Movimentos Literários

Mov Literários

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1. Barroco

2. Arcadismo

3. Romantismo (três fases)

4. Realismo

5. Naturalismo 1881-1893

5.1. Termos Importantes: - Determinismo = o homem é fruto do meio em que vive. - Evolucionismo = Darwin. - Positivismo = a humanidade tende a progredir constantemente.

5.2. Contexto Histórico

5.2.1. Influenciado pelas correntes filosóficas e científicas da época.

5.2.1.1. Determinismo

5.2.1.2. Evolucionismo

5.2.1.3. Positivismo

5.2.2. Caráter científico dominante e inédito.

5.2.2.1. Ciência para os autores naturalistas, constitui o saber supremo e a redução do homem.

5.3. Características

5.3.1. Concepção Biológica

5.3.2. Objetividade

5.3.3. Cientificismo

5.3.4. Crítica Social

5.3.5. Personagens Degeneradas

5.3.5.1. Bastardas; adulteradas; alteradas; corrompidas; depravadas.

5.3.6. Ambientes Sociais em Desequilíbrio

5.3.7. Determinismo Social

5.3.7.1. O ambiente social é o maior influenciador na vida dos indivíduos.

5.4. Temática

5.4.1. Os problemas da realidade urbana (classes mais desfavorecidas) e coloca o homem como um produto da sociedade em que vive.

5.5. Principais Obras

5.5.1. O Mulato

5.5.1.1. 1881

5.5.1.1.1. Aluísio Azevedo

5.5.1.2. Preconceito racial em plena Campanha Abolicionista.

5.5.2. O Ateneu

5.5.2.1. 1888

5.5.2.1.1. Raul Pompéia

5.5.2.2. Romance e Memórias. Critica o sistema educativo do colégio em que estudou e revela os sentimentos de solidão, inadaptação, incomunicabilidade com os seres humanos, ou seja, a interiorização, a percepção psicológica fina e de caráter impressionista.

5.5.3. O Cortiço

5.5.3.1. 1890

5.5.3.1.1. Aluísio Azevedo

5.5.3.2. Heróis individuais substituídos pela coletividade. Mostra as condições de vida dos diferentes estratos sociais da pirâmide capitalista da sociedade.

5.6. Realismo Naturalismo

5.6.1. Traz a realidade sob uma ótica pessimista, sendo consequência da objetividade trabalhada nas obras.

6. Parnasianismo

6.1. Termos Importantes - Universalismo = todos os homens estão destinados à salvação eterna, em virtude da bondade de Deus. - Racionalismo = atribui valor somente à razão, ao pensamento lógico. - Sacralidade = Qualidade do que é sagrado, digno de veneração, de respeito.

