Portugal uma sociedade capitalista dependente

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Portugal uma sociedade capitalista dependente 作者: Mind Map: Portugal uma sociedade  capitalista dependente

1. Características da política económica do fontismo

1.1. O período da regeneração ficou marcado pelo progresso do país no domínio das infraestruturas, melhorias materiais, por fontes Pereira de Melo ministro das obras públicas.

2. Vantagens do desenvolvimento dos transportes e comunicações.

2.1. No domínio dos transportes e comunicações assistiu-se à criação de novas das infraestruturas e à melhoria das já existentes: estradas; caminhos de ferro; portos e construção de faróis; desenvolvimento das ligações marítimas e fluviais; pontos; telégrafo; telefone; os correios. Os progressos verificados nos transportes e nas comunicações provocaram transformações ao nível da economia, da sociedade e da mentalidade

3. Consequências da mecanização Da agricultura a partir da segunda metade do séc XIX.

4. Vantagens da realização de exposições em Portugal

4.1. A participação em exposições e em feiras, bem como à publicação de guias práticos que contribuíram para a difusão de novos produtos, de técnicas e de maquinaria. Em 1802, com a criação do Instituto Agrícola e Escola Regional de Lisboa, no reinado de D.Maria II, teve início o ensino superior científico, destinado a agrónomos, a fim de prepará-los para dirigir as explorações agrícolas.

5. Eram grandes os obstáculos que se levantavam à colocação dos produtos agrícolas no exterior, não só devido à concorrência, mas também à falta de capacidade de investimento, necessário para conquistar mercados para colocar os produtos agrícolas tradicionais. A transformação da agricultura em termos técnicos e a forma de exploração da terra e do mercado agrícola, aberto à livre concorrência, provocou amplas mudanças na composição do campesinato e dos pequenos proprietários rurais. Muitos dos quais viram-se obrigados a abandonar o campo ou seguiram o destino da emigração, fenómeno que se acentuou ao longo da segunda metade do século XIX.

6. Definição do conceito "Regeneração"

6.1. Período do liberalismo português entre 1851 e o final da década de 80 do séc XIX marcado pela pacificação política, afirmação do capitalismo, desenvolvimento de infraestruturas, transportes e comunicações, pelo crescimento econômico e modernização do país.

7. Motivos que contribuiram para O crescimento da população urbana entre 1864 e 1890.

7.1. No domínio do urbanismo a melhoria da rede de esgotos, em Lisboa, Para enfrentar o surto de cólera e de difteria que se fez sentir entre 1856 e 1858 e instalou se a iluminação a gás nas zonas centrais da cidade de Lisboa. A capital foi alvo de um projeto de expansão e de renovação urbana no último quartel do séc XIX, conduzido por Frederico ressano Garcia que visava dar resposta ao crescimento da população urbana, neste sentido o projeto deu lugar á abertura das novas ruas e avenidas

8. Condições que contribuiram para O desenvolvimento da agricultura no séc XIX

9. Motivos do agravamento da crise Financeira ( fins do séc XIX e início do séc XX).

9.1. A construção das infraestruturas exigiu um financiamento avultado de que o país não dispunha. Os governos foram obrigados a recorrer a medidas que possibilitassem obter o maior número de receitas de modo a poderem efetuar despesa, para fazer face à insuficiência de capitais. O recurso ao crédito era visto como uma forma de garantir o crescimento económico através do investimento em infraestruturas que, a longo prazo, reverteria em receitas para o reino e, assim, permitia amortizar a dívida contraída. As despesas não assumiram a rentabilidade desejada, o que obrigava a recorrer continuamente ao crédito para manter os níveis de investimento, gerando assim um ciclo vicioso. O aumento dos impostos surgiu como o expediente mais utilizado pelos Governos para arrecadarem receitas. Houve necessidade de recorrer aos empréstimos, sobretudo no estrangeiro. As remessas dos emigrantes foram insuficientes para colmatar o desequilíbrio orçamental, uma vez que este dinheiro ou era destinado ao consumo, ou acabava por servir para financiar a economia ou ser utilizado na compra de dívida pública.

9.2. Novo Tópico

10. a permanência de estruturas produtivas tradicionais condicionavam os índices de produtividade e de produção; assistiu-se a um desenvolvimento da agricultura, marcado pelo aumento da produtividade e pelo crescimento do volume da produção; A política relativa ao setor agrícola oscilou entre a defesa do protecionismo e a adoção do livre campismo; A produção de cereais (milho e trigo) cresceu; a vitivinicultura expandiu-se; acentuou-se a exploração intensiva da cortiça e do gado, que, com o vinho, constituíam produtos de exportação; A agricultura era marcada pela dependência face aos mercados externos; A estrutura fundiária limitou o uso das novas máquinas e dos novos produtos; Grandes obstáculos se levantaram à colocação dos produtos agrícolas no exterior, devido à concorrência e à falta de capacidade de investimento.