História da Igreja

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História da Igreja 作者: Mind Map: História da Igreja

1. Islã

1.1. No século VI Maomé teve a revelação do anjo Gabriel que o levou a escrever o Alcorão, livro sincrético entre judaísmo, cristianismo e religiões tribais árabes.

1.1.1. Com boa estratégia militar, Maomé rapidamente expandiu seu domínio sobre a península arábica e seus sucessores sobre norte da África e oriente médio

2. Monasticismo A busca de Deus no deserto.

2.1. Os Pais do deserto

2.1.1. Pacômio, Melânia

2.1.1.1. Formação e estabelecimento da “Cristandade”

2.1.1.1.1. Nova realidade: “Bárbaros”

2.1.1.1.2. Sec V- X- Alta idade média

2.2. *A partir do século III

2.3. Santo Antão foi o primeiro monge anacoreta( ermitão) e viveu 20 anos entre ruínas próximo ao mar vermelho.

3. Organização eclesiástica

3.1. Momento inicial: autoridade apostólica- foco na moralidade e comunhão da igreja

3.2. Sec. II: Apologética cria diálogo com filosofia e cultura clássica: cristianismo não é mais uma entre as religiões de mistério, mas tem substrato lógico, segundo categorias intelectuais da filosofia e dialoga com a cultura(patrística). Início da formação do corpo doutrinário ortodoxo.

3.3. Sec. III-IX: Lenta organização estrutural formal hierárquica, centralizada nos bispos devido à sucessão apostólica, formulação de credos, identificação do cânon

3.4. Concílio de Nicéia

3.4.1. As heresias, principalmente a ariana, era bem divulgada, e o imperador Constantino convocou um concílio da igreja para que os bispos pudessem resolver definitivamente a questão.

3.4.2. Durante o concílio a doutrina ariana foi renegada e a doutrina da trindade, segundo a ortodoxia afirmada. Credo niceno composto para corrigir essa heresia.

3.4.3. Estabeleceu-se uma data fixa para a Páscoa pra que caísse no domingo, dia da ressurreição, e estabeleceu-se a comemoração do Natal em 25 de dezembro, dia do solstício de inverno e do festival romano do sol invicto, para afirmar doutrina da Encarnação.

3.4.4. Credo niceno- constantinopolitano

3.4.5. Formação do Cânon

4. Ortodoxia e Heterodoxia

4.1. “O que Jerusalém tem a ver com Atenas?”( Tertuliano)

4.2. “Jesus é Senhor tanto de Atenas quanto de Jerusalém”(Orígenes, Clemente)

4.3. Descolamento do cristianismo do judaísmo x relevância cultural

4.3.1. Montanismo: Paracleto moralista e ascético

4.3.2. Docetismo: Jesus nunca encarnou, era um espírito

4.3.3. Marcião: divindades diferentes no AT e NT

4.3.4. Ário: Cristo era a mais excelente criatura, e alcançara o

4.3.5. favor divino, mas não era Deus

4.3.6. Nestório: separação entre duas naturezas de Cristo

4.3.7. Gnosticismo

5. Pentecostes atos 2

5.1. Grande nuvem de testemunhas- Hb.12: 1 Todos os crentes em Cristo que já existiram Nossas raízes- Tradição como fonte epistemológica- Ag.1:5-7

5.1.1. Sal da terra

5.1.1.1. várias nações ouvindo as maravilhas de Deus

5.2. Etnocentrismo judaico não permitia essa compreensão

5.3. Transição da igreja judaica para gentia

5.4. Guerra romano-judaica de 66 a 70 ad: Mc.13:1-2

5.5. Mudança da liderança da igreja para outras metrópoles imperiais: Antioquia, Alexandria, Cartago, Roma,Cesaréia

6. Trabalho missionário

6.1. 12 apóstolos( segundo a tradição alcançaram lugares tão distantes como Egito, Índia, Espanha, Síria, França...)