6.2. Contexto Histórico

6.2.1. Origem França

6.2.1.1. Resgate Clássico

6.2.2. Mesma época que Realismo e Naturalismo.

6.2.3. Monte Parnaso

6.2.3.1. Montanha consagrada a Apolo

6.3. Características

6.3.1. Poesia

6.3.1.1. Formas poéticas tradicionais

6.3.2. Impassibilidade

6.3.2.1. Indiferença; Insensibilidade

6.3.3. Impessoalidade

6.3.4. Universalismo

6.3.5. Racionalismo

6.3.6. Rompe com a subjetividade e a emoção romântica

6.3.6.1. Subjetividade: relativo ao indivíduo; particular; expressa um ponto de vista

6.3.7. Objetividade

6.3.8. Precisão Arquitetônica

6.3.9. Trabalho Intelectual em contraposição à inspiração

6.3.10. Aliena-se da vida e refugia-se no mundo clássico

6.3.11. Esteticismo

6.3.11.1. É uma poesia academicista, elitista e fechada nos domínios estéticos

6.3.12. Sacralidade

6.3.13. Tendência descritiva

6.3.14. Erotismo

6.3.15. Purismo e preciosismo vocabular

6.3.16. Rigor técnico

6.4. No Brasil e Portugal

6.4.1. Mais influente no Brasil

6.5. Principais Obras

6.5.1. Fanfarras

6.5.1.1. 1882

6.5.1.1.1. Teófilo Dias

6.6. Naturalismo X Parnasianismo

6.6.1. Semellhanças

6.6.1.1. Queriam rompimento com ideal romântico

6.6.1.2. Objetividade ressaltada

6.6.1.3. Cientificismo e Positivismo

6.6.2. Diferenças

6.6.2.1. Naturalismo - critica social e contestação dos valores burgueses

6.6.2.2. Parnasianismo - prezava a "arte pela arte"

6.7. Romantismo X Parnasianismo

6.7.1. Romantismo

6.7.1.1. Temas Subjetivos

6.7.1.2. Temas Ideológicos

6.7.1.3. Sentimento

6.7.2. Parnasianismo

6.7.2.1. Arte pela Arte

6.7.2.2. Poesia sem Dever Social

6.7.2.3. Descrição Detalhada

6.8. Linguagem

6.8.1. Versificação e metrificação

6.8.2. Soneto

6.8.2.1. 2 quartetos e 2 tercetos

6.8.3. Versos decassílabos ou alexandrinos

6.8.3.1. Doze sílabas

6.8.4. Uso de rimas ricas (diferentes classes de palavras) e palavras raras

6.8.5. Cavalgamento

6.8.6. Aproximação com o ritmo da prosa

6.8.7. Hipérbato

6.8.7.1. Inversão da ordem das palavras ou orações

6.9. Temas

6.9.1. Natureza

6.9.2. Obras

6.9.2.1. Tapetes

6.9.2.2. Esculturas

6.9.2.3. Vasos

6.9.3. Mitologia

6.9.4. Cenas históricas

6.10. Autores

6.10.1. Portugal

6.10.1.1. António Feijó

6.10.1.2. Cesário Verde

6.10.1.3. Gonçalves Crespo

6.10.1.4. João Penha

6.10.2. Brasil

6.10.2.1. Alberto de Oliveira

6.10.2.1.1. Mais perfeito do poetas parnasianos

6.10.2.1.2. Perfeição formal e métrica rígida

6.10.2.1.3. Livro Meridionais

6.10.2.1.4. Obra - Vaso Chinês

6.10.2.2. Raimundo Correia

6.10.2.2.1. Perfeição dos objetos e cultura clássica

6.10.2.2.2. Livro Sinfonias

6.10.2.2.3. Já foi autor romântico

6.10.2.3. Olavo Bilac

6.10.2.3.1. Autor totalmente parnasiano

6.10.2.3.2. Uso de linguagem elaborada, hipérbato e perfeição métrica

6.10.2.3.3. Obras

7. Simbolismo

7.1. Contexto Histórico

7.1.1. Um intenso processo de urbanização tomava conta da capital francesa

7.1.1.1. Ao mesmo tempo da ideia de progresso e liberdade existia a ideia de instabilidade e contradição

7.1.1.2. O movimento emergiu em uma sociedade marcada pela divisão social entre burguesia e proletariado, surgida a partir da Revolução Industrial

7.1.2. A Europa foi atingida por uma série de crises de ordem política, social e econômica

7.1.2.1. Acabam se difundindo na sociedade diversas crenças que anunciavam o fim do mundo

7.1.3. Surge na França

7.1.3.1. Final século XIX

7.1.3.2. Inicialmente com o nome de Decadentismo

7.1.3.2.1. Decadência do homem e dos valores estéticos vigentes

7.1.4. Desconstrução das teorias racionalistas que já não davam conta de contemplar as angústias do ser humano

7.2. Características

7.2.1. Apresenta uma visão sombria e pessimista da humanidade

7.2.2. Subjetividade

7.2.2.1. Subjetividade: relativo ao indivíduo; particular; expressa um ponto de vista

7.2.2.2. Os sonhos e os mistérios do inconsciente dos autores ganham espaço

7.2.2.3. No contexto do simbolismo, funciona como novo encontro com o Romantismo, revisitando a imaginação e fundando um novo olhar sobre a alma humana

