Erros Inatos do Metabolismo (EIM)

马上开始. 它是免费的哦
注册 使用您的电邮地址
Erros Inatos do Metabolismo (EIM) 作者: Mind Map: Erros Inatos do Metabolismo (EIM)

1. Doenças metabólicas hereditárias individualmente raras

2. Moléculas pequenas

2.1. Sintomas de intoxicação e/ou deficiência energética

2.2. Apresentação clínica súbita

2.3. Evolução com agudização recorrente

2.4. Exame físico e exame histopatológico inespecíficos

2.5. Tratamento da crise aguda é feito com restrição alimentar específica

2.6. Em evoluções crônicas há atraso do desenvolvimento motor

2.7. Manifestações clínicas

2.7.1. Neonatos

2.7.1.1. Vômitos, recusa alimentar, letargia, convulsões, taquipnéia, entre outros

2.7.2. Até 10 anos

2.7.2.1. Atraso no desenvolvimento físico e psicomotor, hepatomegalia, alterações esqueléticas, entre outros

2.7.3. Adultos

2.7.3.1. Retardo mental, cclusão vascular prematura, entre outros

3. Moléculas complexas

3.1. Sintomas crônicos e progressivos, não relacionados à alimentação

3.2. Substratos que não podem ser degradados se depositam em tecidos e órgãos

3.3. Geralmente se manifesta nos primeiros meses ou anos de vida

3.4. Grande contribuição do exame histopatológico

3.5. Tratamento escasso

3.6. Manifestações clínicas

3.6.1. Retardo mental progressivo, dismorfias, anormalidades no esqueleto, hepatoesplenomegalia, entre outros

4. Diagnóstico

4.1. Essencialmente laboratorial

4.2. Determinar grau de comprometimento de tecido e órgãos

4.2.1. Testes bioquímicos, hematológicos, das suprarenais, eletrofisiológicos, radiológicos e histopatológicos

4.3. Doença de moléculas pequenas

4.3.1. Não apresenta sintomas sugestivos de doenças lisossômicas de depósito

4.3.2. Triagem simples para detectar metabólitos de pequeno peso molecular acumulados no sangue e/ou excretados na urina

4.3.2.1. Testes urinários

4.3.2.1.1. Benedict (Cliniteste)

4.3.2.1.2. p-Nitroanilina

4.3.2.1.3. Cianeto-nitroprussiato

4.3.2.1.4. Nitrosonaftol

4.3.2.1.5. Teste do Sulfito

4.3.2.1.6. Cloreto férrico

4.3.2.1.7. Dinitrofenilhidrazina

4.3.2.2. Cromatografia semiquantitativa de aminoácidos em sangue e urina

4.3.2.2.1. Indica aminoácidos que estão em quantidade acima do normal

4.3.2.2.2. Não deve ser indicada na suspeita de doenças do ciclo da ureia

4.4. Doença de moléculas grandes

4.4.1. Teste de triagem simples

4.4.2. Protocolo inicial para doenças lisossômicas de depósito

4.4.2.1. Teste do azul de toluidina

4.4.2.2. Cromatografias de oligossacarídios e sialoligossacarídios

4.4.2.3. Medida das atividades das enzimas plasmáticas beta-glicuronidade e hexosaminidases A e B

4.5. Desordens peroxissomais

4.5.1. Detecção do aumento dos níveis destas substâncias em líquidos biológicos

4.5.2. Sangue venoso é amostra de primeira escolha

4.5.3. Protocolos laboratoriais para a investigação de desordens da biogênese do peroxissoma e da b-oxidação peroxissomal já estão bem estabelecidos

5. Principais grupos de moléculas pequenas

5.1. Aminoacidopatias

5.1.1. Aumento de aminoácidos no sangue e urina devido a um defeito em seu transporte ou ao bloqueio da rota metabólica

5.1.2. Mais frequente: fenilcetonúria

5.2. Acidemias orgânicas

5.2.1. Aumento de ácidos orgânicos na urina devido ao bloqueio da rota metabólica

5.2.2. Mais frequente: acidemias metilmalônica, propiônica e glutárica tipo I

5.3. Ambas possuem diagnóstico fundamentalmente laboratorial e têm sinais neurológicos como os mais evidentes devido à toxicidade