6.2. Expansão orgânica devido à interligação do império

6.3. Missionários- II e III João; Gregório de Neocesaréia ou Taumaturgo( III)

6.3.1. Perseguição

6.3.1.1. Motivos:

6.3.1.1.1. Ausência do exército

6.3.1.1.2. Motivos:“Ateísmo”

6.3.1.1.3. “Canibalismo”

6.3.1.1.4. Negavam culto ao imperador

6.3.1.1.5. Grupo orgânico e vulnerável

6.3.2. Veneração de relíquias e imagens

6.3.2.1. Início com Policarpo de Esmirna

6.3.2.2. Relíquias eram inspiracionais

6.3.2.3. cultos desde cedo no cristianismo.

6.3.2.4. Uso decorativo e litúrgico se fundiu

6.3.2.5. Uso inicialmente pedagógico para população

6.3.2.6. iletrada

7. Cruzadas

7.1. Possíveis motivações: misticismo milenarista, impulso religioso, possibilidade de ocupação de novas terras, possibilidades de comércio, retomada da Terra Santa para a peregrinação de cristãos.

7.2. A primeira cruzada foi bem sucedida em seu objetivo e no caminho massacrou judeus e muçulmanos, considerados povos inimigos da cruz. Reinos feudais latinos foram instituídos da Europa até Jerusalém.

7.3. - Muitas cruzadas se sucederam, mas sem a organização nem o sucesso da primeira - Os resultados foram a reaproximação de ocidente e oriente, o contato renovado com a cultura greco-latina preservada em Bizâncio e a deterioração das relações amigáveis entre muçulmanos e cristãos e o acirramento do anti-semitismo europeu.

8. Carlos Magno e um projeto de Europa (E de igreja)

8.1. Período pré-carolíngio

8.1.1. Nos séculos VII e VIII a igreja do ocidente era formadapor várias igrejas regionais mais ou menos auto-reguladas.

8.1.2. Império carolíngio e igreja

8.1.2.1. instituiu os bispos como administradores imperiais.

8.1.2.1.1. O poder sobre a igreja, naturalmente exercido por Carlos Magno, agora virava alvo de disputa com a hierarquia da igreja.

8.1.2.2. Carlos nomeava bispos, convocava sínodos, legislava

8.1.2.2.1. Os descendentes de Carlos Magno dividiram o império em três partes o que contribuiu pra fragmentação feudal.

8.1.2.3. Carlos Magno reconstruiu uma estrutura imperial e sobre doutrina e liturgia.

8.1.2.4. Não havia distinção entre estado e igreja nesse período

8.1.2.4.1. Igreja e Poder político

8.1.3. Nesse período Roma não controlava o desenvolvimento da igreja. Surgiram as igrejas de propriedade, submetidas a um senhor feudal ou rei, eram vendidas ou divididas pelos herdeiros.

9. Reforma gregoriana

9.1. Por volta do século X o monasticismo teve grande desenvolvimento na Europa, tendo destaque as abadias de Cluny e Cister. A partir desses monastérios surgiu oideal de reformar a igreja na Europa e depurá-la de seus desvios.

9.1.1. Desses mosteiros saíram papas que efetuaram reformas na igreja, como condenação do concubinato clerical, da simonia, proibição das investiduras, independência do clero frente à nobreza, fortalecimento do direito canônico e do papado, etc.

10. Baixa Idade Média Séculos XI-XV

10.1. Cisma do Oriente

10.1.1. Os missionários ligados à Roma e os ligados à Bizâncio passaram a ter conflitos entre os povos eslavos do sul

10.1.1.1. Reconquista

10.1.1.1.1. Narrativa sobre reação cristã aos muçulmanos na península Ibérica a partir do séc. IX reagir contra a invasão muçulmana. Histórias de El Cid, Rolando e os Doze Pares de França enchiam o imaginário europeu com as histórias lendárias de cavalaria.

