1. EPI’s
1.1. Biossegurança
1.2. Contaminação cruzada
1.3. Princípios de precaução-padrão
1.3.1. Uso de EPI’s
1.3.2. Prevenção da exposição a sangue e fluidos orgânicos
1.3.3. Prevenção de acidentes com material perfurocortante
1.3.4. Manejo adequado de acidentes de trabalho
1.3.5. Manejo adequado de procedimentos de descontaminação e do destino de resíduos no serviço de saúde
1.3.5.1. Grupo A: resíduos infectantes em saco plástico branco
1.3.5.2. Grupo B: resíduos químicos em embalagens plásticas
1.3.5.3. Grupo C: resíduos comuns em saco plástico preto
1.3.5.4. Grupo D: resíduos recicláveis em lixeiras para materiais retornáveis
1.3.5.5. Grupo E: resíduos perfurocortantes em embalagens de papelão rígidas
2. Terminalidade nas salas de urgência
2.1. Capacidade de fornecer apoio de forma compreensiva e humanizada
2.1.1. Fornecer informações claras sobre a situação do animal
2.2. Avaliação do prognóstico do animal
2.2.1. Priorizar o bem-estar
2.2.1.1. Cuidados paliativos
2.2.1.1.1. Discussão de possíveis tratamentos
2.2.1.1.2. Eutanásia humanitária
2.2.2. Irreversibilidade da doença
2.2.2.1. Consenso da equipe
2.3. Preparação emocional da equipe
3. Medicina baseada em evidências
3.1. MBE: abordagem científica
3.1.1. Avaliação de riscos, benefícios e custos associados com cada possibilidade de tratamento ou abordagem
3.1.2. Método FIRE
3.1.3. Revisões sistemáticas e Ensaio Clínicos Randomizados
4. Sala de urgência, equipamentos e animais
4.1. Princípio da Universalidade
4.1.1. Treinamento da equipe
4.1.2. Arquitetura da clínica
4.1.3. Estoque e organização dos materiais
4.1.4. Acondicionamento e identificação das medicações
4.1.5. EPI’s
4.1.6. Conscientização dos potenciais riscos