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Fenomenologia por Mind Map: Fenomenologia

1. Humanismo

1.1. O homem passa a ser capaz de olhar para si e refletir sobre sua existência.

1.2. • O homem se reconhece como um ser em construção, em constante mudança, crescimento e atualização.

1.3. • O Humanismo, de fato, surgiu com o apogeu do Cristianismo. [...] com o desenvolvimento da liberdade de pensamento. • homem enquanto ser concreto, singular, repleto de valores e potencialidades

1.4. • Tanto a Humanista como a Existencialista [...] possuem divergências. [...] os humanistas falam que seu papel é descobrir as potencialidades que lhes são inerentes. • Os existencialistas são vistos como sendo mais negativos [...] escolhas destrutivas para si mesmo. Enquanto os humanistas, de forma mais otimista, [...] um potencial humano que impulsiona ao crescimento e à atualização

1.5. • Os indivíduos possuem dentro de si os recursos para a auto compreensão, modificação de seus autoconceitos, de suas atitudes e seus comportamentos. [...] tendência atualizante de Rogers [...] O homem é seu próprio arquiteto

1.6. • Maslow acredita que os homens estão sempre em busca de suprir suas necessidades [...] o potencial para a autorrealização ou tendência atualizante

1.7. • Somente na vivência atual, em interação com o outro, que pode realmente se dar o conhecimento e atingir o significado da experiência.

1.8. • Somente na vivência atual, em interação com o outro, que pode realmente se dar o conhecimento e atingir o significado da experiência.

2. Papel do terapeuta • Ajudar o cliente a ter uma melhor autocompreensão e aceitação de si mesmo, promovendo um ambiente que permita o mesmo ressignificar sua via e consequentemente fazer as melhores escolhas para si.

3. Influenciada pelo pensamento da fenomenologia, do existencialismo e do humanismo. Influenciou a relação Terapeuta-cliente

4. • O Terapeuta nesta relação desenvolve a empatia e comunica a compreensão ao cliente deixando de ser um papel para uma pessoa na percepção do cliente. Facilitando para que o cliente tenha a sua confirmação de existência individual e valorizada.

5. o Acolhimento das atitudes o escuta dos sentimentos • Proporcionar um ambiente facilitador para o cliente aceitar-se mais e ter capacidade de descobrir nova maneira de ser.

6. • Desenvolver postura dialógica e uma postura de aceitação ao cliente. o Influência da teoria de Bubber (EU-TU) consoante com a teoria de Heifegger • Construção de uma relação autêntica com o cliente.

7. Descartes: -mecanicismo -sujeito/objeto -simples/objetivo -concreto/isolado -Método científico - Cientifico-naturalista -Atomismo -Empírico

