1. agente
1.1. P. vivax: menos grave; Brasil
1.2. P. malariae
1.3. P. ovale
1.4. P. falciparum: mais grave; África
2. ciclo
2.1. picada do mosquito
2.1.1. esporozoíto para corrente sanguínea
2.1.1.1. amadurecimento no fígado por 15 dias: merozoíto
2.1.1.1.1. merozoíto invade glóbulos vermelhos (esquizontes)
2.2. no mosquito, ele ingere gametócitos na picada
2.2.1. gera micro e macrogametócitos
2.2.1.1. na parede do estômago, ocorre a formação dos oocinetos, e depois oocistos
2.2.1.1.1. oocistos liberam esporozoítos
3. clínica
3.1. sintomas de 8-14 dias após a transmissão
3.2. febre (pode ser cíclica)
3.2.1. Febre terçã benigna (P. vivax)
3.2.2. Febre terçã maligna (P. falciparum)
3.2.3. Febre quartã (P. malariae)
3.3. pele e olhos amarelados
3.4. suor e calafrios
3.5. forte dor de cabeça, náusea e vômitos
3.6. fraqueza e cansaço constantes
4. tratamento
4.1. antimaláricos: cloroquina, primaquina, artemeter e lumefantrina ou artesunato e mefloquina
4.2. cloroquina por 3 dias
4.3. primaquina por 7 dias
4.4. apenas a primaquina tem atividade contra os hipnozoítos no Brasil.
4.5. crianças, bebês e grávidas precisam de um tratamento especial, com quinina ou clindamicina
4.6. tratamento de P. malariae assemelha-se ao tratamento para P. vivax (apenas cloroquina por 3 dias), contudo sem a necessidade de uso da primaquina.
4.7. P. falciparum é resistente a cloroquina e por isso se utiliza a combinação de: Artemeter (derivado da planta Artemisia) e Lumefantrina ou Artesunato e Mefloquina.
5. incidência
5.1. região norte
5.2. também abrange alguns estado do centro-oeste e o Maranhão
6. transmissão
6.1. fêma do Anopheles com esporozoítos
6.2. transfusão sanguínea
6.3. compartilhamento de seringas
6.4. acidentes laboratoriais
7. diagnóstico
7.1. Esfregaço
7.1.1. P. falciparum: observação de trofozoítos e gametócitosççççççççççççççççççççççççççççççççççççççç
7.1.2. P. vivax, malariae e ovale: observação de todos os estágios de desenvolvimento
7.2. Gosta espessa
7.3. PCR (principalmente para identificar a espécie)
7.4. Teste rápido (não diferencia as espécies ou contaminação dupla)
7.5. ELISA e Reação de Imunofluorescência
8. profilaxia
8.1. individual
8.1.1. evitar áreas de riscos
8.1.2. utilizar repelentes e mosquiteiros
8.1.3. utilizar telas em portas e janelas
8.2. coletiva
8.2.1. uso de inseticidas e larvicidas
8.2.2. evitar formação de criadouros de mosquitos
8.2.3. ações de educação para a população