AVALIAÇÃO INICIAL NO APH - PHTLS 9ED PROF. FABRÍCIO BASTOS @prof.fabriciobastos

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AVALIAÇÃO INICIAL NO APH - PHTLS 9ED PROF. FABRÍCIO BASTOS @prof.fabriciobastos por Mind Map: AVALIAÇÃO INICIAL NO APH - PHTLS 9ED PROF. FABRÍCIO BASTOS @prof.fabriciobastos

1. 3S

1.1. SCENE

1.1.1. 3 PERGUNTAS

1.1.1.1. QUAL O CENÁRIO ATUAL?

1.1.1.2. PARA ONDE ELE PODE PIORAR (LEI DE MURPHY)?

1.1.1.3. O QUE FAZER PARA EVITAR O PIOR?

1.2. SECURITY

1.2.1. USO DE EPI

1.2.1.1. PARAMENTAÇÃO

1.2.1.2. DESPARAMENTAÇÃO

1.2.1.3. 1º EU 2º EQUIPE/CURIOSOS 3º VÍTIMA (SEGURANÇA DO PACIENTE)

1.2.2. covid 19

1.3. SITUATION

1.3.1. CINEMÁTICA Nº DE VÍTIMAS IDADE

2. XABCDE - sistematizado para você intervir primeiro na situação que mata mais rápido AVALIAÇÃO PRIMÁRIA

2.1. X - LESÕES EXSANGUINANTES

2.1.1. STOP THE BLEED

2.1.2. COMPRESSÃO DIRETA

2.1.3. TORNIQUETES - CAT

2.1.3.1. TORNIQUETE DE TRONCO

2.1.3.2. 120 a 150 min - 2h a 2h e 30min

2.2. A - MANEJO DAS VIAS AÉREAS E DA COLUNA CERVICAL

2.2.1. RMC - RESTRIÇÃO DO MOVIMENTO DA COLUNA

2.2.1.1. PROTOCOLO MARSHAL - ALEMANHA

2.2.1.1.1. M (midline spine tenderness), rigidez cervical; A (age), idade acima de 65 anos; R (reduced sensibility or motor function), redução da função sensitiva ou motora; S (supraclavicular injuries), lesões supraclaviculares; H (high speed accident, >100Km/h), acidentes com velocidade superior a 100Km/h; A (axial load to head, fall from ≥2m), mecanismo do trauma com carga axial sobre a cabeça, queda maior ou igual a 2m; L (locomotive or bike collision), colisão com automóvel ou bicicleta.

2.2.1.2. NEXUS

2.2.1.3. CANADIAN RULES - CCR

2.2.2. MANEJO DAS VIAS AÉREAS

2.2.2.1. SARS COV2 COVID-19

2.2.2.2. CÂNULAS OROFARÍNGEAS

2.2.2.2.1. CÂNULA DE BERMAN

2.2.2.2.2. GLASGOW MÁXIMO = 8

2.2.2.3. DISPOSITIVOS SUPRAGLÓTICOS

2.2.2.4. INTUBAÇÃO OROTRAQUEAL- lamina curva McIntosh

2.2.2.4.1. ISR - INTUBAÇÃO POR SEQUENCIA RÁPIDA / FARMACOLOGICAMENTE ASSISTIDA

2.2.2.4.2. REALIZADA PELO PROFISSIONAL MÉDICO MAIS EXPERIENTE - TENTAR ACERTAR DE PRIMEIRA

2.2.2.4.3. ATUALIZAÇÃO ACLS 2019 - IOT NO APH

2.2.2.5. DISPOSITIVO DE CRICOTOMIA/CRICOTIREOIDOSTOMIA

2.2.2.6. CRICOTOMIA - VENTILAÇÃO PERCUTÂNEA (15MIN-20MIN)

2.3. B - RESPIRAÇÃO/BREATHING

2.3.1. AVALIAÇÃO TORÁCICA - INSPEÇÃO, PALPAÇÃO, PERCUSSÃO*** E AUSCULTA

2.3.1.1. PNEUMOTÓRAX HIPERTENSIVO

2.3.1.2. HEMOTÓRAX

2.3.2. DESCOMPRESSÃO PLEURAL

2.3.3. PNEUMOTÓRAX ABERTO

2.3.3.1. CHEST SEAL VENTED

2.3.3.1.1. SELO TORÁCICO VENTILADO

2.3.3.2. CURATIVO DE 3 PONTAS

2.3.4. TÓRAX INSTÁVEL

2.4. C - CIRCULAÇÃO

2.4.1. SINAIS DE CHOQUE

2.4.1.1. -TAQUICARDIA - PULSO FILIFORME (TAQUISFIGMIA) -PELE FRIA SUADA E PEGAJOSA -ENCHIMENTO CAPILAR MAIOR QUE 2 SEG -TAQUIPNÉIA -NIVEL DE CONSCIENCIA ALTERADO/AGITAÇÃO PSICOMOTORA -CIANOSE -QUEIXA DE SEDE -****HIPOTENSÃO****É O ÚLTIMO SINAL A APARECER

