HISTÓRIA E MEMÓRIA DO BRASIL

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1. Nessa unidade falamos sobre o Brasil e sua modernização, projeto revitalização, higienização e também das mudaças ocorridas na vida dos mais pobres, como o inchaço das favelas, marginalização da sociedade carente e promessas de um governo que buscava se espelhar em modelos franceses de uma sociedade civilizada, branca e limpa.

1.1. Nessa Unidade um personagem muito importante foi João do Rio, que através dos seus textos descreveu o Rio de Janeiro do Povo, falando sobre as histórias que as ruas do Rio possuiam.

2. DANTAS, Carolina. “A nação entre sambas, cordões e capoeiras nas primeiras décadas do século XX”. “Revista ArtCultura”. Vista do A nação entre sambas, cordões e capoeiras nas primeiras décadas do século XX VELLOSO, M. “A modernidade carioca na sua vertente humorística”. “Estudos Históricos”, Rio de Janeiro, 1985. http://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/reh/article/view/2609/1560

2.1. Nessa unidade, o foco foi a vida privada no Rio de Janeiro, a construção ou a demonstração das identidades do Rio, sua cultura, povo e influencias africanas que lutavam contra uma repressão europetizante. destaca-se nesta unidade as crônicas e outras produções literárias, incluindo jornais da época, que inundavam as ruas com gravuras e textos, por vezem tedenciosos.

3. Podcast: Martha Abreu (Ver site laboratório Brasil Republicano www.brasilrepublicano.com.br) PEREIRA, Leonardo A. “Anjos da Meia-Noite: trabalhadores, direitos e lazer no Rio de Janeiro da Primeira República”. Revista Tempo. https://www.historia.uff.br/tempo/site/wp-content/uploads/2013/12/v19n35a07.pdf Arquivo Nacional – Tenentes do Diabo e Rosa de Ouro: http://querepublicaeessa.an.gov.br/uma-supresa/96-tenentes-do-diabo-e-rosa-de-ouro.html SEVCENKO, Nicolau. A revolta da vacina - mentes insanas em corpos rebeldes. São Paulo: Brasiliense, 1984. (PDF compartilhado) Documentário: A Revolta da Vacina – TV Senado https://www.youtube.com/watch?v=6i6v9f_aWjg

3.1. Nessa unidade, falamos sobre a vida da comunidade negra no Rio de Janeiro após a abolição da escravidão. como os negros se organizaram para sobreviver em meio a um país que por anos os usou como mão de obra escrava e agora, só os oferece formas de ganhar a vida quase que em situações análogas a escravidão. No texto anjos da Noite, o autor lança luz a vida noturna no Rio, e destaca os negros e o entretenimento que buscava ao mesmo tempo copiar uma França e, do outro lado, deixava os pobres em situações de servidão e descaso. Destaca também as constantes revoltas, em específico a revolta da Vacina que contou com movimentação social, propaganda nos jornais contra o governo e motins nas ruas contra a aplicação obrigatória da vacina.

4. NASCIMENTO, Álvaro Pereira do. "Sou escravo de oficiais da Marinha": a grande revolta da marujada negra por direitos no período pós-abolição (Rio de Janeiro, 1880-1910). Rev. Bras. Hist. [online]. 2016, vol.36, n.72, pp.151-172. Epub July 14, 2016. ISSN 1806-9347. "Sou escravo de oficiais da Marinha": a grande revolta da marujada negra por direitos no período pós-abolição (Rio de Janeiro, 1880-1910) Documentário: Revolta da Chibata https://www.youtube.com/watch?v=rtfeS0WSXhY Música: O Mestre Sala dos Mares (João Bosco e Aldir Blanc) https://www.youtube.com/watch?v=6C93hsL2Vv0 Censura à canção “Mestre Sala dos Mares” http://www.projetomemoria.art.br/JoaoCandido/saibamais3.html SOHEIT, Rachel. “O corpo feminino como lugar de violência”. Projeto História, n°25, "corpo & cultura" Nº 25. São Paulo: educ Editora da PUC-SP, dez/2002 https://www.historia.uff.br/nupehc/files/rachel.pdf Maria Lacerda de Moura (Fundo Fábio Luz) http://querepublicaeessa.an.gov.br/temas/57-filme/145-uma-feminista-anarquista.html

4.1. Nesta unidade o destaque foi a luta popular, as revoltas pré sindicais, o que depois foi até chamado de movimento anarquista por alguns. Podemos destacar a revolta da chibata, que teve como protagonista os marinheiros, em sua maioria negros que eram castigados visicamente nas embarcações. teve como personagem principal João candido que, em um suspiro de rebeldia, motivou o motim, apontou os canhões dos encouraçados para a cidade do Rio e Niteroi e ameaçou(atirou) exigindo o fim dos maustratos na tripulação. Outro tema abordado nesta unidade foi acerca da vida e do corpo da mulher e seu significado na sociedade patriarcal brasileira. Nesta foi apontado argumentos que comprovam a violência contra o corpo feminino e o papel que esse evento possui na contrução da sociedade brasileira num todo. Denunciando uma estrutura enraizada que impossibilita, na maioria das vezes a transgressão da mulher. Aqui aponta também a luta femiinina, inicialmente, por educação, por letramento.

5. I. Rio de Janeiro da Primeira República: muito além da “Belle Époque"

5.1. GOMES, Angela. ABREU, Martha. “Apresentação”. Revista Tempo: Dossiê A nova "velha" república: um pouo de história e historiografia. Niterói: Eduff, 2009. https://www.scielo.br/pdf/tem/v13n26/a01v1326.pdf

6. II. Os intelectuais e as ruas do Rio de Janeiro

7. III. Pós - Abolição: formas de luta pela cidadania

8. IV. Trabalhadores e Revoltas Urbanas

9. V. Mulheres cariocas de todas as origens

9.1. CARLONI, Karla. “‘Requebrando os Quadris’: jazz e transgressão feminina nas revistas ilustradas cariocas da década de 1920”. Revista Locus. “Requebrando os quadris” | Locus: Revista de História Locus: Revista de História

9.1.1. nessa unidade foi destacada o papel da mulher nas noites do Rio de janeiro na segunda década do século XX. Texto escrito pela professora responsável pela disciplina. Nele podemos ver a utilização do corpo feminino nas noites do Rio, noites essas que buscavam copiar a tão conhecida Belle Epoque. o Jazz tou conta das casas noturnas e o corpo feminino negro representava essa libertinagem e pecado procurado pelos homens da elite carioca. Mesmo isso sendo uma realidade, foi atráves desse movimento que muitas mulheres conquistaram poder para transgredir a barreira opressora daquela época. Com isso foi possível ver jornais e principalmente revistas que, agora, estampavam mulheres, incluindo mulheres negra, mesmo sendo essas as menos favorecidas.