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HAS 作者: Mind Map: HAS

1. CUIDADOS DE ENFERMAGEM

1.1. Educar o paciente sobre adesão ao tratamento medicamentoso e mudança no estilo de vida (alimentação com pouco sal, atividade física regular).

1.2. Aferir periodicamente a pressão arterial, registrando corretamente os valores.

1.3. Orientar sobre os efeitos colaterais dos medicamentos e a importância de não interromper o uso sem orientação médica.

2. COMPLICAÇÕES

2.1. Retinopatia hipertensiva

2.2. Doença coronariana e infarto do miocárdio

2.3. Insuficiência cardíaca

2.4. Acidente vascular encefálico (particularmente hemorrágico)

2.5. Insuficiência renal e/ou nefropatia hipertensiva

2.6. Morte

3. FATORES DE RISCO

3.1. Fumo;

3.2. Consumo de bebidas alcoólicas;

3.3. Obesidade;

3.4. Estresse;

3.5. Grande consumo de sal;

3.6. Níveis altos de colesterol;

3.7. Sedentarismo;

3.8. Idade;

3.9. Histórico familiar e genético;

3.10. Alta utilização de remédios (principalmente sem prescrição médica), uso de drogas ilícitas;

3.11. Diabetes.

4. CONCEITO

4.1. Valores elevados e sustentandos de pressão arterial, definidos acima de 140x90mmhg

5. SINTOMAS E SINAIS

5.1. Habitualmente, a hipertensão é assintomática até o desenvolvimento de complicações nos órgãos-alvo. Tontura, rubor facial, cefaleia, fadiga, epistaxe e nervosismo não são causados por hipertensão não complicada.

6. FISIOPATOLOGIA

7. DIAGNÓSTICOS

7.1. Aferição da pressão arterial (repetida em consultas diferentes) MAPA (Monitoramento Ambulatorial da Pressão Arterial por 24h) MRPA(Monitorização Residencial da Pressão Arterial) – para confirmar o diagnóstico e avaliar o controle da pressão fora do ambiente clínico.

7.1.1. EXAMES ADICIONAIS

7.1.1.1. Exames laboratoriais para avaliação de LOAs ( lesões de orgãos alvo)

7.1.1.1.1. eletrocardiograma (ECG) – para investigar hipertrofia ventricular esquerda.

7.1.1.1.2. Ecocardiograma – quando necessário, para avaliação estrutural e funcional do coração.

7.1.1.1.3. Fundoscopia – para avaliar lesões de retinopatia hipertensiva.

8. TRATAMENTOS FARMACOLÓGICOS

8.1. Diuréticos

8.1.1. Hidroclorotiazida

8.1.1.1. Tiazídicos

8.1.2. Furosemida

8.1.2.1. De alça

8.1.3. Espironolactona

8.1.3.1. Poupador de potássio

8.2. Betabloqueadores

8.2.1. Reduzem a frequência cardíaca e o débito cardíaco; são mais indicados em pacientes com comorbidades como insuficiência cardíaca ou pós-infarto.

8.2.1.1. Propranolol

8.2.1.2. Atenolol

8.2.1.3. Metoprolol

8.2.1.4. Bisoprolol

8.2.1.5. Carvedilol (também com ação vasodilatadora)

8.3. IECA ( inibidores da enzima conversora de angiotensina)

8.3.1. Inibem a conversão de angiotensina I em angiotensina II, causando vasodilatação e reduzindo a retenção de sódio.

8.3.1.1. Captopril

8.3.1.2. Enalapril

8.4. BRA (bloqueadores dos receptores de angiotensina II)

8.4.1. Bloqueiam os receptores da angiotensina II, com efeitos similares aos IECA, mas com menor incidência de tosse seca.

8.4.1.1. Losartana

8.4.1.2. Valsartana

8.5. Bloqueadores dos canais de cálcio

8.5.1. Impedem a entrada de cálcio nas células musculares dos vasos, causando vasodilatação

8.5.1.1. Amlodipina

8.6. Vasodilatadores diretos

8.6.1. Atuam diretamente na musculatura lisa dos vasos para causar relaxamento.

8.6.1.1. Hidralazina

8.6.1.2. Minoxidil

8.6.1.3. Diazóxido (menos comum)

8.6.1.4. Nitroprussiato de sódio (uso em emergência hipertensiva, via IV)