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Urupês 作者: Mind Map: Urupês

1. Os Faroleiros

1.1. Temas Principais

1.1.1. Realismo Fantástico

1.1.2. Assassinatos, morte

1.2. Personagens Principais

1.2.1. Eduardo

1.2.2. Gerebita

1.2.3. Cabrea

1.3. Resumo

1.3.1. Eduardo passa alguns dias em um farol. Lá conhece Gerebita que parece ter uma ideia fixa que Cabrea é um cara louco. A insistência de Gerebita é tanta, que, começa a se tornar uma loucura, até que ele mata Cabrea. No final da história Eduardo descobre que a mulher de Gerebita o havia deixado para viver com Cabrea, que depois também foi deixado por ela.

2. A vingança da Peroba

2.1. Temas Principais

2.1.1. Decadência Rural

2.1.2. Vida Sertaneja

2.2. Personagens Principais

2.2.1. Família Porunga

2.2.2. Família Nunes

2.3. Resumo

2.3.1. Há aqui oposição entre 2 famílias vizinhas: os Porunga, fortes e bem estabelecidos, e os Nunes, preguiçosos. Os clãs se desentendem por causa de uma paca, desejada pela família Nunes e caçada pelos Porunga. Movido pela rivalidade, os Nunes decidem investir em sua terras, gerando uma boa safra de milho. O patriarca decide então, construir um monjolo e corta uma peroba imensa, que estava na divisa das duas terras. O monjolo é construído, porém, todo torto, produzindo mais barulho do que qualquer outra coisa, sendo apelidado de ronqueira. Decepcionado, o pai, "mergulha" na cachaça ao lado do filho. Um dia depois, ele acorda com os gritos das mulheres da casa: o monjolo havia esmagado a cabeça da criança no pilão. Irado, Nunes destrói a machadadas o monjolo.

3. O engraçado arrependido

3.1. Temas Principais

3.1.1. Realismo Fantástico

3.1.2. Assassintato, crime, tragicomédia

3.2. Personagens Principais

3.2.1. Pontes

3.2.2. Bentes

3.3. Resumo

3.3.1. Pontes desde sempre faz todos rirem, sendo o homem mais engraçado da cidade. Um dia decide se tornar sério e conseguir um emprego. Ele tentou e tentou, mas ninguém o levava a sério. Teve a ideia de trabalhar para o Estado na coletoria federal. O cargo, porém, que Pontes desejava já estava ocupado por Bentes, que sofria de aneurisma e só deixaria o cargo na morte. Pontes arma um plano e mata Bentes de tanto RIR. Em um final surpreendente, Pontes não consegue o cargo, que é ocupado por outra pessoa.

4. Um suplício Moderno

4.1. Temas Principais

4.1.1. Questões Políticas

4.1.2. Traição

4.1.3. Luta por poder

4.2. Personagens Principais

4.2.1. Biriba (carteiro)

4.2.2. Fidêncio(Chefe de Biriba)

4.2.3. Evandro ( oponente de Fidêncio)

4.3. Resumo

4.3.1. Este conto retrata a história de Biriba: um pobre e humilhado que acaba se tornando "burro de carga" da cidade de Itaoca. Sua aparência se esgota a ponto de pedir demissão. Seu chefe, porém, o mantêm em seu cargo por ser interessante ter alguém tão submisso. Briba resolve vingar-se escondendo de Fidencio um pacote importante para eleição. Isto se torna o motivo da queda de Fidêncio e a ascensão do seu rival Evandro, que não poupa quase ninguém do antigo governo, apenas o pobre Biriba. Provavelmente desconfiado que tudo iria continuar como antes, Briba foge de Itaoca.

5. Pollice Verso

5.1. Temas Principais

5.1.1. Tragicomédia

5.1.2. Morte

5.2. Personagens Principais

5.2.1. Inácio

5.2.2. Mendanha

5.2.3. Yvone

5.3. Resumo

5.3.1. Narra-se a história de Inácio, alguém que já de criança mostrava um gênio negativo ao gostar de dissecar pássaros. Seu pai, via nesse costume, no entanto, uma tendência para a Medicina e dedica todas as suas forças em ver seu filho seguindo essa carreira. O rapaz acaba realizando o sonho do pai, mas torna-se um pelintra, mais preocupado em se exibir e conseguir o mais rápido possível dinheiro para voltar aos braços da amante francesa, Yvonne, que havia conhecido nos tempos da faculdade. Seu bilhete de loteria é conseguir cuidar de um ricaço, Mendanha. Sua intenção não é curá-lo, pois não seria tão lucrativo quanto a morte, que lhe possibilitaria cobrar uma quantia exorbitante. Com o falecimento do paciente, a família recebe a conta, que acha exorbitante, levando a questão ao tribunal. Ali, Inácio conta com o corporativismo, já que os outros médicos (tão menosprezados pelo recém-formado) dão-lhe parecer favorável. Viaja, pois, para Paris, enganando a todos, dizendo que tinha se estabelecido na carreira e estava em contato com gente do alto quilate da medicina. Estava mais era curtindo a vida.