7.2.3. Se afasta do ideal do realismo e naturalismo

7.2.3.1. Se apoia nos campos da filosofia, das ciências humanas e das ciências da natureza

7.2.4. Escola literária que se opõe à parnasiana

7.2.4.1. Foco no ponto de vista de um único indivíduo > Visão objetiva da realidade

7.2.5. Musicalidade

7.2.5.1. Aproximação da poesia com a música

7.2.6. Sugestão por meio de palavras, sem nomear objetivamente os elementos da realidade

7.2.7. Para interpretar a realidade, os simbolistas se valem da intuição, e não da razão ou da lógica

7.2.8. Espiritualidade

7.2.8.1. Preocupação com o destino da alma humana

7.2.9. Mistério

7.2.9.1. Cenário

7.2.10. Soneto

7.2.10.1. Poemas bem elaborados formalmente

7.2.11. Sonhos

7.2.11.1. Acreditam na existência de outro mundo de outro estado de alma

7.2.11.1.1. Poderia ser alcançado através do ato de dormir

7.2.12. Figuras de Linguagem

7.2.12.1. Uso de aliteração e assonância

7.2.12.1.1. Aliteração: repetição de uma mesma sonoridade de uma mesma sílaba ou palavra

7.2.12.1.2. Assonância: rimas imperfeitas, só há coincidência entre as últimas vogais

7.2.12.2. Diafaneidade e evanescência

7.2.12.2.1. Palavras com aspecto vago e ao mesmo tempo complexo

7.2.12.3. Sinestesia

7.2.12.3.1. Combinação de sensações percebidas por dois ou mais sentidos

7.2.13. Morbidez

7.2.13.1. Desejo pela morte por uma vida inteira de agonia e de inutilidade

7.2.14. Satanismo

7.2.14.1. Principalmente na França

7.3. Temática

7.3.1. Temas espirituais que tendem a transcender a realidade

7.4. Em Portugal

7.4.1. Iniciado por Eugênie de Castro

7.4.1.1. "Oaristos"(1890)

7.4.2. O movimento atingiu grande número de adeptos, e por isso, as produções foram bastante diversificadas

7.4.2.1. Esteticismo - Eugênie de Castro

7.4.2.2. Nacionalismo - Antônio Nobre

7.4.2.3. Poesia Madura - Camilo Pessanha

7.4.2.3.1. Mais conhecido do Simbolismo português

7.5. No Brasil

7.5.1. Nessa época vigorava o Parnasianismo

7.5.2. Sem grandes impactos na literatura

7.5.2.1. As características do Simbolismo não combinavam com os temas nacionalistas em vigor

7.5.3. Iniciou com a publicação das obras "Missal e Broquéis" (1893) - "Prosa e Poesia"

7.5.3.1. Cruz e Sousa

7.6. Autores

7.6.1. Charles Baudelaire

7.6.1.1. Precursor do Simbolismo

7.6.1.1.1. Em 1857, publicou "As flores do mal"

7.6.2. Cruz e Sousa

7.6.2.1. Introduziu o Simbolismo à literatura brasileira

7.6.2.2. Não foi bem-aceito pelos leitores e estudiosos de sua época

7.6.2.2.1. Na década de 1930, com o advento da poesia neossimbolista, sua obra foi revisitada e obteve o mérito merecido

7.6.2.3. "Cisne Negro" (1893) estreou com "Missal e Broquéis"

7.6.2.3.1. Inicialmente fez uso da estética parnasiana e posteriormente incorporou traços simbolistas

7.6.3. Alphonsus de Guimaraens

7.6.3.1. Pouco compreendido e reconhecido em sua época

7.6.3.2. Temas: amor, religiosidade e a morte (esta última seria o norteador de toda sua obra)

7.6.3.3. "Ismália"

7.6.4. Augusto dos Anjos

7.6.4.1. Suas produções não se encaixam, a rigor, nem nos períodos anteriores nem nos posteriores

7.6.4.1.1. Devido à musicalidade e o uso de imagens mórbidas, ele é associado ao simbolismo

7.6.4.2. O poeta não se preocupou em retratar a realidade brasileira, mas sim em apresentar, de modo bastante incisivo, a existência humana, seja na deterioração de sua matéria, seja na angústia de seus anseios mais profundos

7.6.5. Henri Bergson

7.6.5.1. Filósofo Francês

7.6.5.2. Buscava a essência do ser humano através do eu profundo - realidades interiores - através da intuição

7.6.6. Arthur Schopenhauer

7.6.6.1. Acreditava na impossibilidade da percepção profunda da realidade, visto que ela é apenas sua representação

7.6.6.2. "a consciência é a mera superfície de nossa mente, da qual, como da Terra, não conhecemos o interior, apenas a crosta"

