IMPORTECH Curso de Importação

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IMPORTECH Curso de Importação 作者: Mind Map: IMPORTECH Curso de Importação

1. 1 - Encontrando os Produtos

1.1. 1 - Boas vindas do curso

1.1.1. 1 - Parabenizar pela compra e decisão

1.1.2. 2 - Falar dos tópicos do curso

1.1.3. 3 - Falar da mecânica do curso, suporte, acesso a canais de contato, se vai ter grupos de whatsapp ou facebook

1.2. 2 - Como Fazer a Simulação de Custos

1.2.1. 2.1 - O primeiro anseio do cliente é saber o custo unitário do produto posto no galpão.

1.2.2. 2.2 - Enquadrar o produto na NCM adequada

1.2.2.1. Identificar os impostos incidentes naquela classificação e suas respectivas alíquotas

1.2.2.1.1. II, PIS, COFINS, IPI, ICMS

1.2.3. 2.3 - Demonstrar o preenchimento da planilha na tela

1.3. 3 - Plataformas de Pesquisa

1.3.1. 3.1 - Alibaba

1.3.1.1. 1 - Iniciando uma pesquisa de produtos

1.3.1.1.1. Procure fazer uma descrição precisa e concisa do produto desejado no campo de busca do site

1.3.1.1.2. Ao encontrar as ofertas, observar e comparar as imagens com as especificações apresentadas pelo fornecedor

1.3.1.2. 2 - Quando encontrar opções de fornecedores, há um campo específico para vc estabelecer um primeiro contato com o anunciante

1.3.1.2.1. Ao receber uma resposta solicite um email comercial para manter contato direto, fora do ambiente do site

1.3.1.3. 3 - Checar a idoneidade do fornecedor é fundamental

1.3.1.3.1. Observar se o endereço de email informado pelo fornecedor tem o domínio com o mesmo nome da empresa

1.3.2. 3.2 - Feiras e Eventos

1.3.2.1. 1 - Feiras Genéricas

1.3.2.1.1. Para quem não sabe que produto específico está buscando

1.3.2.2. 2 - Feiras Setoriais

1.3.2.2.1. Para quem já sabe o segmento ou produto que pretende trazer

1.3.2.3. 3 - Agenda de viagens para prospecção de produtos e fornecedores

1.3.2.3.1. Havendo interesse do cliente podemos organizar uma agenda pré definida para realizar diligências para visitar fábricas e feiras que podem ser feitas de forma conjugada

1.3.2.3.2. Nessas expedições junto com o cliente organizamos uma programação onde escolhemos as fábricas mais interessantes, com roteiros que podem incluir várias cidades e províncias chinesas

1.3.2.3.3. Experiência 18 expedições para a China com clientes de diversos segmentos

1.3.3. 3.3 - Vale a pena viajar para procurar mercadorias pessoalmente?

1.3.3.1. Quando se trata de mercadorias de grande porte

1.3.3.2. Nos casos de produtos de alto valor agregado

1.3.3.3. Itens de alta tecnologia, que o interessado quer testar pessoalmente

1.3.3.4. Equipamentos que envolvam engenharia. Exemplo elevadores e escadas rolantes

1.4. 4 - Negociando com Fornecedores

1.4.1. 4.1 - Precauções, constatar idoneidade, capacidade técnica e de produção

1.4.1.1. Inspeção em fábricas ou distribuidores

1.4.1.1.1. Ofereço serviço de visita presencial às instalações de fornecedores com registro fotográfico da estrutura física, constatando tamanho, maquinários, quantidade de trabalhadores etc

1.4.1.2. Solicitar amostras

1.4.2. 4.2 - Quantidades

1.4.2.1. Esclarecer quantas unidades por caixa

1.4.2.2. Quantas caixas cabem num container de 20"e de 40"

1.4.3. 4.3 - Pagamentos

1.4.3.1. Geralmente, o fornecedor pede um sinal e o restante quando a carga está apta para ser coletada

1.4.3.2. Os pagamentos são feitos através de um contrato câmbio

1.4.4. 4.4 - Incoterm

1.4.4.1. Observar se a oferta apresentada é FOB, CIF ou EXW

1.4.4.1.1. Teremos uma aula específica sobre esse tema mais adiante

1.5. 5 - Amostras de Produtos

1.5.1. 5.1 - Abrir uma conta num courrier, sugiro Fedex

1.5.2. 5.2 - Solicitar preferencialmente em nome de pessoa física

1.5.3. 5.3 - Pedir a mínima quantidade possível para evitar que a RF caracterize como operação comercial. Se forem muitos modelos melhor dividir as remessas

1.5.4. 5.4 - Solicitação de amostras são viáveis em produtos de pequeno porte

1.5.5. 5.5 - Cabe ressaltar que amostra é um investimento com finalidade de constatar a qualidade do produto, os custos do mostruário nunca devem ser comparados aos custos na importação real e efetiva.

