Radioatividade & Radiobiologia

Mapa mental sobre radioatividade apresentado a disciplina de Biofísica. Universidade Federal de Pernambuco - Centro Acadêmico de Vitória.Discentes: Heitor Ayres Belo FrançaLuan Kelwyny Thaywã Marques da Silva

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Radioatividade & Radiobiologia 作者: Mind Map: Radioatividade & Radiobiologia

1. Inicialmente não se tinha conhecimento dos riscos que a alta exposição a doses poderia trazer a saúde

1.1. Todos os seres vivos, sem exceção podem ser afetados pela radiação ionizante, que pode acarretar em danos celulares ou mutações no DNA.

2. Há dois tipos de radiação: ionizante e não ionizante.

2.1. A radiação ionizante ao entrar em contato com os átomos, promovem a saída de elétrons das órbitas, fazendo com que o átomo passe a ser um cátion, ou seja, um átomo deficiente em elétrons

2.1.1. As ionizantes se subdividem em Alfa, Beta e Gama.

2.2. Já a radiação não ionizante, não são capazes de retirar elétrons das órbitas de seus átomos. Assim, continuam sendo átomos estáveis.

2.2.1. Alguns exemplos de radiação não ionizante são: o espectro de luz visível; as micro-ondas; ondas ultravioleta; onda de rádio e as onda de infravermelho.

3. Ao longo da história, houveram alguns acidentes pelo uso da radiação bastante relevantes

3.1. Chernobyl: No dia 25 de abril de 1986, um dos reatores da usina explodiu e uma imensa nuvem radioativa se espalhou pelo entorno, causando diretamente diversas mortes e sendo responsável pelo surgimento de câncer em centenas de outras pessoas.

3.1.1. Atualmente a usina e seu entorno são consideradas como zonas inabitáveis por ainda apresentarem elevados níveis de radiação ionizantes.

3.2. Césio - 137: Ocorrido em Goiânia no ano de 1987, o acidente ocorreu após dois catadores encontrar e desmontar um aparelho utilizado para radioterapia em uma clínica abandonada.

3.2.1. Ao ser desmontado, o aparelho liberava um pó azul brilhante (césio - 137), que foi espalhado por parte da cidade e provocou a morte de diversas pessoas, além da contaminação de mais de 600 outras.

4. Alguns elementos radioativos são utilizados por usinas nucleares como matéria para a geração de energia elétrica através da fissão e fusão nuclear.

5. Na área da Paleontologia, a datação através da quantificação da meia vida de elementos químicos é bastante utilizada.

5.1. Nesse contexto, uma técnica bastante utilizada é a datação por Carbono-14.

5.1.1. Quando um ser vivo morre, a quantidade de carbono 14 diminui, o que implica em um decaimento radioativo. O tempo de meia vida do carbono 14 é de 5730 anos. Isto significa que se um organismo morreu há 5730 anos terá a metade do conteúdo de 14C

6. Descoberta no ano de 1896 por Antonie Becquerel

6.1. Ao que parece, essa descoberta se deu acidentalmente, quando Becquerel guardou um composto de urânio e uma chapa fotográfica juntos em uma gaveta.

7. Sua correta aplicação trouxe grandes benefícios para o avanço de diversas áreas como: Medicina, Biologia, Física, etc.

7.1. Uma das maiores contribuições a partir de seu uso, foi a sua utilização para observar estruturas internas do corpo humano através do raio X

7.1.1. A descoberta do raio X se deu através de Wilhelm Roentgen, no ano de 1895.

8. A radioatividade é um fenômeno natural ou artificial, onde alguns elementos químicos ou substâncias (radioativas) emitem algum tipo de radiação.

9. Além de sua aplicação na medicina, existem diversos estudo na área da Biologia utilizando técnicas de irradiação de Aedes aegypti em fase de pupa.

9.1. Estudos realizados no Laboratório de Imunopatologia Keizo Asami na UFPE, já trazem resultados referente ao controle populacional de mosquitos transmissores de arbovírus através da irradiação de pupas e liberação de mosquitos estéreis no ambiente.

9.1.1. Mesmo sendo uma técnica cujo objetivo seja amenizar surtos de arboviroses mais localmente, através de estudos mais aprofundados e aperfeiçoamento, em breve pode resultar numa estratégia para controle em larga escala desses vetores.

10. Mapa Mental elaborado por: Heitor Ayres e Luan Kelwyny UFPE - CAV - Biofísica 2020.2