7.6.6.3. Extremamente pessimista

7.6.6.3.1. A salvação do homem estava na fuga para o nada e na renúncia total ao mundo exterior

7.6.7. Sigmund Freud

7.6.7.1. Estudou e escreveu a respeito da existência do inconsciente

7.6.7.1.1. O inconsciente só podia ser revelado por meio do sonho, momento em que todas as barreiras são derrubadas

7.6.8. Arthur Rimbaud (1854 - 1891)

7.6.8.1. "Uma estadia no inferno" (1873)

7.6.8.2. "Iluminações" (1886)

7.6.8.3. Linguagem mais livre, nascida da união do verbo com os sentidos

7.6.9. Paul Verlaine (1844 - 1896)

7.6.9.1. 1894 nomeado "Príncipe dos Poetas"

7.6.9.1.1. Musicalidade e inovações de seus poemas

7.6.10. Stéphane Mallarmé (1842 - 1898)

7.6.10.1. "Um lance de dados jamais abolirá o acaso"

7.6.10.2. Poesia hermética e simbólica

8. Vanguardas Europeias

8.1. Vanguarda: aquilo que está na dianteira, na linha de frente dos acontecimentos

8.2. Contexto Histórico

8.2.1. Início do século XX

8.2.1.1. Grandes metrópoles mundiais viviam um processo de urbanização e industrialização intenso

8.2.2. Se inicia e é disseminado em diferentes cidades europeias

8.2.2.1. Paris

8.2.2.2. Berlim

8.2.2.3. Zurique

8.2.3. As vanguardas influenciaram o desenvolvimento modernista em todo o mundo ocidental a partir de suas ideias inovadoras e técnicas artísticas originais

8.3. Futurismo

8.3.1. Surge na Itália

8.3.1.1. Filippo Tommaso Marinetti

8.3.1.1.1. "Manifesto futurista" - 20 de fevereiro de 1909, no jornal francês "Le Figaro"

8.3.2. Características

8.3.2.1. Liberdade total na criação artística

8.3.2.1.1. Domínio dos temas

8.3.2.1.2. Estrutura gramatical dos poemas

8.3.2.2. Os adeptos rejeitavam o passado e seus símbolos

8.3.2.2.1. Museus

8.3.2.2.2. Bibliotecas

8.3.2.2.3. Conceitos moralistas

8.3.2.3. Suas obras baseavam-se principalmente na velocidade, na força, na energia e nos desenvolvimentos tecnológicos do final do século XIX e do começo do século XX

8.3.3. Artes Plásticas

8.3.3.1. Giacomo Balla

8.3.3.1.1. "A velocidade de uma motocicleta" (1913)

8.3.3.2. Umberto Boccioni

8.3.3.2.1. "Carro e caça à raposa" (1904)

8.3.4. Literatura

8.3.4.1. Álvaro de Campos

8.3.4.1.1. Poeta da língua portuguesa

8.3.4.1.2. "Ode triunfal"

8.4. Cubismo

8.4.1. Literatura

8.4.1.1. Guillaume Apollinaire

8.4.1.1.1. "Méditations esthétiques" (1903)

8.4.2. Pintura

8.4.2.1. Georges Braque

8.4.2.2. Pablo Picasso

8.4.2.2.1. "As senhoritas de Avignon" (1907)

8.4.3. Características

8.4.3.1. Representar imagens a partir de vários pontos de vista, de maneira fragmentada

8.4.3.1.1. Por meio de formas geométricas

8.4.3.2. Os pintores se baseavam na idéia de Paul Cézanne (pintor pós-impressionista francês)

8.4.3.2.1. “Tratem a natureza de acordo com o cilindro, a esfera, o cone”

8.4.4. No Brasil

8.4.4.1. Tarsila do Amaral

8.4.4.1.1. "Abaporu"

