Fluidoterapia

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Fluidoterapia 作者: Mind Map: Fluidoterapia

1. Tratamento de suporte.

2. Três etapas: reanimação, reidratação e manutenção.

2.1. Reanimação: pacientes em choque com déficit de perfusão.

2.2. Reidratação: etapa de reposição, utilizada para repor a volemia.

2.3. Manutenção: feita em pacientes com hidratação normal, que são incapazes de ingerir o volume de água normal.

3. Tipos de soluções: Ringer Lactato de sódio, Ringer simples, soluções de NaCl a 0,9%, soluções de glicose a 5% em NaCl a 0,9%, solução salina hipertônica.

3.1. Ringer Lactato com sódio: solução isotônica, cristalóide, utilizado em casos de acidoses metabólicas. Não indicado para pacientes hepatopatas.

3.2. Ringer Simples: solução cristalóide, isotônica, não contém lactato, é utilizada para reposição, em casos de alcaloses metabólicas.

3.3. Solução de NaCl a 0,9%: solução isotônica, cristalóide, composta por água, sal e cloro, é indicada para pacientes com alcalose, hiperadrenocorticismo, insuficiência renal, hipercalcemia. Utilizada para reposição.

3.4. Solução de glicose a 5% em NaCl a 0,9%: solução cristalóide utilizada para reposição.

3.5. Solução salina hipertônica: utilizada para reanimação, em casos de hemorragias, queimaduras, hipovolemia e choque.

4. As soluções de manutenção são as mesmas soluções de reposição, que são modificadas, nas quais são adicionadas sódio, potássio ou glicose.

5. Vias de administração: enteral, intravenosa, subcutânea, peritoneal, retal e medula óssea do fêmur e do úmero.

5.1. Enteral: utilizada em pacientes estáveis, que não tenham perda de fluídos. Pode-se administrar soluções de manutenção.

5.2. Intravenosa: é a via mais comum para administração de fluídos, feita com cateter e possui efeito imediato.

5.3. Subcutânea: muito utilizada, mas não é indicado para pacientes com desidratação de moderada a grave ou que apresentam comprometimento circulatório.

5.4. Peritoneal: raramente usada, geralmente é só utilizada em neonatas, devido a dificuldade do acesso venoso. As soluções cristalóides são absorvidas mais rápido.

5.5. Retal: não é muito utilizada, geralmente só se utiliza para administração de drogas a pacientes com encefalopatias hepáticas.

5.6. Medula óssea do fêmur e do úmero: é utilizadas em pacientes pediátricos e neonatos, para fluídos rápidos.

6. Usado em casos de desidratação.

6.1. Expandir volemia.

6.2. Corrigir desequilíbrios hídricos.

6.3. Corrigir desequilíbrios eletrolíticos.

7. Usada de acordo com os sintomas que o animal apresenta.

7.1. Doenças primárias.

8. Classificação das soluções: colóides e cristalóides

8.1. As soluções critalóides são as mais utilizadas.

8.2. Hipertônicas, isotônicas e hipotônicas.

9. O cálculo de reidratação é realizado de acordo com a porcentagem de desidratação e o peso corporal do animal.

10. O cálculo da manutenção consideram-se as perdas perceptíveis e imperceptíveis.

11. O cálculo da reanimação consideram-se as perdas ocorridas.