6. O mata-pau

6.1. Temas Principais

6.1.1. Morte

6.1.2. Tragédia

6.1.3. Vida Sertaneja

6.1.4. Traição

6.2. Personagens Principais

6.2.1. Elesbão

6.2.2. Rosa

6.2.3. Manuel Aparecido

6.3. Resumo

6.3.1. Dois homens conversam na mata sobre uma planta chamada mata-pau, que cresce e mata todas as outras árvores ao seu redor. O assunto termina no trágico caso de um próspero casal, Elesbão e Rosinha, que encontram um bebê em suas terras e resolvem adotá-lo. Crescido o menino, se envolve com a mãe e mata o pai. Com os negócios paternos em ruína, resolve vendê-los, o que vai contra os gostos da mãe-esposa. Esta quase acaba vítima do rapaz e vai parar num hospital, enlouquecida.

7. O Comprador de Fazendas

7.1. Temas Principais

7.1.1. Decadência Rural

7.1.2. Comédia

7.1.3. Vida Sertaneja

7.2. Personagens Principais

7.2.1. Moreira

7.2.2. Zilda

7.2.3. Trancoso

7.3. Resumo

7.3.1. Pensando em se livrar logo da fazenda Espigão (verdadeira ruína para quem a possui), Moreira recebe com entusiasmo um bem-apessoado comprador: Pedro Trancoso. O rapaz se encanta com a fazenda e com a filha de Moreira e, prometendo voltar na semana seguinte para fechar o negócio, nunca mais dá notícias. Moreira vem a descobrir mais tarde que Pedro Trancoso é um tremendo safado, sem dinheiro nem para comprar pão. Pedro, no entanto, ganha na loteria e resolve comprar mesmo a fazenda, mas é expulso por Moreira, que perdeu assim a única chance que teve na vida de se livrar das dívidas.

8. A colcha de Retalhos

8.1. Temas Principais

8.1.1. Vida Sertaneja

8.1.2. Decadência rural

8.2. Personagens Principais

8.2.1. José (pai)

8.2.2. Ana(mãe)

8.2.3. Maria das Dores/ Pingo(filha)

8.2.4. Joaquina(sogra, mãe de Ana)

8.2.5. Amigo (narrador personagem)

8.3. Resumo

8.3.1. José recebe a visita de um amigo. Ele foi até a casa da família propor um negócio a José, que não aceitou. Lá conheceu Ana, que na época, já aparentava ser mais velha e doente, Maria das Dores, filha do casal e Joaquina, mãe de Ana, uma senhora animada e disposta. Joaquina costurava uma colcha de retalhos para a neta como presente de noivado. Dois anos se passaram, Ana morreu e Maria fugiu com um rapaz. Sabendo das tristes notícias, o amigo retorna a casa da família, onde encontra Joaquina bastante envelhecida. Ao ver a colcha de retalhos ela lhe conta seu último desejo: ser enterrada com ela. O amigo vai embora e pouco tempo depois fica sabendo do falecimento de Joaquina e que seu último pedido não fora atendido.

9. Meu conto de Maupassant

9.1. Temas principais

9.1.1. Assassinato, crime

9.2. Personagens Principais

9.2.1. 2 viajantes em um trem

9.3. Resumo

9.3.1. O narrador, ao passar de trem diante de uma árvore, um saguaraji, lembra-se de um crime ocorrido há muito tempo e comenta-o com outro passageiro. Tudo havia começado com o aparecimento, nas redondezas daquela árvore, um cadáver de uma senhora. As investigaçoes são feitas e tem-se como principal suspeito um italiano, que não é preso por falta de provas. Os anos se passam e novos indícios ligam o italiano novamente ao crime. O acusado estava ali, viajando, e não havia levantado suspeita até que o trem passa diante do saguaraji. É quando o suspeito se atira para fora do trem, sendo encontrado depois ao lado da árvore. Por um tempo acreditou-se que ele havia feito isso por remorso, no entanto, tempos depois o filho da senhora confessa o crime.

10. Bucólica

10.1. Temas Principais

10.1.1. Decadência Rural

10.1.2. Morte

10.1.3. Tragédia

10.2. Personagens Principais

10.2.1. Anica

10.2.2. Família Suãs

10.2.3. Empregada da família

10.3. Resumo

10.3.1. Andando pelos pequenos vilarejos e sítios interioranos, o narrador fica sabendo da trágica história da morte da filha de Pedro Suã, que morreu de sede. Aleijada e odiada pela mãe, a filha adoeceu e, ardendo em febre numa noite, gritava por água. A mãe não lhe atendeu, e a filha foi encontrada morta na cozinha, perto do pote de água, para onde se arrastou.