8.5. Expressionismo

8.5.1. Origem Alemã

8.5.2. Estética expressionista ressalta a face sombria da humanidade

8.5.2.1. A angústia e o medo são reflexos do impacto ocasionado pelos horrores da Primeira Guerra Mundial

8.5.3. A realidade é transformada em expressão, e o artista abstém-se ao máximo de qualquer interferência

8.5.4. No Brasil

8.5.4.1. Anita Malfatti

8.5.4.2. Candido Portinari

8.5.4.2.1. Relação entre a arte expressionista e uma visão crítica da sociedade.

8.5.5. Temática

8.5.5.1. Declínio do mundo burguês e capitalista

8.5.6. Literatura

8.5.6.1. "O fim do mundo" - Jakob van Hoddis

8.5.7. Pintura

8.5.7.1. "Retirantes" - (1944) Candido Portinari

8.5.8. Cinema

8.5.8.1. "O gabinete do Dr. Caligari" - (1919) Robert Wiene

8.5.8.2. "Nosferatu" - (1922) F. W. Murnau

8.5.8.3. Utilizando-se de ambientes escuros, exagerados, bizarros e deformados, esses filmes são tidos como precursores do cinema de terror

8.6. Dadaísmo

8.6.1. Início em Zurique (1916)

8.6.1.1. Grupo de escritores e artistas plásticos

8.6.1.1.1. Idealizado pelo romeno Tristan Tzara

8.6.1.1.2. Liderados por Tzara, Hugo Ball e Hans Arp

8.6.1.1.3. Contrário à Primeira Guerra Mundial

8.6.2. Características

8.6.2.1. Anarquia total da ação e do pensamento, a negação de todos os valores e a exaltação do nada

8.6.2.1.1. Liberdade total de criação, a ausência completa de sistemas

8.6.2.2. Caráter antirracional

8.6.2.3. Início junto à guerra

8.6.2.3.1. Marcado pelo pessimismo e pela incerteza dos rumos da humanidade

8.6.2.3.2. Niilismo

8.6.2.4. Destruição do próprio conceito de arte

8.6.3. Marcel Duchamp

8.6.3.1. "A fonte" (1917)

8.6.3.1.1. Elevou a arte à um produto banal

8.6.3.1.2. Associando-o ao líquido excrementício

8.6.3.2. Buscou levar a arte ao seus limites

8.6.3.2.1. Rebaixando o produto artístico, que já fora muito respeitado e admirado

8.7. Surrealismo

8.7.1. Influenciado pelas teorias psicanalíticas de Sigmund Freud (1856 - 1939)

8.7.2. Lançado oficialmente em 1924 pelo francês André Breton

8.7.3. Características

8.7.3.1. Inconsciente na atividade criativa

8.7.3.1.1. Referir a todos os conteúdos que não se encontram na consciência

8.7.3.2. Predominância da imaginação e do sonho

8.7.3.3. Abdica da racionalidade que tanto governa as ações e percepções sobre o cotidiano

8.7.4. Artes Plásticas

8.7.4.1. René Magritte

8.7.4.1.1. "O filho do homem"

8.7.4.2. Salvador Dalí

8.7.5. Literatura

8.7.5.1. André Breton

8.7.5.1.1. "Nadja" (1928)

8.7.6. Cinema

8.7.6.1. Luis Buñuel

8.7.6.1.1. "O cão andaluz" (1928)

8.7.7. Na América Latina

8.7.7.1. Mexicana Frida Kahlo

9. Modernismo

9.1. Pré-modernismo

9.1.1. Contexto Histórico

9.1.1.1. Política do "café com leite"

9.1.1.1.1. Oligarquias rurais

9.1.1.1.2. Grande cenário de miséria e marginalização por todo o país

9.1.1.1.3. Cultura canavieira

9.1.1.2. Grandes centros urbanos

9.1.1.2.1. Influenciados pelas inovações e pelos modismos vindos do exterior

9.1.1.3. Abolição da Escravatura

9.1.1.3.1. Imigrantes europeus substituíram a mão de obra escrava nas fazendas de café

9.1.1.3.2. Ex-escravos não alcançaram integração social e foram marginalizados

9.1.1.4. Industrialização

9.1.1.4.1. Aumento das tensões sociais nos centros urbanos

9.1.2. Características

9.1.2.1. Não constitui um movimento literário propriamente dito

9.1.2.2. Ecletismo

9.1.2.2.1. Coexistência de tendências estéticas distintas

9.1.2.3. Problematiza e revela as contradições da realidade socioeconômica, política e cultural do país

9.1.2.3.1. Mais próximo à realidade do Brasil

9.1.2.4. Rebuscamento vocabular

9.1.2.5. Excessos de transcrições de variantes linguísticas

9.1.2.6. Regionalismo

9.1.2.6.1. Valorização do sertão e do sertanejo

9.1.2.7. Ausência de um padrão estético

9.1.2.7.1. Oscilação entre tradicionalismo e espírito renovador

9.1.3. Autores

9.1.3.1. Lima Barreto

9.1.3.1.1. Negro de origem humilde

9.1.3.1.2. "Recordações do escrivão Isaías Caminha" (1909)