10.1.1.1.2. As vitórias iniciais forjaram identidade cristã comum para a luta contra o infiel e impulsionaram as cruzadas.

11. Desenvolvimentos da baixa Idade média

11.1. Primeiras universidades, impulso na vida intelectual

11.2. Construção das catedrais

11.3. Alcance missionário dos alemães na Europa oriental com conversão das nações bálticas e dos frades franciscanos até a China, com a fundação do arcebispado de Beijing.

11.4. Crise da baixa idade média

11.4.1. Mudanças na Europa: peste negra(1346- 1353) e guerras( 1337-1453) causando queda populacional; diminuição da mão-de-obra e aumento da exploração do campesinato

11.4.2. Lenta concentração de poder nas mãos do rei na Inglaterra e França

11.4.3. Incremento da economia européia com maiordisponibilidade de terras e rotas comerciais para oriente( ligas hanseática e mediterrânea)

11.4.4. Crise da igreja

11.4.5. 2 papados- quebra de autoridade; conflitos entre SIRG e papado;

11.4.6. Renascença, humanismo, nacionalismo

11.4.7. Papas renascentistas- ponto mais baixo da igreja-corrupção, simonia, prostituição, vida luxuosa,nepotismo, disputas políticas. Não tinham pudor de usar igreja pra seus interesses pessoais.

11.4.8. Humanismo

12. Reforma Modernidade- séculos XV- XVIII

12.1. Martinho Lutero O justo viverá pela fé G.3:11

12.2. Lutero catalisou os anseios de reforma em toda a Europa,e devido à conjuntura política ( apoio do eleitor da Saxônia, insatisfação com o dinheiro enviado à Roma)conseguiu dar prosseguimento a seus questionamentos e ganhou notoriedade e apoio.

12.3. Questionamento da condenação de Jan Hus, crítica da infalibilidade papal e dos concílios da igreja, defesa do sacerdócio universal dos crentes, primazia das Escrituras.

12.3.1. Lutero não tinha a intenção de se separar da igreja. Mas ao ser forçado a se retratar na Dieta de Worms se negou a faze-lo e foi excomungado.

12.3.2. Ao retornar de Worms, Lutero foi “sequestrado” pelo eleitor da Saxonia e mantido no castelo de Wartburg, onde fez sua tradução da Bíblia para o alemão.

12.3.3. Ao sair do “cativeiro”, os companheiros de Lutero tinham promovido destruição de imagens, relíquias e propriedades da igreja. Mas Lutero se opôs a eliminar qualquer prática litúrgica que considerasse não condenada pelas escrituras.

12.3.4. “Revolta dos camponeses” mostrou as possibilidades do extremismo reformista e da violência reacionária

12.3.4.1. Para impedir os excessos, Lutero começou a organizar o corpo doutrinário e litúrgico de uma nova igreja.

12.3.4.2. Igreja Luterana

12.3.4.3. Casamento dos clérigos

12.3.4.4. Subserviência ao governo, que deveria cuidar dos pobres.

12.3.4.5. Redução dos 7 sacramentos da igreja à dois( Ceia e Batismo)

12.3.4.6. Persuasão dos hereges por lógica e convencimento

12.3.4.7. Fim das missas

12.3.4.8. Rompimento com humanistas

13. Anglicanismo

13.1. A igreja anglicana se formou porque o rei desejava anular seu casamento com Catarina de Aragão, que não lhe dera um filho homem. Como a igreja o ignorou, ele separou-se de Roma, tornou-se líder supremo da igreja inglesa, anulou seu casamento e casou-se com a amante Ana Bolena.

13.2. Mosteiros ingleses foram abolidos, propriedades da igreja tomadas pela coroa, pessoas fiéis a Roma foram perseguidas e mortas, mas doutrina e liturgia mantiveram- se similares às católicas.

