Abordagem Clássica da Administração

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Abordagem Clássica da Administração 作者: Mind Map: Abordagem Clássica da Administração

1. Administração Científica

1.1. Frederick Winslow Taylor

1.2. Primeira tentativa de definir e estabelecer racionalmente cargos e tarefas

1.3. Aumento da produtividade da empresa por meio do aumento de eficiência no nível operacional

1.4. Ênfase na análise e na divisão do trabalho do operário

1.5. Abordagem de baixo para cima

1.5.1. Do operário para o supervisor e gerente

1.5.2. Da parte (operários e seus cargos) para o todo (organização empresarial)

2. Administração Científica

2.1. Organização Racional do Trabalho

2.1.1. Análise do trabalho e do estudo dos tempos e movimentos

2.1.1.1. Padronização do tempo e dos métodos de trabalho.

2.1.1.2. Racionalização dos movimentos

2.1.1.3. Movimentos elementares

2.1.2. Estudo da fadiga

2.1.2.1. Evitar movimentos inúteis

2.1.2.2. Seleção de movimentos

2.1.2.3. Execução econômica de movimentos úteis

2.1.3. Condições de trabalho

2.1.3.1. Adequação de instrumentos e de ferramentas

2.1.3.2. Arranjo físico das máquinas para racionalizar o fluxo de produção

2.1.3.3. Melhoria do ambiente físico de trabalho

2.1.3.4. Instrumentos e equipamentos adequados para a tarefa

2.1.4. Padronização

2.1.4.1. Reduzir a variabilidade do processo produtivo

2.1.4.2. Eliminar o desperdício e aumentar a eficiência

2.1.5. Supervisão racional

2.1.5.1. Especialização do supervisor

2.1.5.2. Supervisão funcional

2.1.5.3. Supervisores especializados nas suas àreas

2.1.5.3.1. Executar o menor número de funções

2.1.5.3.2. Transmitir para cada operário conhecimento e orientação

2.2. Planejamento e análise completa do trabalho

2.3. Principios da administração científica de Taylor

2.3.1. Princípio do planejamento

2.3.1.1. Substituir a improvisação pela ciência: planejamento

2.3.2. Princípio do preparo

2.3.2.1. Selecionar trabalhadores de acordo com as suas aptidões

2.3.3. Princío do controle

2.3.3.1. Controlar o trabalho para garantir que está sendo executado de acordo com os métodos previstos

2.3.4. Princípio da execução

2.3.4.1. Distribuir atribuições e responsabilidades

2.4. Princípio de eficiência de Emerson

2.4.1. Simplificou os métodos de trabalho

2.4.2. Seleção e treinamento de empregados

2.4.3. Princípios

2.4.3.1. Plano bem definido

2.4.3.2. Predomínio do bom senso

2.4.3.3. Orientação e supervisão competentes

2.4.3.4. Manter disciplina

2.4.3.5. Justiça social no trabalho

2.4.3.6. Registros precisos e adequados

2.4.3.7. Remuneração proporcional ao trabalho

2.4.3.8. Normas padronizadas

2.4.3.8.1. Condições de trabalho

2.4.3.8.2. Operações

2.4.3.9. Estabelecer instruções precisas

2.4.3.10. Incentivo para aumentar o rendimento e a eficiência

2.5. Tarefa: menor unidade possível dentro da divisão de trabalho em uma organização

2.6. Cargo: conjunto de tarefas executadas de maneira cíclica e repetitiva

2.6.1. Desenho de Cargos

2.6.1.1. Vantagens

2.6.1.1.1. Admissão de empregados com qualificações mínimas e salários menores

2.6.1.1.2. Minimização dos custos de treinamento

2.6.1.1.3. Redução de erros na execução, diminuindo rejeições

2.6.1.1.4. Facilidade de supervisão

2.6.1.1.5. Aumento da eficiência do trabalhador

2.7. Planos de incentivos salariais e prêmios de produção

2.7.1. Adquirir a colaboração do operário

2.7.1.1. Tempo padrão

2.7.1.1.1. Produção individual até o nível de 100% de eficiência é remunerada pelo número de peças produzidas

2.7.1.1.2. Acima de 100% de eficiência, o salário por peça é acrescido de um prêmio de produção ou incentivo salarial

2.7.2. Baseou-se no conceito de homo economicus (homem econômico)

2.7.2.1. Toda pessoa é concebida como influenciada exclusivamente por recompensas salariais, econômicas e materiais

3. Teoria Clássica

3.1. Henri Fayol

3.2. Aumento da eficiência da empresa por meio da forma e disposição dos departamentos e de suas inter-relações estruturais.

3.3. Ênfase na estrutura e no funcionamento

3.4. Abordagem de cima para baixo

3.4.1. Da direção para a execução

3.4.2. Do todo (organização) para suas partes componentes (departamentos)

4. Origens

4.1. Consequências da Revolução Industrial

4.1.1. Crescimento acelerado e desorganizado das empresas

4.1.2. Necessidade de aumentar a eficiência e a competência das organizações

5. Apreciação Crítica

5.1. Superespecialização do operário e visão microscópica

5.2. Restringiu-se às tarefas, cargo e função. Deu-se pouca atenção ao elemento humano

5.3. Velocidade não é o melhor critério para medir a facilidade da tarefa

5.4. Abordagem incompleta (omite aspectos informais e humanos da organização)

5.5. Campo de atuação limitado (não levou em conta aspectos sociais, financeitos e logísticos, apenas fabris)

5.6. Ausência de comprovação científica (poucas pesquisas e experimentação)