1. Aula 01
1.1. Homeostasia
1.1.1. Tendência da célula permanecer em equilíbrio, fatores como pH, Temperatura, Concentração podem desequilibrar.
1.2. Imunidade Inata x Adaptativa
1.2.1. Resposta rápida x lenta, alta especificidade.
1.3. Etapas da quimiotaxia dos neutrófilos
1.3.1. Rolamento, ativação, adesão, transmigração.
1.4. Macrófago e Células dendrítica
1.4.1. Estimulam o linfócito T (ponte) apresentando os antígenos que faz a ponte da imunidade inata e adaptativa do linfócitos CD4 e CD8.
1.5. Separação de células mononucleares do sangue humano e observação das células ao microscópio.
1.5.1. Neutrófilos, Eosinófilos, Basófilos, Linfócitos T, Linfócitos B, Células Natural Killer (NK)
2. Aula 02
2.1. Toll-like receptores
2.1.1. São receptores proteícos expressos em macrófagos e células dendríticas, induzindo sinais para a produção de citocinas para a ativação de respostas imunes inatas contra processos infecciosos e inflamatórios.
2.2. Nod-like recepetores
2.2.1. São receptores intracelulares capazes de reconhecer padrões moleculares associados a patógenos (PAMPs) e padrões moleculares associados a danos (DAMPs), que estão associados ao estresse celular.
2.3. Inflamassoma
2.3.1. Mecanismos de combate a infecções no organismo
2.4. Células Nk
2.4.1. Ativação e morte
2.4.1.1. Quando a quantidade de receptores de inibição é maior a célula fica saudável impedindo a ativação, quando a quantidade de receptores de ativação é maior que a de inibição, a célula é lesada/morre.
2.4.2. Função
2.4.2.1. Liberação de substâncias que levam à indução da morte por apoptose da célula alvo.
2.4.3. Mecanismos efetores
2.4.3.1. mecanismo de morte: na interação de FasL e Fas → morre quem tem Fas.
2.5. Observação de órgãos do Sistema Imune
2.5.1. Órgãos linfóides primários tem como função a produção e maturação de linfócitos B e T imaturos. Medula óssea: produz todos os tipos de células sanguíneas Timo: matura os linfócitos T, conferindo a capacidade de reconhecer e atacar patógenos específicos.
2.5.2. Órgãos linfóides secundário, confere o armazenamento de linfócitos B e T maduros e ativação da resposta imune adaptativa. Baço: Filtra o sangue e armazena glóbulos vermelhos danificados, além de ativar a resposta imune contra patógenos que circulam no sangue. Linfonodos: filtram a linfa e capturam antígenos e ativam os linfócitos B e T para iniciar a resposta imune.
3. Aula 05
3.1. Como é que se inicia a ativação da célula T quando um TCR encontra um MHC?
3.1.1. CD4 e CD8 tem uma kinase que quando tem reconhecimento interagirem com classe I e classe II ela fica mais próxima dessa região e consegue fosforilar para a sinalização. (1 sinal de ativação intracelular do linfócito T)
3.2. 3 vias de ativação inicial do linfócito T
3.2.1. RAS-MAP Kinase-AP1
3.2.2. LCK-PLC-gama-Cálcio-NFAT
3.2.3. PKC-NF-kappaB
3.3. IL-12
3.3.1. t-bet
3.3.1.1. Th1
3.3.1.1.1. IFN-gama
3.4. Il-4
3.4.1. GATA3
3.4.1.1. Th2
3.4.1.1.1. Il-4
3.4.1.1.2. Il-5
3.4.1.1.3. Il-13
3.5. Medição de granulomas
3.5.1. Granulomas são agregados de células dispostas de forma organizada em torno a um patógeno decorrente do insucesso da fagocitose de materiais irritantes ou indigeríveis.
4. Aula 03
4.1. Sinais cardinais
4.1.1. Calor, Rubor (vermelhidão), Edema(inchaço), Dor, Perda de função
4.2. Citocinas
4.2.1. Mensageiros químicos fundamentais na regulação e coordenação das respostas imunes, desempenhando múltiplos papéis para garantir uma resposta eficaz contra patógenos e outros desafios para o organismo.
4.3. MHC Classe 1
4.3.1. CD8, Peptídeos menores, Expresso em todas as células nucleadas, 3 cadeias peptídicas
4.4. MHC Classe 2
4.4.1. CD4, Cabe peptídeos maiores, 2 cadeias peptídicas, Expresso apenas em células apresentadores de antígenos profissionais
4.5. Ação de lisozima sobre microrganismos.
4.5.1. Maior crescimento microbiano nas placas com menor concentração de lisozima. Desta forma, entende-se que o perfil de crescimento microbiano na diluição seriada seja inversamente proporcional à concentração de lisozima.