13.3. Após sua morte reinaram seu filho Edward VI, protestante, e Mary Tudor, católica, promovendo reformas religiosas contraditórias.

13.4. Elizabeth I

13.5. Protestante

13.6. Costurou leis religiosas que sintetizavam as duas igrejas,acalmando os ânimos: doutrina protestante e liturgia católica.

13.7. Perseguiu extremistas dissidentes

13.8. Anabatistas

13.9. Apareceram pela primeira vez em 1523 em Zurique, efetuando rebatismo por imersão, eram grupos muito diversos entre si( bíblicos, revolucionários, racionalistas)

13.10. Criam que a igreja invisível só incluía os que tivessem experimentado a reconciliação, enfatizavam primazia das escrituras, moral irrepreensível. Muitos repudiavam pena de morte, juramentos e conflitos armados

13.11. Anabatistas eram das classes mais baixas da população e portanto vistos como radicais e perseguidos por luteranos, calvinistas e católicos.

13.12. Amish, Menonitas, unitaristas são descendentes desses grupos

14. Puritanismo e Pietismo

14.1. Na igreja da Inglaterra a reforma foi um meio-termo entre a igreja católica e a reformada. Isso deixou muitos adeptos do Calvinismo inconformados, que consideravam a igreja reformada pela metade, e estes passaram a lutar por uma radicalização da reforma no pais. Foram perseguidos e isso fez com que muitos emigrassem para a América iniciando as colônias ao norte dos EUA. Sob Cromwell muitos teólogos puritano se reuniram e criaram a Confissão de Westminster.

14.2. Batistas

14.3. A partir dos puritanos vários grupos se formaram. Em 1607 John Smith, um sacerdote anglicano, reuniu uma congregação e mudou-se para a Holanda, onde se organizaram de uma maneira que consideraram mais alinhada com o novo testamento, condenando a ligação da igreja com o estado e instituindo o batismo adulto por imersão.

14.4. Presbiterianos

14.5. John Knox abraçou a Reforma em 1560 e a implementou na Escócia, estabelecendo um sistema de igreja de governo presbiteriano e não episcopal. Em 1640 convocouse uma assembléia de teólogos em Westminster para uniformizar as praticas das igrejas da Escócia, Inglaterra e Irlanda, e então nasceu a Confissão que se tornou a declaração de fé presbiteriana.

14.6. Quakers

14.7. Surgiram no século XVI e foram chamados primeiramente “Amigos da Verdade” Foco na experiência mística e em ouvir a voz de Deus. Tinham casas de oração simples, criam que o Espírito Santo é dado a todas as pessoas, eram pacifistas, desprezavam sacramentos, liturgias e ministros.Foram os primeiros a protestar contra as péssimas condições dos presídios

14.8. Permitiam o ministério feminino, assim como os batistas

14.9. Influência puritana no catolicismo

14.10. Pietismo

14.10.1. O Pietismo surgiu com uma ênfase na moralidade bíblica, a convicção pessoal de pecado, o arrependimento, a conversão, a santidade pessoal na vida diária, a adoração emotiva e desvinculada da razão, o cuidado do próximo.

14.10.2. A religião torna-se uma experiência pessoal

14.10.3. Morávios

14.10.4. Refugiados protestantes da Morávia em fuga da perseguição dos Habsburgos fugiram até a Saxônia, onde foram recebidos pelo Conde Nicolau Zinzendorf.

14.10.5. Zinzendorf tornou-se o líder espiritual dos morávios e fundou a vila de Herrnhut. De lá fizeram o mais longo relógio de oração da história e implantaram um programa de missões através do qual 300 missionários foram enviados nos primeiros 65 anos.

15. Ordens religiosas de destaque

15.1. São Francisco de Assis

15.2. Francisco de Assis: Ênfase na pobreza e na atuação missionária. (Sec. XII)

15.3. Domingos de Gusmão(1170-1221): ênfase na persuasão para converter os hereges cátaros- necessidade de preparo do clero.