1.6. 6 - Produtos Regulados por Órgãos Anuentes LI Licença de Importação

1.6.1. 6.1 - Anvisa

1.6.1.1. Medicamentos

1.6.1.2. Perfumes e cosméticos

1.6.1.3. Saneantes e domissanitários

1.6.1.4. Para importar, armazenar e distribuir esses produtos é necessário que a empresa obtenha uma permissão, chamada AFE - Autorização de Funcionamento, para a empresa exercer essas atividades.

1.6.1.5. Alguns alimentos estão submetidos ao deferimento da LI pela Anvisa mas não exigem AFE

1.6.1.5.1. Azeites

1.6.1.5.2. Batata frita congelada

1.6.2. 6.2 - MAPA

1.6.2.1. Bebidas

1.6.2.1.1. exemplos vinho, cerveja, destialados etc

1.6.2.2. Alimentos

1.6.2.2.1. Origem animal e origem vegetal

1.6.3. 6.3 - Inmetro

1.6.3.1. Eletrodomésticos

1.6.3.2. Aparelhos com tomadas

1.6.3.3. Brinquedos

1.6.4. 6.4 - DECEX

1.6.4.1. Alguns produtos por questões protecionistas e/ou políticas industrias anti dumping, são submetidos ao controle do governo

1.7. 7 - Volume importado impacta diretamente no preço de custo do produto

1.7.1. Considerar que no processo de importação existem custos não variáveis e/ou com valores mínimos cobrados pelos prestadores, tais como terminais portuários, despachos aduaneiro, coleta de transportador e etc

1.7.2. Comércio exterior, salvo exceções, é um negócio inadequado para operar baixo valor agregado

2. 2 - Tributação

2.1. 1 - Impostos na importação

2.1.1. NCM

2.1.1.1. Alíquotas variam de acordo com o enquadramento na NCM correspondente ao produto

2.1.1.1.1. II

2.1.1.1.2. IPI

2.1.1.1.3. PIS

2.1.1.1.4. Cofins

2.1.1.1.5. ICMS

2.1.2. AFRMM

2.1.2.1. Marinha Mercante

2.1.3. Imposto Anti dumping

2.1.3.1. Casos específicos

2.1.3.1.1. Exemplos, piso e cerâmica, alho, batata congelada, os percentuais podem ser determinados por país ou até mesmo por empresa

2.1.4. Vale lembrar que o frete compõe a base de cálculo para incidência todos os impostos

2.2. 2 - Benefícios Fiscais

2.2.1. Estados onde se pode operar em regime especial de ICMS

2.2.1.1. AL

2.2.1.1.1. Permitido desembaraçar em portos de qualquer estado

2.2.1.2. RO e TO

2.2.1.2.1. Permitido desembaraçar em portos de qualquer estado

2.2.1.3. RJ

2.2.1.3.1. Desembaraço dentro do estado e para produtos específicos

2.2.1.4. ES e SC

2.2.1.4.1. Desembaraço nos portos dentro do estado

2.3. 3 - Impostos na Revenda

2.3.1. Mostrar o passo a passo de quanto vai custar a mercadoria já no Brasil no balcão de venda

2.3.2. O Enquadramento Adequado de acordo com faturamento e Margem de Lucro

2.3.2.1. Lucro Real

2.3.2.2. Lucro Presumido

2.3.2.3. Simples Nacional

2.4. 4 - Simulação da Vida Real

2.4.1. Exemplo real, usar DI e NF dos quimonos e revenda

3. 3 - Logística

3.1. 1 - Obtenção de Habilitação no Radar

3.1.1. O Radar da Receita Federal tem por objetivo unificar e monitorar todas as informações do comércio exterior brasileiro.

3.1.1.1. A habilitação da empresa no Sistema Radar é indispensável para que empresas possam operar no âmbito do comércio exterior no Brasil.