9.1.3.2. Monteiro Lobato (1882-1948)

9.1.3.2.1. "Urupês" (1918)

9.1.3.3. Euclides da Cunha (1866-1909)

9.1.3.3.1. Foi ensaísta, engenheiro, sociólogo e jornalista

9.1.3.3.2. Adepto ao Positivismo e ao Evolucionismo

9.1.3.3.3. "Os sertões" (1902)

9.2. Modernismo - Primeira Fase (1922-1930)

9.2.1. Contexto Histórico

9.2.1.1. Política do Café com Leite (até 1930)

9.2.1.1.1. São Paulo e Minas Gerais comandavam o cenário político e econômico do país

9.2.1.2. Industrialização

9.2.1.2.1. Crescimento das cidades brasileiras

9.2.1.2.2. Surgimento da burguesia industrial

9.2.1.2.3. Chegada de imigrantes

9.2.1.3. Classe operária de origem européia tinham ideais contrários ao sistema vigente

9.2.1.4. Anita Malfatti e Monteiro Lobato

9.2.1.4.1. 1914

9.2.1.4.2. 1917

9.2.1.4.3. Um dos motivos para o início da Semana da Arte Moderna de 22

9.2.1.5. Encaminhamento do evento

9.2.1.5.1. 29 de janeiro de 1922

9.2.1.5.2. 13 de fevereiro de 1922

9.2.1.5.3. Conferência de abertura

9.2.2. Semana de Arte Moderna (fevereiro de 1922)

9.2.2.1. Demarca o início do Modernismo brasileiro

9.2.2.2. Teatro Municipal de São Paulo

9.2.2.3. Proposta

9.2.2.3.1. Instaurar um "espírito novo" nas artes que seriam produzidas dai em diante

9.2.2.3.2. Escandalizar a burguesia com os novos ideais artísticos das vanguardas européias

9.2.2.3.3. Ruptura com o academicismo

9.2.2.3.4. Destruição do espírito conservador e conformista

9.2.2.3.5. Demolição de tabus e preconceitos em termos estéticos

9.2.2.3.6. Busca de três princípios:

9.2.2.4. Participantes

9.2.2.4.1. Mário de Andrade

9.2.2.4.2. Oswald de Andrade

9.2.2.4.3. Menotti del Picchia

9.2.2.4.4. Graça Aranha

9.2.2.4.5. Ronald de Carvalho

9.2.2.4.6. Guilherme de Almeida

9.2.2.4.7. Villa Lobos

9.2.2.4.8. Anita Malfatti

9.2.2.4.9. Tarsila do Amaral

9.2.2.4.10. Di Cavalcanti

9.2.2.5. Três dias

9.2.2.5.1. Conferências

9.2.2.5.2. Declamações

9.2.2.5.3. Exposições

9.2.2.6. Artistas foram humilhados com vaias e arremessos de tomates

9.2.3. Primeira Fase do Modernismo (fase heróica) 1922 a 1930

9.2.3.1. Influência das vanguardas europeias

9.2.3.2. Seus artistas buscavam uma renovação estética, visando criar uma arte essencialmente nacional

9.2.3.3. Revistas e manifestos

9.2.3.3.1. Buscavam divulgar o pensamento modernista vindo com a Semana de Arte Moderna

9.2.3.3.2. Patrocínio dos cafeicultores (mecenas)

9.2.3.3.3. "Klaxon - Mensário de Arte Moderna"

9.2.3.3.4. "Manifesto Pau-Brasil"

