A enfermagem na Idade Média
作者:jonatas holanda
1. As práticas de saúde monástico-medievais: Focaliza a influência dos fatores socioeconômicos e políticos do período medieval e da sociedade feudal nas práticas de saúde e as relações destas com o cristianismo.
2. O conhecimento da enfermagem ainda era empírico, dogmático, como o era no período pré-cristão, mas exercido por Irmãs de Caridade e prostitutas.
3. A enfermagem ainda não era científica.
4. Igreja Católica era a instância ideológica dominante, inclusive sobre as concepções de saúde e doença, e as respectivas práticas médicas.
5. Evidencia a evolução das práticas de saúde e, em especial, da prática de Enfermagem no contexto dos movimentos Renascentistas e da Reforma Protestante.
6. Terapêutica: não contrariar a natureza, mas auxiliar-la a reagir.
7. Determinou dietas em diferentes casos e também usava sangrias, ventosas, vomitórios, clisteres e purgativos.
8. Jônatas Holanda M.Batista
9. Disciplina: Introdução a Enfermagem
10. Praticava a cirurgia e distinguia as fases da cicatrização.
11. Relaciona a evolução das práticas de saúde ao surgimento da filosofia e ao progresso da ciência, quando estas então se baseavam nas relações de causa e efeito.
12. A ocorrência das doenças tinham duas interpretações: para os pagãos eram conseqüência de feitiçarias; para os cristãos as doenças eram sinais de purificação e da expiação dos pecados. Pobres e enfermos foram especialmente objetos da Igreja.
13. Aqui surge o Período Negro da Enfermagem. Corresponde ao período que vai do final do século XIII ao início do século XVI.
14. Os séculos IV e V foram períodos do florescimento dos hospitais, que recebiam doentes, órfãos, velhos, aleijados e peregrinos.
15. Distintas damas passaram a se dedicar aos pobres e doentes e a transformar suas casas em casas de caridade.
16. Professor: Ricardo Luis