Análise Sintática.
作者:JOAO PEDRO DE OLIVEIRA
1. O predicado é a informação que se dá sobre o sujeito. Ao identificar o sujeito da oração, todo o resto faz parte do predicado. Por exemplo: Uma pessoa ligou, mas não quis se identificar. (Sujeito: uma pessoa. Predicado: ligou, mas não quis se identificar).
2. O predicado pode ser verbal quando o seu núcleo (parte principal do predicado) é um verbo que expressa uma ação. Exemplo: O velhinho contou uma história.
3. Quando o verbo, ou núcleo do predicado verbal, tem sentido completo e não precisa de complemento, ele é verbo intransitivo. (Exemplo: A vítima morreu).
4. Quando o verbo, ou núcleo do predicado verbal, precisa de complemento, porque não tem sentido completo, ele é verbo transitivo. (Exemplo: Vou preparar o jantar).
5. O predicado pode ser nominal quando o seu núcleo (parte principal do predicado) é um nome e o seu verbo é de ligação, ou seja, que expressa um estado. Exemplo: esta matéria é extensa.
6. O predicado pode ser verbo-nominal quando apresenta dois núcleos (parte principal do predicado), um núcleo verbal e um núcleo nominal. (Exemplo: as crianças chegaram felizes).
7. Então o predicado pode ser classificado como: verbal, nominal e verbo-nominal.
8. A transitividade verbal indica a relação entre os verbos transitivos e os seus complementos. Isso porque, sozinho, o verbo transitivo não tem sentido completo, o que significa que ele tem que transitar para um elemento que o complete.
9. Verbo transitivo direto (VTD). Verbo que não tem sentido completo e precisa de um complemento, geralmente introduzido sem preposição, que conclua o quê ou quem. Esse complemento é chamado de objeto direto. Exemplo: A mesa 3 pediu a carne bem passada.
10. Verbo transitivo direto e indireto (VTDI). Também chamado de bitransitivo, é o verbo que não tem sentido completo e que precisa de objeto direto e indireto. Assim, o verbo transitivo direto e indireto precisa de dois complementos, um dos quais sem preposição obrigatória (objeto direto) e outro que exige preposição (objeto indireto). O objeto direto e indireto completa o verbo com a informação sobre o quê a quem. Exemplo: Enviei os postais aos clientes.
11. Os verbos de ligação, também chamados de copulativos, têm a função de ligar o sujeito e suas características (predicativo do sujeito). Distinguem-se, assim, dos verbos intransitivos e transitivos, na medida em que esses expressam uma ação praticada ou sofrida. Os principais verbos de ligação são: ser, estar, permanecer, ficar, tornar-se, andar, parecer, virar, continuar, viver. Exemplos: A plateia é toda jovem. (Verbo de Ligação). Hoje teremos casa cheia. (Verbo Transitivo). Não vou! (Verbo Intransitivo).
12. Predicativo do objeto e predicativo do sujeito Além do predicativo do objeto, existe também o predicativo do sujeito, que é o termo da oração que complementa e caracteriza o sujeito. Predicativo do objeto: Eu considero aquele funcionário irresponsável. Irresponsável é predicativo do objeto porque caracteriza a palavra funcionário que atua como objeto direto nesta oração. Predicativo do sujeito: Aquele funcionário é irresponsável. Irresponsável é predicativo do sujeito porque caracteriza a palavra funcionário que atua como sujeito nesta oração.
13. João Pedro de Oliveira. 2º E.M. / Colégio Pilares.
14. A análise sintática faz parte de uma grande área chamada de sintaxe. Ela estuda a função que as diferentes classes gramaticais exercem quando estão dispostas dentro de uma oração.
15. A análise sintática trata então das funções sintáticas, como o complemento nominal, o sujeito e os tipos de predicado.
16. O sujeito pode ser: determinado simples, determinado composto, determinado elíptico ou indeterminado.
17. Sujeito determinado simples: Quando o sujeito apresentar apenas um núcleo, ele será considerado sujeito simples. Exemplo: Os funcionários da empresa organizaram uma festa de despedida para o colega.
18. Sujeito determinado composto: Se nele houver dois ou mais núcleos, isto é, duas ou mais palavras que possam ser consideradas essenciais, ele será classificado como sujeito determinado composto. Exemplo: Ondas altas, relâmpagos e ventania assustaram os turistas que estavam na praia.
19. Sujeito determinado elíptico (oculto ou desinencial): Quando o sujeito não estiver explícito na oração, ele será classificado como sujeito determinado elíptico. Não é que ele não esteja na oração, ele está, mas não de maneira óbvia. Para reconhecê-lo, existem algumas dicas: observar a desinência verbal e também o contexto da oração. Exemplo: Como podemos construir um mundo melhor?
20. Sujeito indeterminado: Nesse caso, o sujeito de quem se fala não está determinado porque não se sabe quem praticou a ação ou porque a intenção é não revelá-lo. É possível indeterminar o sujeito por meio de três estruturas sintáticas. Exemplos: 1)Oração com verbo na 3ª pessoa do plural: Falaram mal de você ontem. 2) Oração com verbo na 3ª pessoa do singular acrescido do pronome se: Confiava-se nos amigos. 3) Com o verbo no infinitivo impessoal: Navegar é preciso, viver não é preciso.
21. Verbo transitivo indireto (VTI). Verbo que não tem sentido completo e precisa de um complemento que conclua com quem, de quê ou de quem, em quê, para quê ou para quem, por quem. Acompanhado de preposição obrigatória, o complemento desse tipo de verbo é chamado de objeto indireto. Exemplo: Não acredito no que ele diz.
22. Enquanto a transitividade do verbo indica a necessidade de completar o seu sentido com complementos, a intransitividade verbal indica que os verbos têm sentido completo. Assim, sozinhos, os verbos intransitivos conseguem transmitir a informação sobre o sujeito. Isso não quer dizer que uma oração cujo verbo seja intransitivo tenha obrigatoriamente que acabar nesse verbo, mas se acabasse no verbo a oração seria compreensível. É que muitas vezes, com os exemplos dados de verbos intransitivos, os alunos acabam concluindo que não há mais nada depois dele, e quando há, descartam logo a possibilidade da intransitividade. Exemplo: João nasceu ontem.
23. O complemento verbal tem exatamente a função de completar o sentido dos verbos transitivos diretos e transitivos indiretos. São eles o objeto direto e o objeto indireto. Esses complementos verbais são importantes porque há orações cujos verbos não têm sentido completo em si.
24. Objeto Direto. O objeto direto é o termo da oração que completa o sentido de um verbo transitivo direto, ou seja, aquele cuja preposição não é obrigatória. Exemplo: Eu quero um vestido.
25. Objeto Indireto. O objeto indireto é o termo da oração que completa o sentido de um verbo transitivo indireto, aquele que obrigatoriamente vem precedido de preposição. Exemplo: Obedecemos aos nossos pais.