Ensino da Oralidade
作者:Beatriz Sofia Ferreira Meireles
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2. Língua Padrão
2.1. A ideia de uma língua-padrão, é referida como a forma que todos os seres humanos deveriam falar num determinado país. O facto da língua não ser um objeto concreto e estanque, resulta num preconceito linguístico no que se refere à variação dialetal, ou seja, quem não comunicar de acordo com a norma poderá ser visto como menos intelectual, por exemplo.
3. Grafocêntrismo
3.1. Os desafios associados ao treino da competência oral estão relacionados à predominância do grafocentrismo nas práticas educativas, enfatizando a escrita em detrimento da fala. Esta visão tende a subvalorizar a riqueza da oralidade, resultando numa lacuna no desenvolvimento de habilidades comunicativas essenciais.
4. Livro didático
4.1. No que se compromete ao livro didático a questão da oralidade ainda é abordada de forma tímida isto porque “os autores de manuais didáticos, em sua maioria não sabem onde e como situar o estado da fala” (Cavalcante; Melo, 2006, p.182). Não podemos, em contrapartida, abandonar o manual ou achar que é pouco útil.
5. Géneros orais
5.1. Tipo de enunciado relativamente estável, criado numa esfera de atividade humana para realizar uma ação social através da linguagem.
6. Treino oral
6.1. O treino da competência oral não só aprimora as habilidades específicas relacionadas à expressão oral, mas também proporciona benefícios abrangentes no desenvolvimento da consciência linguística.
7. Variação línguistica
7.1. A variação dialetal é explorada, salientando a importância de permitir que os alunos usem a norma dialetal do seu meio, ao mesmo tempo em que reconhecem os benefícios sociais da aproximação à "norma-padrão" em contextos específicos, como na sala de aula.
8. Géneros literário
8.1. A atenção aos elementos sonoros da língua, muitas vezes subvalorizados, pode proporcionar uma compreensão mais profunda de recursos estilísticos em géneros literários, como a metrificação, a versificação, o ritmo, a rima e a aliteração.
9. Língua Natural/falada
9.1. Só uma parte diminuta das línguas faladas no mundo têm representação escrita. Todas as línguas foram faladas antes de serem escritas.
10. O ensino da oralidade é portanto, uma componente essencial no processo educativo, especialmente no ensino de línguas. Concengtra-se no desenvolvimento das habilidades de comunicação oral dos alunos, visando capacitá-los a expressar ideias, interagir efetivamente em situações sociais e aprimorar sua competência linguística na fala.