Empreendedorismo e inovação social no contexto brasileiro.

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Empreendedorismo e inovação social no contexto brasileiro. 作者: Mind Map: Empreendedorismo e inovação social no contexto brasileiro.

1. Atuação em redes de Organizações: Conjunto de atores com propósitos similares atuando colaborativamente. Diversas organizações elegem um tema ou uma causa, e atuam juntas para solucionar determinado desafio social e/ou ambiental, atuando em rede.

2. Economia solidária: Envolve a necessidade de geração de trabalho e renda para inclusão social, a economia solidária tem se constituído uma possibilidade para populações excluídas, tais como: mulheres com pouca escolaridade, donas de casa, egressos do sistema prisional, comunidades tradicionais, usuários do sistema de saúde mental, pequenos agricultores, catadores, população em situa- ção de rua, população negra, entre outros.

3. Ativismo social: Os ativistas sociais, ao invés de empreender ações diretas como fazem os empreendedores sociais, buscam influenciar outros para que executem ação direta. Influenciam ONGs, consumidores, trabalhadores, entre outros, com o propósito de que estes realizem ações diretas para resolver um problema social

4. Engajamento comunitário: Envolve desafios que dizem respeito a toda uma comunidade temática que atua em uma mesma causa ou, mais usualmente, uma comunidade territorial. Ocorre quando indivíduos e/ou organizações precisam se integrar e articular ações que convirjam para um propósito comum.

5. Campanhas informativas: Mudança de comportamento massivo de grupos de pessoas que precisam ser sensibilizadas e informadas sobre determinado tema. Nesses casos, é comum utilizar-se de campanhas informativas proveniente do poder público com o objetivo é conscientizar os indivíduos sobre a importância de determinada causa.

6. Atuação em ecossistemas de inovação: Envolvem um conjunto de atores (stakeholders – partes interessadas e/ou afetas a um dado contexto ou causa) que não tem, necessariamente, fins similares e afinidade de propósito, mas que precisarão se aproximar para atuar sobre determinado desafio.

7. Ministério Público: Saída para a resolução de questões vinculadas às atribuições governamentais que não estão sendo cumpridas e que estão relacionadas à não execução de políticas públicas existentes.

8. Coletivos: São considerados mecanismos para mobilizar pessoas em torno de objetivos comuns. O que os difere dos movimentos sociais é que, normalmente, não possuem uma ideologia por trás de seu funcionamento.

9. Movimentos sociais: Ações coletivas de um grupo organizado com fins determinados e que objetivam alcançar mudanças sociais.

10. Iniciativas pessoas físicas: Pessoas comprometidas com determinada situação que as motiva, resolvem se envolver com uma determinada causa sem estarem preocupadas em estruturar soluções mais rebuscadas como a criação de uma organização.

11. Empreendedorismo cívico: Agentes de transformação que possuem conhecimento técnico sobre tecnologia digital, recursos de dados abertos e que estão preocupados em melhorar a sua comunidade, criando e modificando a infraestrutura digital com o intuito de gerar benefícios coletivo (hackers).

12. Advocacy para políticas públicas: Possibilita solucionar um problema público que se manifestam por meio de leis, campanhas publicitárias informativas, inovações tecnológicas ou projetos, programas públicos, decisões judiciais, inovações tecnológicas, entre outros

13. Tecnologias Sociais: Técnica, método, produto e processo desenvolvidos para solucionar problemas essenciais de cunho social ou ambiental que atendam aos quesitos de baixo custo, fácil aplicabilidade e reaplicabilidade.

14. Surge no Brasil um outro tipo de organização, fruto de outra intersecção entre o Segundo e Terceiro Setores, por abarcar características tanto das organizações do terceiro setor quanto das empresas privadas com fins lucrativos.

14.1. Negócios Sociais: Diferem-se das organizações do Terceiro Setor pelo fato de gerarem receita para manter suas atividades e contar com a possibilidade de distribuir ou não lucros entre os sócios.

14.1.1. Constituem-se juridicamente como empresas privadas, o que não lhes permite usufruir de alguns benefícios concedidos pelo Estado brasileiro às organizações pertencentes ao Terceiro Setor (Associações e Fundações).

14.2. Negócios de Impacto: Pertencem a um espectro de tipologias de empreendimentos que têm a missão explícita de gerar impacto socioambiental e, ao mesmo tempo, gerar resultado financeiro positivo de forma sustentável.

14.2.1. As organizações entendidas como Negócios de Impacto podem pertencer tanto ao Segundo Setor (empresas privadas com fins lucrativos com foco em gerar impacto socioambiental) quanto ao Terceiro Setor (organizações sem fins lucrativos).

14.2.1.1. A questão central desta definição diz respeito à missão expressa de gerar impacto social e/ou ambiental e receita para se sustentar financeiramente.

15. Surge como um dos mecanismos que direcionam esforços para gerar o bem comum, por meio de soluções que possibilitem atuação solidária entre os humanos e com a natureza.

16. Existe três tipos de economia (de mercado, pública e social) que dão origem a três tipos de setores produtivos em uma dada sociedade.

16.1. Primeiro setor: fere-se à abrangência do Estado, que atua por meio das estruturas dos três poderes (executivo, legislativo e judiciário) nas esferas municipais, estaduais e federal.

16.2. Segundo setor: atua por meio das empresas que surgem da iniciativa privada e que têm como finalidade principal geração de lucros a partir de suas atividades produtivas.

16.2.1. Quanto mais complexos e sistêmicos forem os desafios, mais importante será a atuação conjunta entre os três setores para gerar impacto social e/ou ambiental positivo.

16.3. Terceiro setor: conjunto de organizações da sociedade civil (iniciativa privada) cujo foco principal está em executar atividades de interesse social.

17. Há alguns pontos relevantes para se refletir no processo de definição do tipo de solução mais adequada a um dado desafio que dizem respeito ao papel de cada um dos três setores na sociedade. Nesse sentido, é importante valorizar as conquistas, no que tange ao estabelecimento de políticas públicas e reivindicar que sejam mantidas ou melhoradas, ao invés da sociedade civil assumi-las como responsabilidade somente sua. Observamos que existem algumas características comuns nos diversos tipos de soluções que vêm surgindo. Dentre elas, pode-se destacar a utilização de tecnologias da informação e comunicação, a atuação coletiva por meio da construção cooperativa, os processos de gestão com tendência à descentralização e horizontalização e, em alguns casos, até mesmo autogestão dos grupos que atuam conjuntamente.