1. Diagnóstico do TP
1.1. Contrações uterinas regulares (rítmicas)
1.2. Frequência mínima de 02 contrações a cada 10 minutos
1.2.1. duração maior que 15 a 20 segundos, mantidas após repouso no leito, por período mínimo de 30 minutos.
1.3. Colo uterino dilatado para, no mínimo 4 cm, centralizado e com apagamento parcial ou total, com modificação progressiva.
2. Tipos de parto
2.1. Parto vaginal
2.1.1. Indicações
2.1.1.1. Trabalho de parto espontâneo ou ruptura das membranas coriônicas e amnióticas.
2.1.2. Contraindicações
2.1.2.1. Macrossomia fetal; Infecções, como a herpes genital ativa.
2.1.2.2. Gestação de gêmeos
2.1.2.2.1. quando o gêmeoestá em posição pélvica, gêmeos siameses e gêmeos monoamnióticos.
2.1.2.3. Posições anormais da placenta; Posição do feto e cordão umbilical
2.2. Cesariana
2.2.1. Indicações
2.2.1.1. Absolutas
2.2.1.1.1. Placenta prévia;
2.2.1.1.2. Placenta acreta
2.2.1.1.3. Malformações congênitas
2.2.1.1.4. Tumorações prévias
2.2.1.1.5. Desproporção cefalopélvica
2.2.1.2. Relativas
2.2.1.2.1. Maternas
2.2.1.2.2. Fetal
2.2.2. Contraindicações
2.2.2.1. Infecções
2.2.2.1.1. endometrite; tromboflebite pélvica séptica; infecção da ferida operatória
2.2.2.2. Hemorragia; Tromboembolismo venoso; Embolia amniótica.
2.3. Fórceps
2.3.1. Indicações
2.3.1.1. parada de progressão durante o segundo estágio do parto
2.3.1.2. Cabeça derradeira
2.3.1.3. Exaustão materna
2.3.2. Contraindicações
2.3.2.1. Distúrbios desmineralizantes fetais conhecidos
3. Pródromos
3.1. Caracteriza-se por
3.1.1. adaptações fisiológicas, com duração extremamente variável, que antecedem o trabalho de parto.
3.2. Observa-se aumento gradual da atividade uterina
3.2.1. contrações com rítmo irregular, incoordenadas, por vezes dolorosas.
3.2.1.1. contrações de Braxton Hicks
3.3. Amadurecimento do colo uterino
3.3.1. Amolecimento e apagamento
3.4. Aumento das secreções cervicais
3.4.1. perda do tampão mucoso
3.5. Descida do fundo uterino
3.5.1. geralmente de 2 a 4 cm
4. Fases do TP
4.1. 1º período: Fase de dilatação
4.1.1. esvaecimento e dilatação do colo uterino
4.1.1.1. Dilatação cervical é dividida em duas fases
4.1.1.1.1. Fase latente
4.1.1.1.2. Fase ativa
4.1.2. formação do segmento inferior do útero e da “bolsa das águas”
4.1.3. contrações uterinas (metrossístoles) intensas, dolorosas e regulares
4.1.3.1. que se iniciam a cada 30 minutos e vão aumentando de intensidade e frequência.
4.2. 2º período: Fase de expulsão
4.2.1. inicia com a dilatação cervical total estendendo-se até o nascimento do feto.
4.2.2. duração média de aproximadamente 50 minutos para nulíparas e 20 minutos para multíparas.
4.3. 3º período: Secundamento
4.3.1. também denominado de delivramento ou decedura
4.3.2. Corresponde ao período do nascimento do feto até a expulsão da placenta e membranas.
4.3.2.1. Baudelocque-Schultze (BS)
4.3.2.1.1. mecanismo central de decedura, em que a placenta se encontra inserida posteriormente no fundo do útero
4.3.3. Mecanismos
4.3.3.1. Baudelocque-Duncan (BD)
4.3.3.1.1. mecanismo periférico, a placenta se encontra inserida na parede lateral do útero
4.4. 4º período: Primeira hora pós-parto
4.4.1. quarto período de Greenberg
4.4.2. ocorre a retração uterina com a formação de coágulos fisiológicos.
4.4.3. miotamponamento
4.4.4. trombotamponamento