1.1. deveria haver um ambiente propício, que facilitasse ao cliente o desenvolvimento de seu potencial e que pudesse assumir a responsabilidade pelo seu próprio processo.
2. fase reflexiva
2.1. Esta fase corresponde à passagem da “não-diretividade” à “centrada no cliente”, na qual o terapeuta torna-se mais ativo, ao contrário da fase anterior que era mais passivo, e o cliente passa a ser alvo da atenção do terapeuta
3. fase experiencial
3.1. em como foco a experienciação do cliente e expressão da experienciação do terapeuta,
4. fase inter-humana ou coletiva
4.1. representada pelo grupo onde temos a realização desse coletivo, mas que, em geral, suprime o elemento pessoal, individual.
5. fase pós-rogeriana
5.1. Durante esses últimos vinte e cinco anos, em vários lugares do mundo, a Abordagem Centrada na Pessoa vem se desenvolvendo por meio de várias vertentes (clássica, experiencial, existencial-fenomenológica, transcendental, analítica, entre outras) e a partir das diferentes fases do pensamento de Rogers
5.2. Bozarth
5.3. Cavalcante
5.4. Vanaerschot
5.5. Moreira
6. parte essencial do trabalho do psicoterapeuta
6.1. importância da compreensão dos problemas do cliente por parte do terapeuta para o tratamento.
7. Tratamento interpretativo
7.1. busca que o indivíduo compreenda de forma plena suas reações e seus comportamentos
8. decisões são do paciente
9. compreensão sem qualquer julgamento moral
9.1. atitude autêntica, receptiva, que colaborasse com a compreensão dos sentimentos do cliente sem uma exagerada identificação por parte do terapeuta, com o intuito de não prejudicar o tratamento
10. compreensão profunda
10.1. verdadeira e sem julgamentos, por meio de um ver e ouvir verdadeiros, proporcionando todo um ambiente ideal de acolhimento e de facilitação para que o cliente se sinta compreendido e caminhe em prol do crescimento e amadurecimento de sua personalidade.