4.6. The Skin and Intestinal Microbiota and Their Specific Innate Immune Systems
4.6.1. Barreiras físicas, químicas, microbianas e imunológicas específicas para manter a saúde e erradicar bactérias patogênicas.
4.6.2. Barreira química formada por lipídios e ácidos graxos epidérmicos é importante para modular a sobrevivência microbiana na superfície da pele.
5. Aula 06
5.1. Resposta Humoral Dependente de Células T
5.1.1. Esta resposta é estimulada por antígenos proteicos e requer a participação de células T auxiliares (CD4). As células B apresentam o antígeno processado para as células T auxiliares via MHC classe II. A interação entre as células T e B leva à ativação das células B, que então proliferam e se diferenciam em células plasmáticas que produzem anticorpos. Os anticorpos produzidos são secretados e se ligam aos antígenos, neutralizando e eliminando-os.
5.2. Resposta Humoral Independente de Células T
5.2.1. Esta resposta é estimulada diretamente por antígenos microbianos que se ligam diretamente ao receptor de células B (BCR). Não requer a participação de células T auxiliares ou células apresentadoras de antígenos (APC). A ligação do antígeno ao BCR inicia os sinais de ativação e proliferação celular, levando à produção de anticorpos, principalmente IgM. Essa resposta é caracterizada por uma baixa mudança de isotipo, baixa afinidade e baixa memória.
5.3. MUDANÇAS INDUZIDAS PELA ATIVAÇÃO DO LINFÓCITO B (no centro germinativo)
5.3.1. Perde a estrutura de anticorpo na membrana e é secretado Reconhecimento antigênico = inalterado, aumenta a afinidade, inalterado Funções efetoras = passa de receptor, inalterado, cada isotipo desempenha uma função
5.4. Citometria de fluxo
5.4.1. Orgão linfoide primário: Timo: duplo positivo expressam ambos os marcadores CD4 e CD8 durante sua maturação, indicando que estão prontos para passar pelos processos de seleção e se tornarem células T funcionais.
5.4.2. O baço e os linfonodos são órgãos linfoides secundários que participam das respostas imunológicas.
5.5. Aspectos Evolutivos do Sistema Imunológico.
5.5.1. A formação da memória, anteriormente considerada uma característica definidora da imunidade adaptativa, também ocorre no contexto das respostas imunes inatas e pode até ser observada em organismos unicelulares, atestando a história evolutiva convergente de aspectos distintos da imunidade adaptativa.
6. Aula 04
6.1. TCR
6.1.1. Recombinação somática ao acaso inseridas sempre na região variável (variabilidade genética)
6.2. Recombinação V(D)J: Os genes das Ig e TCR
6.2.1. Locais de diversidade de junção: os CDR - podendo gerar novas recombinações (adição de nucleotídeos aleatórios), maior a variabilidade de receptores à diferentes antígenos.
6.3. Linfócito T
6.3.1. Reconhecem antígenos próprios nos receptores, sofre apoptose, ou seja, morre para evitar reações autoimunes prejudiciais.
6.4. Linfócito B
6.4.1. Durante o desenvolvimento dos linfócitos B, eles geram uma variedade de receptores de superfície. Se um linfócito B produz um receptor que reconhece antígenos próprios (do próprio organismo), ele passa por uma troca de cadeia leve. Nesse processo, a cadeia kappa é substituída pela cadeia lambda. Essa edição permite que os linfócitos B gerem receptores não-próprios e evitem reações autoimunes.
6.5. Western Blotting
6.5.1. Procedimento bioquímico e molecular para a detecção de proteínas de determinada amostra biológica. Para tal, é utilizada a eletroforese em gel para a separação das proteínas da amostra, em seguida estas são transferidas para uma membrana e é feita a ligação de um anticorpo específico para a proteína-alvo
6.6. Anticorpos monoclonais x Policlonais
6.6.1. Anticorpos monoclonais são produzidos por um único tipo de linfócito B e reconhecem um único epítopo (a parte específica do antígeno que o anticorpo se liga), sendo altamente específico. Enquanto, os anticorpos policlonais são produzidos por vários tipos de linfócitos B e tem diferentes especificidades e afinidades, podendo reconhecer vários epítopos.