9.2.3.4. O Movimento Antropofágico

9.2.3.4.1. Janeiro de 1928

9.2.3.4.2. "Revista de Antropofagia" como meio de divulgação

9.2.4. Caraterísticas

9.2.4.1. Combatem os valores passadistas

9.2.4.1.1. Não desconsideravam o passado

9.2.4.1.2. Temáticas cotidianas

9.2.4.1.3. Críticas ao Parnasianismo

9.2.4.2. Retorno às origens

9.2.4.2.1. Busca pela identidade nacional, esquecida nos traços absorvidos de outras culturas

9.2.4.2.2. Valorizam símbolos que remetem a essência da cultura brasileira

9.2.4.3. Nacionalismo

9.2.4.3.1. Interesse pelo homem, pela terra brasileira e pelas pesquisas sociológicas, históricas e econômicas

9.2.4.3.2. Regionalismo e folclore

9.2.4.3.3. Identificação com os problemas sociais, políticos e econômicas do país

9.2.4.3.4. A que é falada pelo povo na rua

9.2.4.4. Romance

9.2.4.5. Poema-piada (Sátira)

9.2.4.6. Liberdade Métrica

9.2.4.6.1. Versos livres

9.2.4.6.2. Com ou sem métrica

9.2.4.7. Liberdade gramatical

9.2.4.7.1. Sintaxe

9.2.4.8. Inspirada em técnicas das vanguardas européias

9.2.4.9. Arte

9.2.4.9.1. Cores fortes e quentes

9.2.4.9.2. Figuras nacionais

9.2.5. Autores

9.2.5.1. Mário de Andrade

9.2.5.1.1. "Papa do Modernismo"

9.2.5.1.2. 1917

9.2.5.1.3. 1922

9.2.5.1.4. 1928

9.2.5.1.5. Nacionalismo mais cabível

9.2.5.1.6. Idealista

9.2.5.1.7. Pesquisou elementos da identidade nacional

9.2.5.1.8. Gramática para incluir as variedades linguísticas

9.2.5.1.9. Poesia

9.2.5.1.10. Comparado ao Oswald de Andrade, seus poemas eram mais longos e abordavam mais sentimentos íntimos do próprio poeta

9.2.5.1.11. Prosa

9.2.5.2. Oswald de Andrade

9.2.5.2.1. 1922

9.2.5.2.2. 1924

9.2.5.2.3. Precursor do poema-piada no Brasil

9.2.5.2.4. Polêmico

9.2.5.2.5. Linguagem coloquial, simples e ágil

9.2.5.2.6. Poder de concisão

9.2.5.2.7. Prosa

9.2.5.2.8. Gênero híbrido

9.2.5.3. Manuel Bandeira

9.2.5.3.1. Recife

9.2.5.3.2. 1917

9.2.5.3.3. Pegou tuberculose

9.2.5.3.4. Poesia

9.3. Modernismo - Segunda Fase (1930-1945)

9.3.1. Contexto Histórico

9.3.1.1. Pós-Guerra

9.3.1.1.1. Mundo sofria com seus resquícios

9.3.1.1.2. Trabalhadores industriais

9.3.1.1.3. Imigrantes fugitivos da guerra na Europa, vem para o Brasil

9.3.1.2. Famílias fugindo da fome do Nordeste

9.3.1.3. Brasil

9.3.1.3.1. Crise econômica

9.3.1.3.2. Era Vargas

9.3.1.3.3. Criação do Estado Novo

9.3.1.3.4. Censura

9.3.1.4. 1939 - Início da Segunda Guerra Mundial

9.3.2. Características

9.3.2.1. Nacionalismo crítico

9.3.2.1.1. Promove uma releitura crítica do passado histórico brasileiro

9.3.2.2. Reflexão sobre o mundo contemporâneo

9.3.2.2.1. Diferentes modos de interpretar a realidade

9.3.2.2.2. Buscam respostas para as grandes questões humanas

9.3.2.2.3. Preocupação com a renovação da linguagem

9.3.2.3. Retomada do olhar realista

9.3.2.4. Da poesia para a prosa

9.3.2.5. Negativismo

9.3.2.6. Romance brasileiro

9.3.2.6.1. Explosão da narrativa ficcional

9.3.2.6.2. Regionalistas ou neorrealistas

9.3.2.7. "A cor local"