15.4. Beguines, Begardos( sec. XIII): grupo autônomo de leigos que se organizavam numa ordem não reconhecida pela igreja católica e se reuniam para o cuidado dos pobres, disciplina e devoção ascética.

16. Anseios por Reforma- Waldenses

16.1. Movimento iniciado por volta de 1173 na França, por Pedro Waldo, um rico comerciante que doou todos os seus bens e passou a ensinar que a pobreza era um caminho de aperfeiçoamento.

16.2. Enfatizavam pregação leiga, a primazia das Escrituras, e desapego material. Promoveram a tradução das escrituras para o franco-provençal e defendiam o mesmo para todas as línguas. Enfatizavam a educação, o evangelismo itinerante, e decoravam grandes porções das escrituras.

16.3. Em 1215 foram declarado heréticos pela igreja católica e perseguidos, mas grupos da igreja sobreviveram até a época da Reforma, quando se uniram ao ramo Calvinista.

16.4. Anseios por Reforma- Wycliffe e lollardos

16.4.1. Wycliffe ( Inglaterra, 1330- 1384)- Poderes dependem de Deus- só o mantém os que estão em relacionamento correto com Deus( seja o rei ou o papa)

16.4.2. Tradução da bíblia para inglês

16.4.3. Ser membro da igreja não garante salvação

16.4.4. Seus seguidores, os lolardos, terminaram suatradução da bíblia para o inglês e percorreram toda a Inglaterra como pregadores itinerantes

16.4.5. Anseios por Reforma- Jan Hus

16.4.5.1. Jan Hus ( Boêmia, 1369-1415)- desafiou autoridade papal, enfatizou autoridade suprema das Escrituras, exigiu fim da venda de indulgências.

16.4.5.2. Foi chamado ao Concílio de Constança, acusado de heresia e morto na fogueira.

16.4.5.3. Seus seguidores, chamado hussitas, iniciaram uma grande revolta na Boêmia contra a igreja e a autoridade do imperador,

17. João Calvino

17.1. Calvino (1509-1564) enfatizava a corrupção total do homem e sua total dependência em Deus para a salvação. Ênfase na predestinação.

17.2. Perseguido na França, fixou-se em Genebra, onde transformou uma cidade corrupta em uma comunidade protestante exemplar que se tornou modelo para outras cidades reformadas.

17.3. Estabeleceu que o governo da igreja devia ser feito por presbitérios compostos de clérigos e leigos e não hierarquias episcopais.

18. Contrarreforma

18.1. Encolhimento do catolicismo devido à Reforma e à criação de igrejas nacionais( como Anglicana). Igreja católica foi obrigada a se purificar para competir com protestantismo

18.2. Concílio de Trento (1545-63) afirmou doutrina e liturgia

18.3. Tomás de Aquino declarado teólogo oficial

18.4. Vulgata declarada a versão oficial da escritura( incluindo apócrifos)

18.5. Autoridade baseada nas Escrituras e na Tradição da Igreja

18.6. Salvação baseada nas obras de Deus e nas dos homens

18.7. 7 sacramentos

18.8. Fiscalização da prática das indulgências

18.9. Cada diocese deveria ter uma escola e um seminário

18.10. Índex de livros proibidos

18.11. Fortalecimento do Tribunal do Santo Ofício( Inquisição)

18.12. Abusos clericais, simonia, luxúria e nepotismo passaram a ser censurados e punidos

18.13. Ênfase no trabalho missionário( ordem jesuíta e dominicana)

18.14. Arte barroca

19. Jesuítas

19.1. Formada em 1540 por Ignácio de Loyola Foco na evangelização dos pagãos: “exército de Cristo” “ Orar como se tudo dependesse de Deus e trabalhar como se tudo dependesse de mim”

19.2. Expansão Comercial e Marítima

19.3. Colônias

19.4. Missões católicas nos séculos XVIXVII

19.5. O empreendimento missionário jesuítico viajou junto com a colonização, às vezes reforçando-a, às vezes confrontando-a.

