1. SEXO BIOLOGICO
1.1. E referente a genital com a qual a pessoa nasceu.
2. ORIENTAÇAO SEXUAL
2.1. A orientação sexual determina a atração sexual, psíquica e emocional de todas as pessoas.
2.2. Não podemos entender a diversidade sexual somente pelo sexo biológico pois é um conjunto de vivências; representa nossas práticas, nossos desejos, nossos comportamentos e nossas expressões.
2.3. Mesmo vivendo em uma sociedade conectada por diferentes redes sociais e com acesso a distintos meios de comunicação, a diversidade sexual ainda e vista como um tabu.
2.4. Heteronormatividade é um conjunto de práticas que normatizam a sexualidade, criando um padrão de orientação sexual como norma, como se fosse algo dado, natural
2.5. A comunidade LGBTQ+
2.5.1. 1. criminalização da homofobia e do preconceito em relação às orientações sexuais; 2. divulgação e informação corretas e positivas em relação às orientações sexuais não heterossexuais, desmistificando tabus e exigindo o uso de nomenclatura correta; 3. conscientização das comunidades LGTQ+ da importância de organização em grupos em prol da defesa e da luta por seus direitos.
2.5.2. No fim da década de 1980, muitos desses grupos sofreram desarticulações em virtude da pandemia de AIDS, que era tachada de “câncer gay”.
2.5.3. A primeira parada da diversidade aconteceu no Rio de Janeiro, em 1995, e, dois anos depois, aconteceu a segunda edição, em São Paulo.
2.5.3.1. Em 20 anos, a parada da diversidade tomou proporções gigantescas em diversas cidades do nosso país. A parada de São Paulo chegou a atingir quatro milhões de pessoas e é considerada uma das maiores do mundo.
3. IDENTIDADE DE GENERO
3.1. Gênero está associada à imagem e à percepção que temos sobre nós mesmos, independentemente do nosso sexo biológico e da nossa orientação sexual.
3.1.1. Não e apenas os termos de feminino e de masculino, pois a identidade de gênero vai muito além de ser homem e de ser mulher.
3.1.2. Ser homem e ser mulher são produtos de nosso meio sociocultural e estão em constante transformação.
3.2. O binarismo feminino-masculino e limitado, pois, o biológico não mais atende a todas as demandas socioculturais de identidade de gênero.
3.2.1. a organização binária da sociedade gera preconceito, discriminação, opressão e violência, sobretudo quando há um jeito “certo” de ser homem e de ser mulher.
3.3. Em nossa cultura, muitas vezes, naturalizamos a hierarquia de gênero quando determinamos as escolhas da criança ao nascer, desde a cor do seu enxoval de bebê à escolha de seu par afetivo.
3.4. Gênero é um fenômeno social, a identidade de gênero também: uma pessoa se identifica com certo gênero independentemente do seu sexo biológico.
3.4.1. PESSOAS TRANS E TRAVESTIS
3.4.1.1. E não tem relação com orientação sexual em alguns casos, serão heterossexuais e, em outros, homossexuais.