1. Origem: Chinesa
2. Propagação
2.1. Utiliza-se estacas herbáceas apicais
2.1.1. Além de conter a gema apical (o que possibilita produzir mudas de melhor crescimento e qualidade), apresentam consistência mais tenra e folhas.
2.2. Estacas com quatro ou cinco folhas
2.3. As mudas são plantadas em canteiros, com o substrato ou solo umedecido, mas sem encharcamento para evitar compactação, tomando-se o cuidado de enterrar as raízes a uma profundidade de 2 a 3 cm, pressionando levemente o solo para manter a muda na posição vertical e eliminar bolsas de ar no sistema radicular
2.4. 6 a 7 cm de comprimento cada estaca
2.5. Pode ser realizada também in vitro
3. Produção: Durante todo o ano
3.1. Sucesso de vendas dia de finados
3.2. Fácil cultivo
3.3. Diversas variedades
3.4. Maior durabilidade da flor em vaso
3.5. Precisão na resposta ao fotoperíodo
4. Plantas Matrizes
4.1. Selecionadas de acordo com o mercado e características agronômicas
4.2. Plantio em canteiros
4.3. Sempre sob dia longo ( O crisântemo é classificado como planta de dia curto (PDC), cujo fotoperíodo crítico é de 13 horas. Assim, quando o fotoperíodo ultrapassar esse valor (DL), as plantas de crisântemo permanecerão em estádio vegetativo. Nos dias com duração da luz inferior a 13 horas, dias curtos (DC), inicia-se a indução do florescimento.
4.4. Manter a planta sob crescimento vegetativo para produção contínua de ápices caulinares
4.5. Espaçamento 15x15cm a 15x20cm
4.6. Após 8 dias do plantio realizar desponta apical
4.7. 20 dias após a primeira desponta realiza-se outra desponta, deixando apenas 2-3 pares de folhas por brotação
4.8. A partir da terceira desponta pode-se iniciar a coleta
4.9. Sempre deixando 1-2 pares de folhas
4.10. Selecionadas de acordo com o mercado e características agronômicas
5. Solo/Substrato
5.1. Solos de baixa densidade
5.2. Ricos em matéria orgânica
5.3. Boa drenagem e disponibilidade de nutrientes
5.4. Substratos: turfa, pó de coco, casca de arroz, casca de café, areia, vermiculita e argila expandida
5.5. Ph entre 5,5 e 6,5
5.6. A área deve ser preferencialmente plana, o solo livre de pedras e ervas daninhas.
6. Escolha do local
6.1. A escolha da área destinada ao cultivo deve receber diariamente o maior número possível de horas de sol
6.2. Solo deve ser homogêneo, tanto na superfície quanto nas camadas secundárias, para que a fertilização e a irrigação sejam também homogêneas, para facilitar o preparo e as práticas culturais
6.3. A área deve ser preferencialmente plana, o solo livre de pedras e ervas daninhas.
7. Tipos de Cultivo
7.1. Céu Aberto:
7.1.1. Feito por pequenos produtores e, casualmente, por grandes produtores nos períodos de estiagem
7.1.2. Possibilita ao produtor fazer o vazio sanitário
7.1.3. Possibilita otimizar a regularidade da produção durante os picos de demanda, de março a outubro
7.1.4. O plantio deve ser efetuado com espaçamentos maiores para melhorar a aeração e secagem de folhas, que auxilia na redução das infecções por doenças fúngicas e bacterianas, e facilitar a penetração dos defensivos agrícolas para o controle químico das pragas e doenças
7.2. Casa de Vegetação:
7.2.1. Requer maior investimento inicial
7.2.2. Possibilita melhor qualidade e regularidade de produção por área
7.2.3. Controle efetivo dos fatores de produção, como temperatura, umidade do solo e umidade relativa do ar, que estão diretamente ligados à presença de doenças, além de reduzir a entrada de insetos pragas.