8. Anterior a Fenomenologia haviam apenas contribuições filosóficas que iniciaram no século XVIII.

9. Franz Brentano

9.1. - Psicologia do Ato

9.1.1. -Consciência e objeto unificados

9.1.2. -Considera o ato e não o objeto

9.1.3. -Percepção se baseia na percepção interior

9.1.4. - Negação a subjetividade e objetividade puras

9.1.5. -Intencionalidade do ato

10. Edmund Husserl

10.1. - Aluno Brentano

10.2. - Pai Fenomenologia

10.3. - Darwin

10.4. -Organicista

10.5. - Experimental

10.6. -Funcionalista

10.6.1. - Visão Sistêmica

10.6.2. -Individual/singular

10.6.3. -questionamento pensamento positivista

10.6.4. -subjetividade considera ilusão

10.6.5. -Percepção

10.6.5.1. -memória

10.6.5.2. - antecipação

10.6.5.3. -objeto depende da recordação

10.6.6. -Intencionalidade da consciência

10.6.7. -Investigar retorno ao fenômeno

11. Objeto representado na consciência

11.1. Fatos oriundos da observação vivenciada

12. Fenômeno

13. realidade da consciência

14. Redução fenomenológica

15. reflexão fenomenológica

16. Redução Transcendental

16.1. Contestação Merleau-Ponty

16.1.1. - fenomenologia existencial

16.1.1.1. - Relação homem-mundo

16.1.1.1.1. ambiguidade

17. Existencialismo

17.1. A existência precedendo a essência

17.2. Principais Pensadores:

17.2.1. Soren Kierkegaard

17.2.1.1. Nada é uma verdade em si mesma, mas depende de como cada pessoa percebe e se relaciona com o objeto ou o fato

17.2.1.2. Três estágios da existência humana:

17.2.1.2.1. Estético

17.2.1.2.2. Ético

17.2.1.2.3. Espiritual

17.2.1.3. Três estágios da existência humana:

17.2.1.4. Nada é uma verdade em si mesma, mas depende de como cada pessoa percebe e se relaciona com o objeto ou o fato

17.2.2. Friedrich Nietzsche

17.2.2.1. Vontade de poder

17.2.2.2. Torna-te aquilo que és

17.2.2.2.1. A vida não deveria ser um mero acidente sem significado, pois, para ele, Deus está morto, o homem é um super-homem

17.2.3. Martin Heidegger

17.2.3.1. Antes da consciência existe o próprio homem

17.2.3.2. O que diferencia o humano do não humano é a conscientização de que se é humano

17.2.4. Jean Paul Sartre

17.2.4.1. Existencialismo é Humanismo

17.2.4.2. O homem está constantemente se projetando para fora de si mesmo, construindo-se, realizando-se no mundo

17.2.4.3. Um ser em que a existência precede a essência, um ser que existe antes de poder ser definido por qualquer conceito: o homem

17.2.4.4. O homem inventa a si mesmo

17.2.4.5. Não existe determinismo, o homem é livre, o homem é liberdade

17.2.4.6. Somos condenados a sermos livres - angústia

17.2.4.7. A angústia da liberdade é a angústia de optar, de fazer escolhas

17.2.4.8. Angústia - condição da ação

17.2.5. Buber

17.2.5.1. EU - ISSO - distanciamento; afastamento que o homem faz para refletir sobre o mundo

17.2.5.2. Não se pode conceber o homem sem uma relação com o outro

17.2.5.3. EU-TU - completa integração com o mundo

17.2.6. Ludwig Binswagner e Medard Boss

17.2.6.1. Compreender o homem a partir do seu ser mais íntimo - o humano - e descrever as direções fundamentais desse Ser

18. Psicoterapias Fenomenológicos-Existenciais

18.1. Influenciada pelo pensamento da fenomenologia, do existencialismo e do humanismo. Influenciou a relação Terapeuta-cliente

18.2. Abordagens terapêuticas

18.3. Gestalt Terapia

18.4. Logoterapia

18.5. Abordagem Centrada na Pessoa (ACP)

18.6. o Criada por Carl Rogers

18.7. Estas abordagens tem comum o respeito pela a pessoa

18.8. Relação terapêutica • Cliente percebido como pessoa com capacidade para expandir sua consciência e decidir, por si mesmo, a futura orientação a ser dada à sua vida.

18.9. Base filosófica • Heidegger • Sartre • Nietzsche

18.10. Fundamentos e postura terapêutica

18.11. Respeitar e valorizar a criatividade existencial emergente de cada um

18.12. Permitir que cada um (cliente) busque encontrar o seu próprio caminho a partir de suas próprias observações e reflexões

18.13. Estimula o indivíduo a reconhecer sua impessoalidade e a questionar-se no sentido de encontrar suas próprias respostas para que as questões que a vida lhe apresenta

18.14. Preocupação de ajudar a pessoa a encontrar um sentido para sua vida por meio da autocompreensão que permita ressignificar seu futuro.

18.15. Princípios • Empatia • Respeito • Autenticidade • Crença na potencialidade humana