Efeitos Biológicos da Radiação Ultravioleta

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Efeitos Biológicos da Radiação Ultravioleta 作者: Mind Map: Efeitos Biológicos da Radiação Ultravioleta

1. A radiação no meio ambiente

1.1. Radiação ionizante

1.1.1. Apesar de muito usado em tecnologias, na natureza, as radiações ionizantes perduram por muito mais tempo do que quando em contato com o corpo humano, por exemplo.

1.1.2. A partir do momento em que o ambiente é contaminado por grandes quantidades dessa radiação, a vegetação que crescer será contaminada, a água, os animais que dela se alimentarem e posteriormente os humanos, um processo em cadeia. Partículas de radiação podem permanecer até mesmo na atmosfera, como acontece com as partículas de iodo que são mais leves que as de césio.

1.1.3. Por isso alguns lugares que estão expostos a elevadas taxas de radiação não são habitáveis atualmente, como é o caso de Chernobyl. A expectativa é de que o local volte a ser habitável em 200.000 anos.

1.1.4. Ainda não há formas efetivas para descontaminar uma área afetada por poluição radioativa. Os átomos radioativos possuem uma durabilidade bem longa. O plutônio, por exemplo, apresenta uma meia vida de cerca de 24,3 mil anos.

1.2. Radiação não ionizante

1.2.1. Por ser um fenômeno de origem eletromagnética, pode ser proveniente tanto de fontes naturais quanto artificiais

1.2.2. Além da radiação solar, existem solos e rochas com elementos radioativos que podem causar danos a fauna e flora local e à camada de ozônio.

1.3. Conceito de meia vida

1.3.1. Refere-se ao tempo necessário para que metade dos átomos presentes em uma amostra radioativa desintegrem-se. É conhecido também como período de semidesintegração. Por isso, em locais tomados por poluição radioativa demora tanto tempo para tornarem-se "limpos" novamente, pois átomos radioativos possuem um grande tempo de meia vida.

1.3.1.1. Carbono-15: 2,4 segundos

1.3.1.2. Enxofre-35: 32 dias

1.3.1.3. Césio-137: 30,17 anos

1.3.1.4. Urânio-235: 4,5.10^9 anos

2. Efeitos no corpo humano

2.1. Diferentes tipos de radiação emitem partículas e raios fortes que podem atravessar o corpo humano e alterá-lo a nível celular

2.1.1. Efeitos no DNA:

2.1.1.1. Destruição das células: o calor emitido pela radiação é tão forte que o contato com partículas radioativas pode queimar e deixar a pele do indivíduo totalmente danificada, uma vez que as células não resistem ao calor emitido pela reação.

2.1.2. Ionização e fragmentação das células

2.1.2.1. As partículas radioativas têm alta energia cinética, ou seja, se movimentam rapidamente e quando atingem as células dentro do corpo provocam a ionização celular. As células transformadas em íons removem elétrons e enfraquecem as ligações, resultando em células modificadas, mutação genética durante a gestação de fetos, que nascem prematuramente ou, quando dentro do período de nove meses, nascem com grave má formação.

2.1.3. Classificação dos raios induzidos:

2.1.3.1. Efeitos estocásticos

2.1.3.1.1. São aqueles em que a probabilidade de ocorrência é proporcional à dose de radiação recebida, mesmo que seja recebido doses pequenas, podem induzir a efeitos com o câncer. O período de aparecimento do câncer pode chegar até a 40 anos.

2.1.3.2. Efeitos dterminísticos

2.1.3.2.1. São causados por irradiação total ou localizada de um tecido, gerando grau de morte celular não compensado pela reposição ou reparo, com prejuízos detectados no funcionamento do tecido ou órgão, os efeitos determinísticos são produzidos por doses elevadas acima do limiar, a gravidade do dano aumenta com a dose aplicada.

3. Radiação Não ionizante

3.1. Uma radiação de baixa frequência, baixa energia, porém com capaciddade de quebrar moléculas e ligações químicas, causando danos à saúde.

3.1.1. Fontes: São naturais, raio uv... Ou artificiais, celulares, laser, aparelhos médicos, tv, lâmapada microondas...

3.1.1.1. Efeitos biológicos por fonte natural 1. Fotoenvelhecimento; 2. Queimaduras em primeiro e segundo grau; 3. Manchas na pele; 4. Cataratas; 5. Câncer de pele, dentre outras doenças.

3.1.1.2. Efeitos biológicos por fonte artificial 1. Danos a retina; 2. Vermelhidão; 3. Inchaço e hemorragias oculares; 4. Danos ao SNC, dentre outos efeitos.

3.1.2. Meios de controle a exposição, são o usoEPC´s do filtro solar, utilização correta de EPI´s e, admnistração do tempo de realização das atividades com exposição.

4. Efeitos em seres humanos

4.1. Câncer de pele e outros problemas dermatológicos

4.2. Problemas relacionados à visão

4.3. Deficiências imunológicas

5. Além da degradação da ozonosfera, a posição geográfica e a estação do ano influenciam na Incidência das radiações ultravioletas

6. Efeitos no ambiente

6.1. Aumento excessivo da radiação causa um aumento da temperatura global, descaracterizando e degradando biomas. Um clássico exemplo é o derretimento das calotas polares.

7. Fontes de Radiação UV

7.1. Fonte natural e principal: Sol

7.2. Outras fontes: Lâmpadas, germicidas, equipamentos para solda industrial de metais

8. Efeitos

8.1. Efeitos em outros seres vivos

8.1.1. Morte em altas condições da radiação (Animais e algumas plantas)

9. Raios UV no ambiente

9.1. Ozonosfera: principal proteção contra excesso de Raios UV

9.1.1. Problemática da destruição da Ozonosfera por liberação de químicos

10. O que são Raios UV?

10.1. Toda radiação com comprimento de onda menor que 400nm

10.1.1. UVA: 320nm até 400nm

10.1.2. UVB: 280nm até 320nm

10.1.2.1. Síntese de vitamina D

10.1.2.2. Pode causar lesões

10.1.3. UVC: 200nm até 280nm

10.1.3.1. Mais danoso e energético

11. Efeitos do Raio-X

11.1. São radiações eletromagnéticas de alta intensidade, são do tipo ionizante

11.2. Há uma vasta capacidade dos raios-X gerarem efeitos biológicos diversos em nosso organismo, como:

11.2.1. Interferência eletromagnética em marcapassos cardíacos implantáveis

11.2.1.1. MECANISMO: Irradiação do semicondutor de óxido metálico complementar

11.2.2. Prejudica a cicatrização de feridas (em modelos animais)

11.2.2.1. MECANISMO: retarda o processo de formação de fibroblastos

11.2.3. Formação de tumores malignos

11.2.3.1. MECANISMO: agente lesível que promove a formação de metabólitos intermediários do oxigênio.