19.6. São Francisco Xavier - Apóstolo do Oriente

19.7. Ex-discípulo de Ignácio de Loyola, percorreu Índia, Sri Lanka, Malásia, Indonésia, Japão e China como evangelista. Estabeleceu escola de treinamento pra nativos cristãos em Goa, Iniciou a igreja japonesa

20. Cristianização do Novo Mundo

20.1. Cristianização da América latina

20.2. Os missionários jesuítas viam a questão da conversão como simplesmente receber o batismo e inserir-se na civilização colonial e praticar a ritualística religiosa católica,O cristianismo sul-americano adquiriu práticas sincréticas, onde ritos e entidades indígenas se fundiram às católicas( Virgem de Guadalupe)

20.3. Os africanos trazidos para o Brasil raramente foram vistos como alvo da evangelização e também terminaram por adotar um cristianismo sincrético( exceções como Pedro Dias no XVII)

20.4. Bartolomeu de Las Casas

20.5. Defensor dos ameríndios das colônias espanholas

20.6. Cobrou da coroa e conseguiu que se promulgassem leis de defesa dos indígenas Conseguiu ser nomeado protetor dos índios Colonos o acusaram de querer levar colônia à falência Recusava-se a impor a conversão

20.7. Jesuítas no Brasil

20.8. Desafios: diversidade etnolinguística, dispersão populacional, perigos da viagem por mar e terra,doenças, estilo de vida de indígenas e colonos Estratégias: língua geral( Nheengatu), “Missões”,perseguição dos colonos

20.9. Missões Protestantes? Séculos XVI-XVIII

20.10. Companhias de Comércio

20.11. Onde a Companhia se instalava haviam capelões para o atendimento das necessidades espirituais dos cidadãos holandeses que ali moravam. Mas em geral pouco foi feito no sentido da evangelização real da pop

21. Conflitos religiosos- políticos

21.1. Ligação do poder temporal e espiritual

21.2. Desde a idade média havia uma relação visceral e espúria entre a igreja e o estado. Com o advento da Reforma e o fortalecimento do nacionalismo, as tensões se acirraram e novas formas de relação entre estado e igreja se desenvolveram:

21.3. Separação ou repressão( França, Espanha);Acordo( Inglaterra); Tolerância( Holanda);

21.4. Guerra dos 30 anos (1618): uma liga protestante e uma católica guerreando no sacro-império e na França. Ao final assinou-se paz de Westphalen que é um marco da secularização e da diplomacia na Europa, pois reconhecia a necessidade da convivência conjunta e a impossibilidade de destruir o outro.

22. Revolução científica e iluminismo

22.1. Copérnico, Galileu, Newton

22.2. Iluminismo

23. Avivamentos

23.1. John Wesley (1703-1791)

23.2. Jonathan Edwards( 1703- 1758)

23.3. Resultados do Grande despertamento

23.4. Profunda influência pietista, incentivando arrependimento e experiência de salvação pessoal com forte apelo emocional

23.5. Grande engajamento emocional

23.6. Influência na formação dos EUA como nação

23.7. Revoluções do século XVIII

23.8. Independência dos EUA

23.9. Revolução Francesa

24. Evangelicalismo e mudança social

24.1. O metodismo que se espalhara com os irmãos Wesley e Whitefield foi uma grande força anti-revolucionária na Inglaterra.

24.2. Os clérigos anglicanos simpatizantes do avivamento metodista eram chamados evangélicos. Eles não eram favoráveis ao ministério dos leigos, a emotividade, pregações itinerantes e doutrinas perfeccionistas, mas apreciavam o chamado à santidade.

