REAÇÕES DE HIPERSENSIBILIDADE

Começar. É Gratuito
ou inscrever-se com seu endereço de e-mail
REAÇÕES DE HIPERSENSIBILIDADE por Mind Map: REAÇÕES DE HIPERSENSIBILIDADE

1. TIPO I imediatamente após contato

1.1. FISIOPATOLOGIA

1.1.1. Primeiro contato

1.1.1.1. Célula dendrítica fagocita alérgeno

1.1.1.1.1. Apresenta à célula T CD4 virgem, através do MHC de classe II

1.1.2. Segundo contato

1.1.2.1. Alérgeno encontra mastócitos cheios de IgE

1.1.2.1.1. Acontecem reações que geram degranulação

1.2. QUADRO CLÍNICO

1.2.1. Prurido, Urticária

1.2.2. Rinite, Espirros, Rinorreia, Prurido nasal

1.2.3. Broncoespasmo

1.2.4. Angioedema

1.2.5. Vômitos, Diarreia

1.2.6. Síncope, Hipotensão

1.3. ALÉRGENOS DESENCADEANTES

1.3.1. Alimentos

1.3.2. Veneno de insetos

1.3.3. Medicamentos

1.3.4. Ácaros

1.3.5. Pólen

1.3.6. Pelos

1.3.7. Fungos

1.4. PRINCIPAIS CÉLULAS INVOLVIDAS

1.4.1. Células dendríticas

1.4.2. Células TH2

1.4.3. IgE

1.4.4. Histaminas

1.4.5. Mastócitos

1.4.6. Eosinófilos

1.5. TESTE PARA AVALIAR

1.5.1. Pinga estrato na pele

1.5.1.1. Após 15 minutos chega presença de placas

1.5.1.1.1. Se estiverem presentes, teste será positivo para esses alérgenos

1.5.1.1.2. Se estiverem ausentes, teste será negativo para esses alérgenos

1.6. EXEMPLOS

1.6.1. Asma

1.6.2. Rinite

1.6.3. Anafilaxia

2. TIPO II ataca antígenos de células ou de matriz extracelular

2.1. FISIOPATOLOGIA

2.1.1. Antígeno de alguma célula própria é reconhecido por TH1

2.1.1.1. Produz IgG e IgM

2.1.1.1.1. Ativa fagocitose se ligando a macrófagos

2.1.1.1.2. Ativa complemento pela via clássica e forma complexo de ataque à membrana

2.1.2. Antígeno externo é reconhecido por TH1

2.1.2.1. Produz IgG e IgM

2.1.2.1.1. Ativa fagocitose se ligando a macrófagos

2.1.2.1.2. Ativa complemento pela via clássica e forma complexo de ataque à membrana

2.2. PRINCIPAIS CÉLULAS ENVOLVIDAS

2.2.1. TH1

2.2.2. IgG e IgM

2.2.3. Macrófagos

2.2.4. Complemento

2.3. EXEMPLOS

2.3.1. Doença de Graves

2.3.1.1. Autoanticorpo contra o receptor de TSH

2.3.1.1.1. Anticorpo deixa receptor hiperativo

2.3.2. Anemia perniciosa

2.3.2.1. Autoanticorpo vai agir contra fator intrínseco

2.3.2.1.1. Sem esse fator, não tem absorção de B12

2.3.3. Diabetes insulino-resistente

2.3.3.1. Autoanticorpo para receptores de insulina

2.3.3.1.1. Se liga ao receptor da insulina e bloqueia a ação da insulina

3. TIPO III antígenos soltos, solúveis, deposição de complexos (antígeno/anticorpo)

3.1. FISIOPATOLOGIA

3.1.1. Antígeno é reconhecido por TH1

3.1.1.1. Forma IgG e IgM

3.1.1.1.1. Ativa fagocitose se ligando a macrófagos

3.2. PRINCIPAIS CÉLULAS ENVOLVIDAS

3.2.1. TH1

3.2.2. IgG e IgM

3.2.3. Macrófagos

3.2.4. Complemento

3.3. EXEMPLOS

3.3.1. Glomerulonefrite pós estreptocócica

3.3.1.1. Sistema imune produz IgG contra essa bactéria

3.3.1.1.1. Anticorpo se liga ao antígeno dessa bactéria já morta

3.3.2. Doença do soro

3.3.2.1. Paciente foi submetido a transfusão e reage a proteínas que não são as dele

3.3.2.1.1. Produzem IgG contra essas proteínas

3.3.3. Lúpus eritematoso sistêmico

3.3.3.1. Produz anticorpos contra nucleoproteínas – associadas ao DNA

3.3.3.1.1. IgG não entra em células saudáveis, normalmente se liga a células que já morreram

4. TIPO IV celular, tardia

4.1. PRINCIPAIS CÉLULAS INVOLVIDAS

4.1.1. Macrófagos

4.1.2. TH1

4.1.3. Células T CD8

4.1.4. Neutrófilos

4.2. FISIOPATOLOGIA

4.2.1. Antígeno é fagocitado por macrófagos

4.2.1.1. Apresentado para Células T CD4 que adotam perfil TH1

4.2.1.1.1. Migram para área com grande concentração de antígenos

4.3. EXEMPLOS

4.3.1. Diabetes tipo 1

4.3.1.1. Ativação de células macrófagos e neutrófilos contra ilhotas beta do pâncreas

4.3.1.1.1. Não consegue produzir insulina

4.3.2. Esclerose múltipla

4.3.2.1. Ativação de neutrófilos e macrofilos contra antígenos que ficam na mielina

4.3.2.1.1. Afeta sistema nervoso central, gerando sintomas neurológicos

4.3.3. Dermatite de contato

4.3.3.1. Alergia a níquel

4.3.3.1.1. Coloca uma bijuteria

4.3.4. Tuberculose

4.3.4.1. Ação de um patógeno que faz com que o sistema imune fique hiperativado

4.3.4.1.1. Fazendo o granuloma

4.4. TESTES

4.4.1. De contato

4.4.1.1. Testa antígenos nas costas do paciente

4.4.1.1.1. Depois de 3 dias vê se tem reação

4.4.2. Tuberculínico

4.4.2.1. Injeção intradérmica

4.4.2.1.1. 3 dias depois vê se tem reatividade

5. Distúrbios causados por:

5.1. Deficiência do sistema imunológico

5.2. Sistema imune exacerbado

5.2.1. Respostas imunológicas não controladas ou direcionadas para onde não devia

5.2.2. Não consegue manter mecanismo de tolerância adequado e começa a ter imunidade contra antígenos inadequados

6. Microorganismos

6.1. Lesão por células infectadas

6.2. Granulomas

7. Autoimunidade

8. Antígeno ambiental