mobilizadas pelo ego primitivo contra as ansiedades psicóticas, tais supostos que podem aparecer simultânea e alternadamente, opõe ao que Bion chamou de grupo de trabalho. Dependência: O grupo se comporta como se esperasse que um líder fosse se responsabilizar por todas as iniciativas e tomar conta dos membros do grupo como os pais o fazem em relação aos filhos pequenos. A fantasia inconsciente básica é a de que o líder é uma figura onipotente. Nos grupos religiosos, esse é o suposto básico predominante. Luta-fuga: O grupo age como se existisse um inimigo que se deveria enfrentar ou que se deveria evitar. A fantasia inconsciente básica é a de que o líder é invencível. Esse é o suposto básico prevalente nos grupos militares. Acasalamento ou expectativa messiânica: onde se verifica a crença de que os problemas ou as necessidades dos grupos serão solucionados por alguém que ainda não nasceu e que o fará mediante a união geradora de dois elementos do grupo, independentemente do sexo ou função que nele desempenham, e com o consentimento e a cumplicidade dos demais membros do grupo. A fantasia inconsciente básica é de que esse “líder por nascer” é perfeito. Vamos encontrar tal pressuposto básico nas sociedades políticas. Bion criou expressões a partir dos fenômenos que observou ao lidar com grupos terapêuticos. Como por exemplo: “Mentalidade Grupal” – significa o fato de que um grupo usualmente funciona como uma unidade, mesmo quando seus membros não têm consciência de tal. Tem a ver com a atividade mental que ocorre quando os seres humanos se reúnem em grupos. “Cultura Grupal” – é o resultado da inter-relação entre a mentalidade grupal e os desejos dos indivíduos. Trata-se de fenômenos a nível de funcionamento mental, como os grupos de trabalho e de supostos básico.