24.3. Cambridge tornou-se o centro do evangelicalismo e influenciou uma geração de pregadores e reformadores sociais ingleses

24.4. Grupo de Clapham

24.5. Europa pós- Revolução Francesa

24.6. Desenvolvimentos teológicos

24.7. Outros Avivamentos

24.8. Alemanha: 1780- 1830 (movimento missionário e social) Escandinávia: 1780- 1880 ( Hans Nielsen Hauge) França e Suíça: 1795-1818 ( formação sociedades bíblicas) Holanda: 1828-1900 ( criação partido anti-revolucionário) América do Norte: ( 1790-1850) ( Finney, reforma social, educação para negros e mulheres, apelos evangelísticos)

25. Industrialização

25.1. Impactos sociais da Industrialização

25.2. Local de trabalho mudou da casa para a fábrica. Grandes cidades não tinham sistema de transporte, e trabalhadores precisavam caminhar até a fábrica. Homens, mulheres e crianças trabalhavam longas horas em ambientes insalubres. Grandes cidades européias se favelizaram Serviços públicos urbanos não suportaram aumento populacional Salários baixos. Ausência de amparo social em caso de acidentes

25.3. Marxismo

25.4. Karl Marx e Friedrich Engels sistematizaram as idéias anti-liberais vigentes na época a partir de uma compreensão materialista histórica da sociedade e defendiam a ditadura do proletariado, como passo necessário rumo à uma sociedade igualitária comunista. - Essas idéias rapidamente se espalharam pela Europa, influenciando a criação de partidos, sindicatos, sovietes e associações.

25.5. Filantropia cristã século XIX

25.5.1. Imperialismo

25.6. William Carey Fundador do movimento de missões modernas

25.7. Movimento de mulheres em missões foi o maior movimento feminino do século XIX: Amy Carmichael, Lottie Moon.

26. Chegada do protestantismo no Brasil

26.1. Era proibida a entrada de missionários protestantes no Brasil até 1818. A sociedade bíblica britânica e estrangeira enviava bíblias para o Brasil através de navios portugueses.

26.2. A partir de 1818 colportores começaram a visitar o Brasil. Entre eles destaca-se Daniel Kidder, metodista.

26.3. Robert Kalley, escocês congregacional, chegou ao Brasil em 1855, servindo como médico, colportor, realizando evangelismo, ajudando a debelar uma epidemia de cólera e testemunhando de Jesus à nobreza brasileira, inclusive o imperador Dom Pedro II.

26.4. Missionários provenientes principalmente dos Estados Unidos no chamado protestantismo de Missão, vieram a partir da segunda metade do século XIX ao Brasil, como os presbiterianos, batistas, metodistas e episcopais.

26.5. Além do protestantismo de missão, o de imigração,através dos luteranos alemães se instalou no país,especialmente no sul, trazendo pastores para os colonos.

26.5.1. Reacionarismo católico

26.5.2. Concílio Vaticano I: Não conseguindo dialogar com as mudanças da modernidade, a igreja católica se fechou para o mundo, o que ficou evidente no concílio Vaticano I convocado por Pio IX. Ele lançou uma lista de erros que incluía panteísmo, naturalismo, racionalismo, socialismo, comunismo, maçonaria, sociedades bíblicas, ensino público, liberdade de discurso.

26.5.3. Enfatizou infalibilidade do papa, o que aumentou o anticlericalismo no mundo

26.5.4. Pentecostalismo

26.5.5. 901: Topeka, Arkansas 1906-9: William Seymour e a Missão da fé apostólica William Durham esteve em Azuza e levou movimento pentecostal para Chicago, de onde se difundiu para todo o mundo.Ênfase na glossolalia, profecia, curas e demais manifestações bíblicas do Espírito Santo

26.5.6. Fundamentalismo x modernismo

27. Neocalvinismo

27.1. Em luta contra o modernismo, os fundadores do partido antirevolucionário holandês passaram a defender a visão de mundo cristã e a validar o cristianismo enquanto princípio organizador da vida em sociedade, e opção válida no mercado de idéias.