2.4.2. HEMORRAGIAS INTERNAS

2.4.2.1. POCUS/USG FAST

2.4.2.1.1. POINT OF CARE ULTRASOUND

2.4.2.1.2. FOCUSED ABDOMINAL SONOGRAPHY TRAUMA

2.4.2.2. LAVADO PERITONEAL DIAGNÓSTICO (LPD)

2.4.2.2.1. CATETER DE TENKHOF

2.4.2.2.2. INFUNDIR 2 A 3 LITROS DE SORO FISIOLOGICO AQUECIDO

2.4.2.2.3. DEPOIS DEIXA O LIQUIDO RETORNAR: -COM ASPECTO SANGUINOLENTO -COM FIBRAS ALIMENTARES

2.4.2.3. TAMPONAMENTO PERICARDICO

2.4.2.3.1. PERICARDIOCENTESE

2.4.2.3.2. TRÍADE DE BECK -ABAFAMENTO DAS BULHAS -PRESSÃO ARTERIAL CONVERGENTE -TURGÊNCIA DE JUGULAR

2.4.3. CONTROLE DA PELVE - CINTA PÉLVICA/SAM SLING

2.4.4. ACESSO VENOSO

2.4.4.1. PERIFERICA

2.4.4.1.1. 1 ACESSO - 14, 16 OU 18

2.4.4.2. PUNÇÃO INTRAOSSEA

2.4.4.3. 1000ML RINGER COM LACTATO

2.4.4.3.1. EVITAR A HEMODILUIÇÃO

2.4.4.3.2. HIPOTENSÃO PERMISSIVA PAS 90MMHG

2.4.4.4. REPOSIÇÃO COM HEMODERIVADO (1:1:1) CH:PLASMA:CRIOPRECIPITADO

2.4.4.4.1. SANGUE DO TIPO O-

2.4.5. AS DUAS SITUAÇÕES QUE MAIS MATAM AS VÍTIMAS DE TRAUMA: -HIPÓXIA -HIPOVOLEMIA

2.5. D - DÉFICIT NEUROLÓGICO

2.5.1. ESCALA DE COMA DE GLASGOW

2.5.1.1. MELHOR RESPOSTA MOTORA 1-6 MELHOR RESPOSTA VERBAL 1 -5 ABERTURA OCULAR - 1-4 Glasgow normal é 15 Qualquer coisa abaixo de 15 É ANORMAL!

2.5.1.2. AO 1 MRV 2 MRM 2 RESPOSTA PUPILAR -1 GCS = 4

2.5.2. AVALIAÇÃO DA REAÇÃO PUPILAR

2.5.2.1. DUAS PUPILAS REAGEM A LUZ - 0 UMA PUPILA REAGE A LUZ - 1 NENHUMA PUPILA REAGE A LUZ - 2

2.5.3. SEDAÇÃO NA INTUBAÇÃO

2.6. E - EXPOSIÇÃO E CONTROLE DA HIPOTERMIA

2.6.1. PESQUISAR LESÕES NÃO INVESTIGADAS

2.6.2. PROTEGER CONTRA A HIPOTERMIA

3. M.A.R.C.H.

3.1. TCCC OU TC3 - Tactical Combat Casualty Care

3.2. M- Masssive Hemorrage (Hemorragia massiva) A- Airway ( Vias Aereas) R- Respiration ( Respiração) C- Circulation ( Circulação) H- Head Injury/ Hypothermia ( Ferimento de Cabeça/ Hipotermia)

4. NOVO NORMAL

5. AVALIAÇÃO SECUNDÁRIA

5.1. TRANSFERÊNCIA DO CUIDADO

5.1.1. ATMIST

5.1.1.1. A (AGE): A idade do paciente e sexo T (TIME): Tempo transcorrido da lesão M (MECHANISM): Mecanismo da lesão I (INJURIES): Lesões aparentes S (SIGNS): Os sinais vitais T (TRATMENT): Tratamento já realizado até o momento (pré-hospital)

5.1.2. AMPLA OU SAMPLE

5.1.2.1. S - SINAIS E SINTOMAS A - ALERGIAS M - MEDICAÇÕES EM USO P - PASSADO MÉDICO L - LÍQUIDOS E ALIMENTOS INGERIDOS A - AMBIENTE / EXTERIOR COMPLEMENTA A ANAMNESE

5.2. INICIAR APÓS A ESTABILIZAÇÃO DO PACIENTE - TRAJETO PARA O HOSPITAL

6. ATLS - SUPORTE AVANÇADO DE VIDA NO TRAUMA PHTLS - SUPORTE AVANÇADO DE VIDA NO TRAUMA PRE HOSPITALAR ATCN - NURSING