1. Carboidratos não fermentávies
1.1. Celulose , lignina Compostos da parede celular
1.2. Aumento do volume fecal e a redução no tempo de trânsito intestinal
2. Carboidratos não fermentávies- FIBRAS
2.1. acessíveis às enzimas de bactérias, fungose protozoários
2.2. Ligação 1,4 e 1,6
2.3. Produto final AGCC
3. Funções da Fibra
3.1. Consistência e volume fecal
3.2. Digestãoe absorção de nutrientes
3.3. Tempo de transito intestinal
3.4. Produção AGCC
3.5. Estrutura da mucosa intestinal
3.6. Composição da microbiota intestinal
4. Propriedades da fibra
4.1. Físicas
4.1.1. solubilidade tamanho das partículas estimulo à superfície mucosa
4.2. Quimica
4.2.1. Fermentação microbiana AGCC Ambiente intestinal : pH, força osmótica, movimento de água.
5. Metabolismo – Amido
5.1. Polissacárides e oligossacárides
5.1.1. amido = carboxilases a-amilase
5.2. dissacárides e trissacáride
5.2.1. Maltose borda em escova dissacaridases
5.3. Monossacárideos
5.3.1. absorção ativa
5.3.1.1. duodeno e jejuno > íleo estômago
6. Teor de água nas fezes
6.1. Alta fermentação, elevada solubilidade
6.2. Fermentação moderada, solubilidade moderada
6.3. Baixa fermentação Insolúvel
7. Produção de AGCC
7.1. Fermentação bacteriana
7.1.1. C2, C3 e C4
7.1.1.1. Funções
7.1.1.1.1. Absorção de Na e Ions
7.1.1.1.2. prevenção de diarréia osmótica C4 no colón
7.1.2. E colonócitos ac butirico > ac acético > glutamina > glicose
8. Ação dos prebióticos
8.1. crescimento de bactérias probióticas
8.2. FOS
8.2.1. PRODUÇĂO
8.2.1.1. AGCC
8.2.1.1.1. REDUÇÃO
8.2.1.2. Ac. C4
8.2.1.2.1. Fonte de energia
9. Glicogênese
9.1. Fígado e músculos
9.2. Insulina
9.3. Síntese de glicogênio a partir de glicose
10. AA+ Glicerol= Manutenção da glicemia
11. Definição
11.1. principal constituintes dos vegetais 30 a 60% da MS
12. Classificação Nutricional
12.1. Absorvíveis
12.1.1. Monossacárides
12.1.1.1. Absorção direta, sem hidrólise
12.2. Digestiveis
12.2.1. Dissacárides
12.2.1.1. Hidrolizados por dissacaridases e absorvidos
13. Classificação funcional Amido
13.1. Amilose
13.1.1. Resistência Digestão lenta
13.1.2. Baixa glicemia pós-prandial
13.2. Amilopectina
13.2.1. Digestão rápida
13.2.2. Alta glicemia pós pandrial
14. Amido
14.1. Aumento da glicemia
14.1.1. Secrecão de insilina
14.2. Absorção de glicose
14.2.1. glicemia
14.2.1.1. Liberaçăo de insulina
14.3. Carboidratos digeríveis
14.3.1. acessíveis às enzimas
14.3.1.1. Ligação 1,4 e 1,6 alfa
14.3.1.2. Produto final glicose
15. Fermentávies
15.1. Oligossacáries: 3-10 açúcares
15.2. Dissacárides amido resistente
15.3. Fibra alimentar Polissacárideos
16. Metabolismo
16.1. Glicose : Energia célular
16.1.1. Alimento
16.1.2. Sintetizada no organismo
16.1.3. Propionato - glicerol aa- lactato e piruvato
16.2. Cães e Gatos não necessitam de glicose.
16.2.1. Cadelas em lactação
16.2.1.1. Manutenção proteína: energia
16.2.1.2. Gordura da dieta triglicerides
17. Ação dos probióticos
17.1. Lactobacilos
17.1.1. ADESÃO
17.1.1.1. Vilosidades intestinais
17.1.1.1.1. INIBINDO
17.2. Produzindo
17.2.1. H ² O ²
17.2.1.1. INIBINDO
17.2.1.1.1. Escherichia coli, salmonela, etc
18. Processamento maior aproveitamento do amido
18.1. Moagem
18.1.1. grosseiramente 79%
18.1.2. Finalmente 94%
18.1.3. Grosseiramente moido mas cozido 88%
18.2. Gelatinazição
18.2.1. Expansão
18.2.1.1. Maior contato e ação das enzimas amiloliticas no ID.
18.2.2. Digestão
18.2.2.1. Enzimatica ID
18.2.2.1.1. Fermentação IG
18.2.3. Transformação em pasta viscoelastica
18.2.3.1. Calor
18.2.3.1.1. Rebenta o granulo
19. Glicogenólise
19.1. Glicogênio
19.1.1. Glicose
19.2. Gliconeogênese a partir
19.2.1. Lactato
19.2.2. Piruvato
19.2.3. glicerol
19.2.4. AA´S
19.3. Vias Neoglicogênicas
19.3.1. Sempre funcinando
19.3.2. Cães e gatos mantem a glicemia
19.3.3. Enzimas nos gatos elevadas