27.2. Abraham Kuyper: pastor, fundador de universidade, fundador de partido político, primeiro-ministro.

27.3. Evangelicalismo e o século XX

27.4. Escalada nacionalista pessimista

27.4.1. I Guerra Mundial Revolução Russa Tratado de Versalhes e “barreira” do Ocidente contra Socialismo Grande Depressão Movimento de descolonização: Ghandi, sionismo, independência do Egito e Iraque

27.4.2. II Guerra mundial - A idéia da morte de Deus contribuiu para a total erosão dos valores cristãos na sociedade européia.

27.4.3. Igreja e Totalitarismos

27.4.3.1. O Bloco socialista

27.4.3.2. Igreja e socialismo

27.4.3.3. O “ópio do povo” foi sistematicamente perseguido e controlado pelos governos socialistas do século XX, e igrejas nascentes como a chinesa, ou bem estabelecidas como a ortodoxa russa foram vigiadas, reprimidas, limitadas em suas práticas, despojadas de seus bens.

27.4.3.4. Os cristãos eram considerados anti-revolucionários por sua lealdade dividida entre o país e Cristo, e a eles eram vedados o acesso a agremiações, cargos elevados ealtos estudos. Não havia liberdade real dereligião e muitos eram mortos, enviados para trabalhos forçados ou fugiam para o exílio.

27.4.3.5. Guerra Fria

28. Evangelicalismo no século XX

28.1. Billy Graham

28.1.1. Um dos principais representantes do Novo evangelicalismo, Billy Graham era pastor batista, herdeiro dos métodos de Moody, e tirou proveito dos recursos tecnológicos à sua disposição como o rádio e a televisão. Viajou por todo o mundo após a Guerra, momento em que os sobreviventes do conflito precisavam de auxílio espiritual. Graham realizou suas grandes “Cruzadas” evangelísticas por todo o mundo, tornando-se uma celebridade e sendo recebido por chefes de estado, chegando-se a tornar capelão da presidência dos EUA

28.1.1.1. Movimento de Lausanne

28.1.1.2. Associações ecumênicas

28.1.1.2.1. Concílio Vaticano II

28.1.1.2.2. Mudanças - liturgia efetuada nas línguas locais; - Papel pastoral da igreja para todo o mundo, e não somente seus fiéis; - Valorização das Escrituras e ênfase ao acesso dos fiéis à bíblia; - Igreja deveria estar em diálogo com outras religiões; - Condenação do anti-semitismo; - Afirmação da liberdade religiosa para todos.

29. A igreja cristã contemporânea global

29.1. A igreja iraniana cresceu mais nos últimos 20 anos do que nos últimos 13 séculos. É a igreja que cresce mais rapidamente no mundo.

29.2. O cristianismo é a religião que mais cresce na China, com um número estimado de 38 milhões de protestantes e 10-12 milhões de católicos com representatividade de cristão evangélicos e ortodoxos. Somados, o número de cristãos e muçulmanos é maior do que o de membros do partido comunista.

29.3. O "centro" do cristianismo está em mudança do norte( EUA e Europa) para o sul (América Latina, África, partes da Ásia)

29.4. Reevangelização do ocidente

29.5. Os desafios

29.6. Centros urbanos plurais Multiculturalismo e pureza doutrinária Questões de justiça

29.7. E agora como viveremos?

29.7.1. Rejeitar o romantismo e o cinismo em relação ao mundo e à igreja, e abraçar o realismo esperançoso - Confiar no Deus que conduz a história, a igreja e as nações - Anunciar a verdade, sabendo que apesar de não- exaustiva e pouco precisa, é passível de ser encontrada. - Posicionar-se bíblica e sabiamente frente aos desafios de nosso tempo.

29.7.2. Hb.12:1- agir segundo exemplo