ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO IIсоздатель Jose Luis
1. MUROS DE CONTENÇÕES
1.1. As estruturas de contenção abrangem vários métodos, podendo destacar, muros, cortinas ancoradas e solos grampeados. A escolha do melhor tipo de elemento de contenção a ser projetado depende do estudo das condições de contorno, aliado a viabilidade da execução do projeto
2. ESTADOS LIMITES ÚLTIMOS E ESTADOS LIMITES DE SERVIÇO PARA O CONCRETO PROTENDIDO
2.1. No caso de estruturas de concreto armado, o procedimento comum é projetar a peça para atender ao Estado-Limite Último (ELU), e então verificar se a peça apresenta comportamento satisfatório em serviço, ou seja, se atende às exigências dos EstadosLimites de Serviço (ELS), como flecha, fissuração, fadiga, vibração, etc.
3. POSICIONAMENTO DOS CABOS AO LONGO DA ESTRUTURA
3.1. Sobre a Traçado de cabos de protensão, podemos apontar que a armadura de protensão pode ser retilínea, curvilínea, poligonal ou de traçado misto, respeitada a exigência referente à armadura na região dos apoios.
4. SOLICITAÇÕES NORMAIS
4.1. Para realizar a verificação de um elemento estrutural, temos que ter o controle sobre os materiais, os carregamentos atuantes, seção transversal, às áreas de armaduras (ativas e passivas), bem como o valor e ponto de aplicação da força de protensão. Segundo Bastos (2021) os problemas que envolvem dimensionamento estão atrelados ao tipo de materiais, carregamentos atuantes e as tensões admissíveis.
5. TENSÕES DE CISALHAMENTO
5.1. Segundo Veríssimo (1999) as fissuras de cisalhamento se formam com menor inclinação do que nas peças de concreto armado sem protensão, devido a esse comportamento de inclinação das tensões principais.
6. PERDAS DE PROTENSÃO
6.1. A intensidade das perdas de protensão pode estar vinculada com o comprimento da peça, conforme a posição, e geralmente, a perda que interessa está localizada em uma seção crítica, como por exemplo como a seção mais solicitada pelos carregamentos externos.
7. RESERVATÓRIO
7.1. Os reservatórios usuais para abastecimento são compostos por um conjunto de placas ou lajes, podendo ter uma ou mais células. Podemos entender que as células são as subdivisões internas do reservatório. O reservatório tem como carregamento o peso próprio de cada elemento constituinte, sendo eles tampa, parede, fundo.
8. ESCADA
8.1. Algumas edificações possuem desnível a ser vencido, temos assim a utilização do elemento estrutural escada, característica presente em praticamente todas edificações que possuem mais de um andar. As escadas são elementos de deslocamento vertical amplamente utilizados pelo homem. Os projetos devem oferecer segurança e qualidade ao usuário, desta forma, é necessário que arquitetos e engenheiros façam escolhas considerando a viabilidade técnica e financeira da estrutura em questão.
9. ELEMENTO DE FUNDAÇÃO: SAPATA
9.1. As sapatas denominadas superficiais, geralmente são assentadas sobre solo mais firme, em areia compacta, ou medianamente compacta, pode existir situações em que a sapata ficará submersa ou saturada pela presença de água.
10. BLOCOS
10.1. Conforme a NBR 6118/2014, no item 22.7, tem-se que os blocos são estruturas de volume usadas para transmitir às estacas e aos tubulões as cargas de fundação, podendo ser considerados rígidos ou flexíveis por critério semelhante estudado para sapatas.
11. ELEMENTO DE FUNDAÇÃO: ESTACA
11.1. Segundo a NBR 6122/2019, podemos entender como fundação profunda aquela que transmite a carga proveniente da superestrutura ao terreno pela base (resistência de ponta) (rp), por sua superfície lateral (resistência de fuste) (rl), ou pela combinação das duas (rp+rl). Além disso, as fundações profundas são descritas com uma profundidade de assentamento maior que o dobro da menor dimensão em planta do elemento de fundação
12. FORÇA CORTANTE
12.1. Segundo Bastos (2021) a força cortante, destacado na figura 1, são alterados pela força de protensão inclinada (Pd) que por sua vez introduz nas vigas tensões normais de compressão reduzindo assim as tensões principais de tração (sI). Temos assim as fissuras por efeito de força cortante, caracterizadas como fissuras de cisalhamento, que apresentam-se com menor inclinação que nas vigas de concreto armado.