1. 9. Protocolos Periciais e Documentos Legais
1.1. Laudos periciais odontolegais
1.2. Cadastros nacionais (ex: SVO, IML)
1.3. Documentação:
1.3.1. Ficha odontológica
1.3.2. Anamnese
1.3.3. Radiografias
1.4. Cadeia de custódia: garante validade jurídica das provas
2. 8. Estudos de Caso Emblemáticos
2.1. Incêndios com identificação pela arcada dentária (ex: Boate Kiss)
2.2. Desastres naturais ou aéreos com restos mortais parciais
2.3. Homicídios com marcas de mordida ou traumas maxilofaciais
3. 7, Identificação do Tempo e Modo de Morte – Odontologia Legal
3.1. Avaliação de fraturas e lesões compatíveis com o mecanismo de morte
3.2. Comparação entre dados antemortem e postmortem
3.3. Aplicação em
3.3.1. Carbonização
3.3.2. Esqueletização
3.3.3. Desfiguração facial
4. 6. Mecanismos e Causas de Morte – Enfoque Odontológico
4.1. Traumas crânio-faciais (acidentes, agressões)
4.2. Afogamentos, queimaduras, estrangulamento — com marcas na boca/face
5. 5. Sinais de Morte Real x Morte Aparente
5.1. Morte Aparente
5.1.1. Estado de inconsciência profunda com sinais vitais mínimos
5.1.2. Causas: choque, hipotermia, intoxicações
5.2. Morte Real
5.2.1. Irreversível, com sinais como:
5.2.1.1. Ausência de batimentos cardíacos e respiração
5.2.1.2. Midríase fixa
5.2.1.3. Rigidez e livores cadavéricos
6. 1. Conceito de Tanatologia Forense
6.1. Ramo da medicina legal que estuda a morte sob aspectos biológicos, legais e sociais
6.2. Aplica-se à elucidação do tempo, causa e modo da morte
6.3. Importante para investigações criminais e identificação de vítimas
7. 2. Fenomenos Cadavéricos
7.1. a) Abióticos (ou transformativos)
7.1.1. Imediatos:
7.1.1.1. Parada cardíaca
7.1.1.2. Parada respiratória
7.1.1.3. Perda da consciência
7.1.2. Mediatos:
7.1.2.1. Algor mortis (resfriamento)
7.1.2.2. Rigor mortis (rigidez)
7.1.2.3. Livor mortis (manchas hipostáticas)
7.1.2.4. Desidratação cadavérica
7.2. b) Bióticos (ou destrutivos)
7.2.1. Autólise: degradação por enzimas do próprio corpo
7.2.2. Putrefação: decomposição por microrganismos
7.2.3. Fases pós-putrefativas
7.2.3.1. Mumificação
7.2.3.2. Adipocera
7.2.3.3. Esqueletização
8. 3. Estimativa do Intervalo Pós-Morte
8.1. a) Critérios odontológicos
8.1.1. Estado de conservação dos dentes e tecidos moles
8.1.2. Presença de polpa dentária (útil para extração de DNA)
8.1.3. Alterações térmicas ou traumáticas visíveis
8.2. b) Relevância dos fenômenos cadavéricos
8.2.1. Tempo de morte estimado com base na evolução dos sinais
8.2.2. Comparação com documentação odontológica antemortem
9. 4. Rigidez Cadavérica, Livor Mortis e Putrefação.
9.1. a) Aspectos clínicos
9.1.1. Rigidez cadavérica: inicia-se em 2–4h, generaliza-se em 12h, desaparece em 24–36h
9.1.2. Livor mortis: inicia-se em 20–30min, fixa-se em 6–12h
9.1.3. Putrefação: inicia-se entre 24–48h (dependendo do ambiente)
9.2. b) Importância cronológica
9.2.1. Auxilia na determinação do tempo de morte
9.2.2. Suporte para análise odontológica do estágio de decomposição