11. Bocatorta

11.1. Temas Principais

11.1.1. Morte

11.1.2. Tragédia

11.1.3. Necrofilia

11.2. Personagens Principais

11.2.1. Bocatorta

11.2.2. Cristina

11.2.3. Eduardo

11.2.4. Zé Lucas

11.2.5. Ana

11.3. Resumo

11.3.1. Na fazenda do Atoleiro, vivia a família do major Zé Lucas. Nas matas da fazenda, havia um negro com a cara defeituosa com fama de monstro: Bocatorta. Cristina, filha do major, morre justamente alguns dias depois de ter ido com o pai ver a tal criatura. Seu noivo, Eduardo, não agüenta a tristeza e vai até o cemitério chorar a morte da amada. Encontra Bocatorta desenterrando a moça. Volta correndo e, junto a um grupo de homens da fazenda, sai em perseguição a Bocatorta. Esse, em fuga, morre ao passar num atoleiro, depois de ter dado o seu único beijo na vida.

12. O Estigma

12.1. Temas Principais

12.1.1. Traição

12.1.2. Morte

12.2. Personagens Principais

12.2.1. Fausto

12.2.2. Bruno

12.2.3. Laura

12.3. Resumo

12.3.1. Bruno resolve visitar o amigo Fausto em sua fazenda. Lá conhece a bela menina Laura, prima órfã de Fausto, e sua fria esposa. Fausto convivia com o tormento de um casamento concebido por interesse e uma forte paixão pela prima. Passado vinte anos, os amigos se reencontram no Rio de Janeiro, onde Bruno fica sabendo da tragédia que envolveu as duas mulheres da vida de Fausto: Laura sumiu durante um passeio, e foi encontrada morta com um revólver ao lado da mão direita. Suicídio misterioso e inexplicável. A fria esposa de Fausto estava grávida e deu a luz a um menino que tinha um sinalzinho semelhante ao ferimento de bala no corpo da menina. Fausto vê o sinalzinho e percebe tudo: a mulher havia matado Laura. Mostra o sinal do recém-nascido para ela que, horrorizada, padece até a morte.

13. Velha Praga

13.1. Temas Principais

13.1.1. Decadencia Rural

13.1.2. Vida Sertaneja

13.2. Personagem Principal

13.2.1. O "Cabloco"

13.3. Resumo

13.3.1. fala da praga que é o homem, ou melhor, o caboclo. Ele vem com sua mulher, que carrega um menino na barriga, um no braço e outro de sete anos agarrado em sua saia com uma faquinha na cintura e já com um fumo na boca, além de um cachorro sarnento. Erguem uma tapera de sapê, penduram o santo e se estabelecem ali. Em agosto, deitam fogo na terra, destroem tudo com ele, ainda olham e falam “que fogo bonito”. Com isso deixam a terra pura cinza e em setembro, quando a chuva vem, plantam milho. Depois, quando a terra para de dar o milho, eles vão embora. Em pouco tempo a terra engole a taperinha que construíram. A justiça não faz nada contra o fogo que eles causam, a lei não os prende por isso. O caboclo apenas é “tocado”, mandado embora das redondezas, mas sempre repete a dose onde se estabelece e depois vai embora, deixando a natureza se encarregar de esquecer sua passagem.

14. Urupês

14.1. Tema Principal

14.1.1. Decadência Rural

14.1.2. Vida Sertaneja

14.2. Personagem Principal

14.2.1. Jeca Tatu = Cabloco

14.3. Resumo

14.3.1. fala do caboclo. Começa contando como na literatura caminharam até chegar ao índio e depois o trocaram pelo cabloco. Fala também de como nos livros o cabloco é uma coisa muito diferente da realidade. Porque, na verdade, o caboclo não tem nada de admirável, o que ele vende é o que a terra dá e a qualquer um basta colher; ele não precisa de banco porque seu calcanhar rachado lhe serve de tamborete; ele não conhece talher porque as mãos já fazem o papel da faca, do garfo, da colher, usa no máximo uma tigela. Vive em sua casa de sapê e, se uma goteira aparece, coloca uma tigela para aparar a água; buracos na parede servem de gaveta. Justifica-se dizendo que não vale a pena. Qualquer serviço não vale a pena pro caboclo, pro jeca. Não precisa de guarda-roupa porque só tem a que veste e uma que está lavando. Democracia conhece só como ir buscar os papéis com um coronel e votar em nem sabe quem. Doença se cura com três caroços de feijão e etc; parto perigoso resolve com uma foto de são Benedito. De religião tem os santos como os coronéis do céu e usa de Deus como justificativa, “Deus quis”. Arte não produz nenhuma. E assim vai todo o conto retirando do caboclo todo o romantismo.