Glândulas Endócrinas

Mapa Glandula

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1. Hipófise ou glândula pituitaria

1.1. Função

1.1.1. Desempenha uma função reguladora importante em todo sistema endócrino e, por isso, as vezes é chamada de "glândula mestra" do corpo

1.2. A hipófise compõe-se de duas partes derivadas de origem embriológicas diferentes e que possuem duas funções distintas

1.2.1. Neuro-hipófise

1.2.1.1. Se situa caudalmente à adeno-hipófise e é uma excrescência neural do hipotálamo.

1.2.2. Adeno-hipófise

1.2.2.1. Emerge do epitélio do teto faríngeo dorsal e se torna a parte distal da hipófise.

1.3. Figuras da Hipófise em anexo, pois não consegui colocar no mapa.

2. Glândulas paratireoides

2.1. São pequenas estruturas epiteliais pareadas bilateralmente, localizada tanto no interior da glândula tireoide quanto próximas de sua cápsula.

2.1.1. Variações características de cada espécie

2.1.1.1. Gato

2.1.1.1.1. Paratireoides internas se localizam no parênquima tireóideo, próximos à face medial de cada lobo

2.1.1.1.2. Paratireoides externas se encontram próximas ao polo cranial da glândula tireoide

2.1.1.2. Cão

2.1.1.2.1. Paratireoides internas integradas no segmento médio de cada lobo

2.1.1.2.2. Paratireoides externas se encontram próximas ao polo cranial ou à metade cranial da glândula tireoide

2.1.1.3. Suíno

2.1.1.3.1. Paratireoides internas inexistentes

2.1.1.3.2. Paratireoides externas são estruturas que se assemelham a ervilhas na bifurcação da artéria carótida comum

2.1.1.4. Bovino

2.1.1.4.1. Paratireoides internas se situam na margem dorsal, ou na face medial, ou ainda integradas ao parênquima de cada lobo

2.1.1.4.2. Paratireoides externas encontram-se medialmente à bifurcação da artéria carótida comum, próximas à origem do nervo laríngeo cranial do nervo vago

2.1.1.5. Equino

2.1.1.5.1. Paratireoides internas se posicionam ao redor da metade cranial de cada lobo

2.1.1.5.2. Paratireoides externas se encontram na extensão da traqueia próximas aos linfonodos cervicais profundos caudais

2.1.2. Vascularização

2.1.2.1. São envolvidas por uma rede de capilares

2.1.2.2. São irrigadas por pequenos ramos da artéria carótida comum.

2.1.2.3. As veias se abrem na veia jugular

2.1.3. Drenagem linfática

2.1.3.1. Os linfáticos drenam para os linfonodos cervicais profundos

2.1.4. Inervação

2.1.4.1. Nervo laríngeo caudal

3. Gônadas

3.1. Ovários

3.1.1. As células internas e externas da teca do ovário, as quais envolvem folículos em fase de amadurecimento, produzem estrogênios

3.1.2. Após a ovulação, o corpo lúteo forma e produz progesterona. O corpo lúteo é uma estrutura endócrina temporária que regride com cada ciclo estral, mas persiste durante a gestação durante um tempo variável. Ele é vital para a manutenção da gestação

3.2. Testículos

3.2.1. As células intersticiais no interior do tecido conectivo entre os túbulos seminíferos dos testículos produzem andrógenos. Eles são responsáveis pelo amadurecimento dos espermatozoides e pelo desenvolvimento dos órgãos genitais masculinos

4. Paragânglios

4.1. São massas pequenas e nodosas de células epiteliais cuja a origem embriológica é a crista neural, e contêm adrenalina e noradrenalina

4.1.1. A medula suprarrenal é a maior aglomeração dessas células da crista neural no corpo

4.2. Glomo carótico

4.2.1. Se situa na bifurcação das artérias carótidas ou às vezes na parede do seio carótido, é inervado por um ramo do nervo glossofaríngeo, mas recebe ramos adicionais do gânglio cervical cranial e do nervo vago

4.2.2. Formato

4.2.2.1. É irregular, com tamanho variável de 1 a 3 mm

4.3. Glomo aórtico

4.3.1. Se situa no arco aórtico, próximo da origem do tronco braquiocefálico. Menor que o glomo carótico, é inervado pelo ramo depressor do nervo vago

4.4. Corpos para-aórticos

4.4.1. Consistem em várias massas paraganglionares na extensão da aorta abdominal. Sua posição exata varia conforme a espécie e de um indivíduo para outro

5. Glândula tireoide

5.1. Função

5.1.1. Os hormônios produzidos pela tireoide controlam a taxa metabólica, crescimento, temperatura do corpo, metabolismo de carboidratos e p nível de cálcio no corpo.