9.3.2.7.1. Intuito dos leitores reconhecerem aspéctos típicos de uma região

9.3.2.7.2. Diálogo

9.3.3. Autores

9.3.3.1. Carlos Drummond

9.3.3.1.1. Características

9.3.3.1.2. Obras

9.3.3.2. Dionélio Machado

9.3.3.2.1. Obras

9.3.3.3. Erico Veríssimo

9.3.3.3.1. Características

9.3.3.3.2. Obras

9.3.3.4. Graciliano Ramos

9.3.3.4.1. Características

9.3.3.4.2. Obras

9.3.3.5. Jorge Amado

9.3.3.5.1. Características

9.3.3.5.2. Obras

9.3.3.6. Jorge de Lima

9.3.3.6.1. Características

9.3.3.6.2. Obras

9.3.3.7. José Américo de Almeida

9.3.3.7.1. Obras

9.3.3.8. José Lins do Rego

9.3.3.8.1. Características

9.3.3.9. Rachel de Queiroz

9.3.3.9.1. Características

9.3.3.9.2. Obras

9.4. Modernismo - Terceira Fase (1945-1960)

9.4.1. Contexto Histórico

9.4.1.1. Pós Segunda Guerra Mundial

9.4.1.1.1. Reconstrução européia

9.4.1.2. Início da Guerra Fria

9.4.1.2.1. Divisão do mundo em 2 blocos

9.4.1.3. Brasil

9.4.1.3.1. Desenvolvimento do rádio e do cinema

9.4.1.3.2. Construção de Brasília

9.4.1.3.3. Aliança anti-comunista com EUA

9.4.1.3.4. Enfraquecimento da Ditadura Vargas

9.4.1.3.5. 1941 - Congresso de poesia em Recife

9.4.2. Características

9.4.2.1. Tendências associadas à crise de valores no século XX

9.4.2.2. Ruptura de certezas e definições

9.4.2.2.1. O sentido das obras deixam de ser preexistentes, passando a ser construido pela leitura do público

9.4.2.3. Individualidade extrema

9.4.2.4. Pop-art

9.4.2.5. Retomada do rigor formal

9.4.2.5.1. Formas fixas

9.4.2.5.2. Modelos clássicos

9.4.2.6. Valorização da técnica e da forma poética

9.4.2.7. Escolha da palavra exata

9.4.2.8. Testemunho crítico

9.4.2.9. Comunicação em massa

9.4.2.9.1. Circulação em revistas literárias

9.4.3. Autores

9.4.3.1. João Cabral de Melo Neto

9.4.3.1.1. Poesia "sem alma" e racional

9.4.3.1.2. Arquitetura poética

9.4.3.2. Fernando Pessoa

9.4.3.2.1. Portugal

9.4.3.2.2. Obras

9.4.3.2.3. Universo cultural

9.4.4. Concretismo

9.4.4.1. Representação concreta de coisas abstratas

9.4.4.2. Características

9.4.4.2.1. Sintaxe visual em detrimento da discursiva

9.4.4.2.2. Banimento da estrutura formal

9.4.4.2.3. Efeitos gráficos

9.4.4.2.4. Defesa da racionalidade

9.4.4.2.5. Rejeição ao acaso e a abstração lírica

9.4.5. Neoconcretismo

9.4.5.1. Reação do Rio de Janeiro para a criação do Concretismo em São Paulo

9.4.5.2. Críticas

9.4.5.2.1. Positivismo

9.4.5.2.2. Racionalismo

9.4.5.2.3. Tendência dogmática

9.4.5.2.4. Tendência técnico-científica

9.5. Pós-Modernismo

9.5.1. Características

9.5.1.1. Temáticas

9.5.1.1.1. Condição feminina

9.5.1.1.2. Dificuldade do relacionamento humano

9.5.1.1.3. Hipocrisia dos papeis socialmente definidos

9.5.1.1.4. Busca pelo "eu"

9.5.2. Autores

9.5.2.1. Guimarães Rosa

9.5.2.1.1. Linguagem e regionalismo que interessam à todos

9.5.2.1.2. Reflexão sobre questões universais

9.5.2.2. Clarice Lispector

9.5.2.2.1. Individualização das personagens

9.5.2.2.2. Investiga os processos de identidade que tornam o ser único