1. Discurso do Método 1631 Racionalista; propõe um método cartesiano para provar a existência da razão pelo pensamento.
1.1. ênfase à subjetividade na análise do processo de conhecimento caracterizado pelo rigor analítico e argumentativo.
1.1.1. Das coisas que se pode colocar em dúvida (estratégia)
1.1.1.1. O autor utiliza de metáfora hiperbólica para colocar em dúvida metódica o ceticismo do Deus enganador.
1.1.1.1.1. Ele adota uma posição cética, ridicularizando-a e mostrando sua insustentabilidade em que um ser todo poderoso interfere sistematicamente em nosso processo de conhecimento de tal forma que não possamos ter certeza de nada.
1.1.2. O argumento do Cogito (proposição/ pensamento)
1.1.2.1. Saída do impasse; se a existência do Deus enganador nos leva a duvidar de tudo e não podemos ter certeza de nada, então tudo oq nos resta é a dúvida;
1.1.2.1.1. Se há o pensamento há o ser pensante; portanto duvidar é pensar; penso logo existo.
1.1.3. A formação do filósofo
1.1.3.1. O filósofo rompe com a educação tradicional que receberá defendendo a necessidade de questionar o saber ja adquirido; assim poderemos pensar por nós mesmos.
1.1.3.1.1. valorização da experiência sempre acompanhada da reflexão.
1.1.4. As regras do método (mais eficiente que a técnica aristotélica)
1.1.4.1. Regra da evidência
1.1.4.1.1. É preciso notar se o objeto a ser estudado possui validade no ponto de partida na investigação científica
1.1.4.2. Regra da análise
1.1.4.2.1. Dividir a dificuldade em partes mais simples
1.1.4.3. Regra da síntese
1.1.4.3.1. Ser capaz de unir novamente as partes que foram divididas.
1.1.4.4. Regra da verificação
1.1.4.4.1. Certeza de que todo o procedimento feito foi efetivo.