5.2. Posição e forma

5.2.1. Se localiza dos dois lados e ventral à traqueia em sua parte mais cranial, e as vezes se sobrepõe a laringe.

5.2.2. Em todos os mamíferos domésticos, com exceção do suíno, ela compõem-se de um lobo esquerdo e lobo direito conectados caudalmente por uma faixa de tecido conectivo (istmo) que se prolonga no lado ventral da traqueia

5.2.3. Gato

5.2.3.1. Os lobos são planos e fusiformes e se situam na face dorsolateral da traqueia, e se prologam sobre os primeiros sete a dez anéis da traqueia. Seus polos caudais são unidos por um istmo delgado de cerca de 1 a 2 mm

5.2.4. Cão

5.2.4.1. Compõem-se de dois lobos ovais alongados na face dorsolateral da traqueia que se prologam do 5º ao 8º anel da traqueia. O istmo é formado frequentemente pelo parênquima glandular, especialmente em raças de cães de grande porte

5.2.5. Suíno

5.2.5.1. Ao contrario dos outros mamíferos domésticos, a glândula tireoide do suíno é um órgão ímpar compacto na face ventral da traqueia

5.2.6. Bovino

5.2.6.1. Os dois lobos possuem formato irregular com aparência granulosa que se assemelha a pirâmides. Eles se situam dorsalmente na face lateral dos músculos cricofaríngeo e cricotireóideo. Os lobos são conectados por um istmo substancial que cruza a face ventral do 2º anel da traqueia

5.2.7. Pequenos ruminates

5.2.7.1. Os lobos são fusiformes e cilíndricos e se situam na face dorsolateral dos anéis da traqueia. O istmo não está presente em todos os animais

5.2.8. Equino

5.2.8.1. Os lobos são ovais e do tamanho aproximado de uma ameixa. Eles se situam dorsalmente ao 2º e 3º anéis da traqueia e são unidos ventralmente por uma faixa estreita de tecido conectivo

5.3. Vascularização

5.3.1. Ramos da artéria carótida comum

5.4. Drenagem linfática

5.4.1. Drena nos linfonodos cervicais profundos ou diretamente no tronco da traqueia

5.5. Inevarção

5.5.1. Pelo sistema nervoso simpático e parassimpático

5.6. Figuras de glândula tireoide em anexo, pois não consegui colocar no mapa.

6. Glândula pienal

6.1. Pertence ao diencéfalo, está localizada no epitálamo.

6.2. Função

6.2.1. "Relógio biológico" que regula a variação sazonal e diurna da atividade gonadal

7. Glândulas suprarrenais

7.1. Situam-se craniomedialmente ao rim correspondente em uma posição retroperitoneal no teto do abdome.

7.1.1. Se compõe de dois tecidos

7.1.1.1. Córtex externo

7.1.1.1.1. Possui uma coloração mias clara, estrias radiais e se origina a partir das células mesenquimais do mesoderma

7.1.1.2. Medula interna

7.1.1.2.1. É mais escura e se desenvolve a partir do ectoderma, com origem no tecido simpático, ela representa, portanto, um paragânglio simpático

7.2. Função

7.2.1. Produz hormônios denominados corticoides, que regulam o equilíbrio mineral e o metabolismo dos carboidratos

7.3. Vascularização

7.3.1. Ramos de artérias vizinhas (aorta abdominal, artéria renal, artéria abdominal cranial e artéria frênica caudal).

7.4. Drenagem linfática

7.4.1. Formam uma rede capilar no interior do parênquima da glândula suprarrenal e drenam nos linfonodos aórticos lombares

7.5. Inervação

7.5.1. É inervado por fibras parassimpáticas pré-ganglionares do nervo esplâncnico. As células corticais são neurônios pós-ganglionares modificados

7.6. Figuras de glândulas renais em anexo, pois não consegui colocar no mapa.

8. Ilhotas Pancreáticas

8.1. Também conhecidas como "ilhotas de Langerhans", são o componente endócrino do pâncreas. Há de 0,5 a 1,5 milhões de ilhotas no gato e no cão, que supostamente são mais numerosas no lobo pancreático esquerdo que no direito

8.2. Tipos de células

8.2.1. Células alfa

8.2.1.1. Produzem glucagon

8.2.2. Células beta

8.2.2.1. produzem insulina

8.3. Vascularização

8.3.1. São intensamente irrigadas e contém capilares de grande calibre. São as únicas glândulas endócrinas drenadas por veias que se abrem na veia porta

8.4. Inervação

8.4.1. Autônoma; fibras simpáticas estimulam a produção de glucagon e inibem a produção de insulina; as fibras parassimpáticas estimulam a secreção de insulina