3.1.2. Modalidades

3.1.2.1. Expresso

3.1.2.1.1. Operações até U$ 50.000 em cada período consecutivo de seis meses

3.1.2.2. Limitado

3.1.2.2.1. Operações até U$ 150.000 em cada período consecutivo de seis meses

3.1.2.3. Ilimitado

3.1.2.3.1. Operações sem limites de valor

3.1.3. Regulamentação

3.1.3.1. Está regulamentado pela IN RFB Nº 1984, DE 27/10/2020

3.1.4. Modalidades da Importação

3.1.4.1. Conta Própria

3.1.4.2. Encomenda

3.1.4.2.1. NF de venda

3.1.4.3. Conta e Ordem

3.1.4.3.1. NF de remessa

3.2. 2 - Incoterms

3.2.1. EXW Ex Works

3.2.1.1. O exportador disponibiliza a carga dentro da sua sede para coleta

3.2.2. FOB Free On Board

3.2.2.1. O exportador disponibiliza a carga no porto de origem

3.2.3. CIF Custo Seguro e Frete inclusos CFR Custo e frete inclusos

3.2.3.1. O exportador disponibiliza a carga no porto de destino

3.3. 3 - Contratação do Frete

3.3.1. 3.1 - Em caso de compra FOB ou EXW o importador escolhe e contrata o agente embarcador

3.3.1.1. O agente contratado pelo importador vai cuidar da carga desde a origem até o porto de destino

3.3.2. 3.2 - Frete Internacional

3.3.2.1. Aéreo

3.3.2.1.1. Alto valor agregado e baixo peso ou volume

3.3.2.2. Marítimo

3.3.2.2.1. O mais usado e apropriado para a maioria das cargas

3.3.2.3. Rodoviário

3.3.2.3.1. Utilizado em compras feitas em países vizinhos

3.3.3. 3.3 - Cuidado máximo com a Demurrage

3.3.3.1. Sobrestadia de container diária extra por utilização, os custos são altíssimos

3.3.3.2. Na contratação do frete marítimo é importantíssimo perguntar o prazo concedido para devolução do container vazio, chamado de free time

3.3.4. 3.4 - Frete Interno

3.3.4.1. Após o desembaraço da carga pela alfândega deverá ser providenciado o transporte para a sede do importador

3.3.5. 3.5 - Observações

3.3.5.1. Seguros

3.3.5.1.1. Pode ser contratado pelo importador ou pelo transportador

3.3.5.1.2. Oferecidos pelo transportador

3.3.5.2. Empresas idôneas

3.4. 4 - Desembaraço Aduaneiro

3.4.1. Escolher e nomear um despachante aduaneiro através de procuração e habilitação dele no Siscomex

3.4.2. Documentos inerentes ao despacho

3.4.2.1. Fatura / Invoice

3.4.2.1.1. Pro forma

3.4.2.1.2. Comercial

3.4.2.2. Conhecimento de transporte internacional

3.4.2.2.1. Marítimo - B/L

3.4.2.2.2. Aéreo - AWB

3.4.2.3. Packing List

3.4.2.3.1. Discrimina e especifica o conteúdo e quantidades de todos os pacotes, caixas e etc embarcados

3.4.2.4. Certificados

3.4.2.4.1. Origem

3.4.2.4.2. Fitossanitário

3.4.3. Entrepostamento aduaneiro

3.4.3.1. Nessa modalidade é possível que o exportador envie mercadorias que ficam entre postadas numa EADI chamado também de porto seco

3.4.3.2. Nesse caso a mercadorias são amparadas por uma fatura Pro froma, sem cobertura cambial e continuam a pertencer ao exportador.o

3.4.3.3. É registrada uma DA, Declaração de Admissão, onde não há pagamento de tributos

3.4.3.4. De acordo com a demanda o exportador emite um fatura comercial que geram DIs parciais

4. Bônus

4.1. 1 - Fechamento de Câmbio

4.1.1. Banco - mesa de câmbio, conversar com o gerente para solicitar

4.1.2. Corretora de câmbio, cadastrar a empresa numa

4.1.3. Os pagamentos são efetuados através de um contrato de câmbio para que seja feita a remessa

4.1.4. No dia da operação é feita a compra da moeda estrangeira na taxa de câmbio comercial naquele momento

4.2. 2 - Custos por Entraves Aduaneiros

4.2.1. Cuidados com a interposição fraudulenta

4.2.1.1. Só no Brasil existe isso

4.2.1.2. Riscos de usar um importador na conta própria

4.2.2. Problemas internos

4.2.2.1. Greves

4.2.2.2. Paralizações

4.2.3. Retenção por períodos longos gera custos altíssimos

4.2.3.1. Armazenagem

4.2.3.2. Demurrage

4.2.4. Perdimento

4.2.4.1. Interposição

4.2.4.2. Mercadorias submetidas à LI com importador não habilitado

4.2.5. Evitar ficar muito tempo sem realizar operações para não caducar a habilitação do Radar