1. Fatores considerados determinantes para o sucesso da roteirização turística, a partir da gestão e planejamento de roteiros.
1.1. Redes de cooperação, através do uso da estratégia regional.
1.2. Desenvolvimento de produtos inovadores com a análise integrada de melhorias da infraestrutura básica e de acesso
1.3. Informação e promoção com a participação dos atores envolvidos
1.4. Participação da comunidade com a promoção e o desenvolvimento de microempresas e para inclusão social.
2. PROPOSTA DE ROTEIRIZAÇÃO TURÍSTICA PROPOSTA PELO MTur
2.1. Ações
2.1.1. Capacitação e estruturação dos destinos
2.1.2. Segmentação e roteirização turística
2.1.2.1. Planejamento e ordenamento da oferta.
2.1.3. Aprimoramento da prestação de serviços.
3. ROTEIROS REGIONAIS E NACIONAIS - MG
3.1. Aventura, Cultura, Esportes, Intercâmbios, Gastronomia, Natureza, Náutico, Pesca.
3.1.1. Roteiros e Circuitos de Ibitipoca
3.2. Ações do Governo do Estado de Minas Gerais desde 2001, sendo uma referência para os demais estados no que tange a gestão da atividade turística, seguindo as diretrizes do PRT, com as Instâncias de Governança Regionais.
3.2.1. Descentralizar e democratizar a atividade turística, de forma participativa, gerando emprego, renda e desenvolvimento sociocultural.
4. ANÁLISE DE PROCESSOS DE ROTEIRIZAÇÃO NO TURISMO SOB A PERSPECTIVA DO PLANEJAMENTO E GESTÃO
5. TÉCNICAS DE REDAÇÃO, PUBLICIDADE E MARKETING PARA DIVULGAÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO DE ROTEIROS
5.1. Material gráfico e divulgação de roteiros
5.1.1. Criação do texto publicitário e sustentabilidade na comunicação
5.1.2. Definição de mecanismos para publicidade
5.1.3. Definição da identidade e representação das localidades turísticas.
5.1.4. Mensagem, Slogan e marcas associadas
5.1.5. Delimitação de público-alvo
5.1.6. Elaboração de folhetos promocionais com suporte de patrocinadores;
6. A RELAÇÃO DOS ROTEIROS COM OS PRESTADORES DE SERVIÇOS E EQUIPAMENTOS TURÍSTICOS NO DESTINO.
6.1. Prestradores de serviços
6.1.1. Viabilidade dos roteiros
6.1.1.1. hospedagem; transporte; restaurante; atrativos; lojas; meios de distribuição/apoio e os próprios guias de turism.
6.1.1.1.1. Cada serviço irá atender a uma necessidade específica e essencial do turista
6.1.2. Contato comercial com cada empreendimento
6.1.2.1. Facilitação e superação de expectativas.
7. ATIVIDADE PRÁTICA ASSOCIADA AO PROJETO INTEGRADOR II - VISITA TÉCNICA A UMA UNIDADE DE CONSERVAÇÃO AMBIENTAL.
7.1. Visita ao Parque Estadual de Ibitipoca (27/10/23) - Conceição do Ibitipoca - Lima Duarte/MG.
8. INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS
8.1. Inteligência verbal linguística, Inteligência lógico-matemática, Inteligência musical, Inteligência Espacial, Inteligência corporal cinestésica, Inteligência interpessoal, inteligência intrapessoal, inteligência naturalista.
9. ROTEIRIZAÇÃO TURÍSTICA: conceitos, organização e tipologia
9.1. Integração
9.2. Roteiros turísticos para comercialização
9.2.1. circuito, escursão, itinerário e pacote turístico.
