1. Gestão Orientada por Processos
1.1. Planejamento
1.1.1. São identificadas as necessidades de alinhamento estratégico dos processos.
1.2. Implementação
1.2.1. Fase que tem por objetivo realizar o desenho aprovado do processo de negócio, na forma de procedimentos e fluxos de trabalho documentados, testados e operacionais;
1.3. Análise
1.3.1. Tem por objetivo avaliar os atuais processos organizacionais no contexto das metas e dos objetivos desejados.
1.4. Refinamento
1.4.1. Essa etapa é responsável pela transformação dos processos, implementando o resultado da análise de desempenho.
1.5. Desenho e modelagem
1.5.1. Trata-se da criação de especificações para processos de negócio novos ou modificados, dentro do contexto dos objetivos de negócio.
1.6. Monitoramento
1.6.1. É de suma importância a contínua medição e o monitoramento dos processos de negócio, fornecendo informações-chave para os gestores de processo ajustarem recursos, a fi m de se atingir os objetivos dos processos. Essa etapa de implementação avalia o desempenho do processo por meio de métricas relacionadas às metas e ao valor para a organização, podendo resultar em atividades de melhoria, redesenho ou reengenharia.
1.7. PDCA
1.7.1. O método PDCA (do inglês plan, do, check and act, ou planejar, fazer, verificar e agir, em português) é utilizado pelas organizações para gerenciar os seus processos internos, de forma a garantir o alcance de metas estabelecidas, tomando as informações como fator de direcionamento das decisões.
1.8. BPMN
1.8.1. O Business Process Model and Notation é uma notação da metodologia de gerenciamento de processos de negócio e trata-se de uma série de ícones padrões para o desenho de processos, o que facilita o entendimento do usuário.
2. Gestão da Qualidade
2.1. Contribui para a sobrevivência das organizações em ambientes competitivos.
2.2. Permite adequar produtos e serviços às exigências do mercado.
2.3. Amplia o universo de atuação, estimulando o crescimento da organização.
2.4. Reduz custos globais e aumenta as margens de lucro.
2.5. Melhora o desempenho global da organização com maior qualidade e produtividade, tornando-a mais competitiva e lucrativa.
2.6. Princípios
2.6.1. Foco no cliente
2.6.1.1. As organizações precisam compreender as necessidades atuais e futuras de seus clientes e se esforçarem para superar suas expectativas.
2.6.2. Liderança
2.6.2.1. Deve estar presente na organização e ser responsável pela manutenção de um ambiente interno motivador, que envolva as pessoas em torno do alcance de objetivos comuns.
2.6.3. Envolvimento das pessoas
2.6.3.1. Como principal patrimônio de uma organização, as pessoas necessitam estar envolvidas e utilizar suas aptidões em benefício da organização.
2.6.4. Abordagem dos processos
2.6.4.1. Para que os resultados desejados sejam alcançados com eficiência, atividades e recursos devem ser geridos por processos.
2.6.5. Abordagem da gestão como um sistema
2.6.5.1. Os processos inter-relacionados devem ser geridos como um sistema, para que a organização atinja os seus objetivos com eficácia.
2.6.6. Melhoria contínua
2.6.6.1. Deve ser uma preocupação constante, com avaliação sistemática do desempenho global da organização.
2.6.7. Abordagem dos fatos
2.6.7.1. As decisões, para serem eficazes, devem se basear na análise de fatos, dados, informações, etc.
2.6.8. Benefícios mútuos com fornecedores
2.6.8.1. As relações devem ser mutuamente benéficas, criando valor para ambas as partes.
2.7. Custos da qualidade
2.7.1. Qualidade não custa e é um investimento com retorno garantido.
2.7.2. A falta de um nível de qualidade aceitável é o que o incorre em custos e causa grandes prejuízos às empresa.
2.7.3. Os custos da qualidade se subdividem em custos de prevenção, custos de avaliação e custos das falhas.
2.7.3.1. Custo de prevenção
2.7.3.1.1. Custos que podem evitar futuras falhas.
2.7.3.2. Custos de avaliação
2.7.3.2.1. Custos com o controle de qualidade, desenvolvidos na identificação de componentes defeituosos antes que estes cheguem aos clientes, sejam eles internos ou externos.
2.7.3.3. Custo das falhas
2.7.3.3.1. São custos associados com atividades ocorridas no ambiente externo da empresa e relacionados com custos gerados após a entrega ao cliente.
2.7.4. É possível definir custos da qualidade como todas as despesas de fabricação ou de serviço que excedam às despesas que normalmente teríamos, fabricando um produto ou prestando um serviço de forma perfeita, na primeira vez.
2.8. Liderança na melhoria da qualidade
2.8.1. A qualidade é uma ferramenta estratégica de grande valor nesse cenário cada vez mais competitivo, que tem levado as empresas a implementarem programas que as auxiliem na melhoria de seus produtos e serviços.
2.8.2. Ao pensar em implementar um programa de qualidade, as empresas devem ter em mente a necessidade de realizar mudanças culturais, estruturais e relacionais, ou seja, mudança nos valores, na estrutura da organização e na forma como as pessoas trabalham e se relacionam com os outros e com sua participação e envolvimento nas questões organizacionais.
2.8.3. A liderança é considerada por vários estudiosos como um fator de grande importância para o sucesso da implantação de programas de qualidade e sua manutenção.