1. SIM
1.1. Seguir protocolo: Avaliação do paciente com diabetes tipo 2
1.1.1. Desidratação
1.1.2. Excesso de sede
1.1.3. Visão turva, altos índices glicêmicos afetam a visão
1.1.4. Alta freqüência urinária;
1.1.5. Visão turva, altos índices glicêmicos afetam a visão;
1.1.6. Excesso de fome;
1.1.7. O desenvolvimento e a perpetuação da hiperglicemia ocorrem concomitantemente com hiperglucagonemia, resistência dos tecidos periféricos à ação da insulina, aumento da produção hepática de glicose, disfunção incretínica, aumento de lipólise e consequente aumento de ácidos graxos livres circulantes, aumento da reabsorção renal de glicose e graus variados de deficiência na síntese e na secreção de insulina pela célula β pancreática de lipólise e consequente aumento de ácidos graxos livre circulantes, aumento da reabsorção renal de glicose e graus variados de deficiência na síntese e na secreção de insulina pela célula β pancreática.
1.1.8. Fadiga, a insulina não consegue captar o açúcar para dentro da célula afetando a produção de energia;
2. NÃO
2.1. PACIENTE APRESENTA SINAIS DE ALERTA?
2.1.1. SIM
2.1.2. VERIFICAR A PA E FC E ENCAMINHAR AO PRONTO ATENDIMENTO
2.1.2.1. Verificar se o paciente está em jejum,em caso negativo, verificar o horário da ultima refeição. Se o paciente tiver se alimentado a pouco tempo a aferição será pós prandial, se a ultima refeição foi a mais de 8 horas a aferição é em jejum.
2.1.2.2. Paciente pronto para medida controle;
2.1.2.3. Escolha do glicosimetro;
2.1.2.4. Inserção das tiras para medidor de glicose;
2.1.2.5. E realização de punção na pele do paciente e retirada de amostra de sangue;
2.1.2.6. Técnica correta de aferição da glicemia;
2.1.2.7. Registro dos resultados.
2.1.2.8. Indagar o paciente a respeito de sintomas físicos apresentados como o ressecamento da pele e acantose nigricans.
2.1.3. NÃO
2.1.3.1. VERIFICAR GLICEMIA
2.1.3.1.1. GLICEMIA