9.3. Planejamento Criteorioso
9.3.1. Atrativos, equipamentos, informações e serviços - infeaestrutura.
9.4. Classificação:
9.4.1. Origens, destinos, fluxos de pessoas e serviços. Ex.: roteiro turístico religioso.
9.5. Tipologia
9.5.1. Doméstico ou interno
9.5.2. Turístico internacional
9.5.2.1. Receptivo ou emissivo
9.5.3. Públicos ou Privados
9.5.4. Comercializáveis ou gratuitos.
9.5.5. Organizados ou não.
10. ESTRUTURA E COMPONENTES DO ROTEIRO
10.1. Componentes:
10.1.1. Seleção dos destinos, Traçar o roteiro, qualidade no atendimento, tempo e distância da viagem, época do ano, objetivos, transportes, hospedagem e alimentação, documentação, seguro viagem
11. TÉCNICA DE ESCOLHA DO ITINERÁRIO E HIERARQUIZAÇÃO DOS ATRATIVOS
11.1. Atrativos naturais ou culturais
11.1.1. Hierarquia 3 - mercado internacional
11.1.2. Hierarquia 2 - mercado nacional (combinados com outras atrações)
11.1.3. Hierarquia 1 - turistas regionais e locais.
11.1.4. Hierarquia 0 - complementam outros níveis mais altos (demandas locais de recreação);
11.1.5. Critérios adjacentes: fluxo turístico, representatividade do atrativo, grau de interesse local para o desenvolvimento da atividade, paisagem do entono, intraestrutura de acesso e básica, itinerário.
11.1.6. Público - alvo.
11.2. Recurso
11.3. Produto
12. TEMATIZAÇÃO DE ROTEIROS SOB A ÓTICA DA COMPETITIVIDADE E DA SEGMENTAÇÃO DE MERCADO
12.1. Tematização
12.1.1. Turismo recreativo ou de lazer, roteiro turístico romântico, roteiro turístico cultural, roteiro turístico de saúde, roteiro turístico religioso.
12.2. Segmentação
12.2.1. Clientes atuais e potenciais que compartilham as mesmas características, necessidades, comportamento de compra ou padrões de consumo.
12.2.1.1. Necessidades e desejos dos consumidores.
12.2.2. Competitividade dos destinos.
12.2.3. Finalidades
12.2.3.1. Planejamento (estrtuturação)
12.2.3.2. Gestão (direcionamento da ação)
12.2.3.3. Mercado (tendências)
12.2.4. Oferta
12.2.4.1. Ecoturismo, turismo de sol e praia, turismo rural, turismo de estudos e intercâmbio, etc.
12.2.4.1.1. Turismo social
12.2.5. Demanda
12.2.5.1. perfil de consumidores
12.2.6. Modalidades de viagens (roteiros comerciais)
12.2.6.1. Forfaits - expectativas e interesses do consumidor final (programadas sob medida, mediante demandas dos clientes).
12.2.6.2. Excursão - curto espaço de tempo e distância ou mais demorada. Com grupo de pessoas e maior número de atrativos a serem visitados.
12.2.6.3. Pacote turístico - predeterminado pela operadora de viagens (grupos ou individuais)
12.2.6.4. City Tour - Pequenos roteiros (pode fazer parte dos forfaits, das excursões e dos pacotes.
13. SISTEMA DE INFORMAÇÃO, MAPEAMENTO E NOVAS T1Cs ASSOCIADAS A ELABORAÇÃO E ADEQUAÇÃO DE ROTEIRO.
13.1. Geotecnologias
13.1.1. Análise de espaço, elaboração de diagnósticos e prognósticos turísticos.
13.1.2. Planejamento, monitoramento e mapeamentos.
13.1.2.1. Avaliar os impactos do turismo, auxiliar o comércio do turismo, promover turismo como atividade protetora do meio ambiente, etc.
13.1.3. DataTur
13.1.3.1. Ferramenta de georreferenciamento de dados, indicadores e informações do setor do turismo para auxiliar entes públicos, privados e turistas na tomada de decisão sobre a atividade turística.