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IVA's por Mind Map: IVA's

1. OMA

1.1. etiologia

1.1.1. S. pneumoniae, H. influenzae, M. catharralis, S. pyogenes, S. aureus, E. coli,

1.2. Diagnóstico

1.2.1. otoscopia

1.2.1.1. Abaulamento moderado ou grave da MT

1.2.1.2. Otorréia não associada à otite externa

1.2.1.3. Protusão leve do tímpano e eritema intenso

1.2.1.4. Perda da mobilidade timpânica

1.2.1.5. Efusão da orelha média

1.3. Tratamento

1.3.1. conduta expectante

1.3.1.1. 80% das otites têm resolução espontânea, sendo de etiologia viral e não necessitam de antibiótico.

1.3.2. analgesia ( ibuprofeno/paracetamol )

1.3.3. antibiótico

1.3.3.1. amox.

1.3.3.2. amox. + ac. clavulânico

1.3.3.3. claritromicina

1.4. Quadro clínico

1.4.1. Irritabilidade/choro excessivo/dificuldade para sugar

1.4.2. obstrução nasal/coriza

1.4.3. hipoacusia

1.4.4. menginismo

1.4.5. otalgia

1.4.6. febre baixa

1.4.7. vômito/diarréia

1.5. A otite média aguda (OMA) é uma infecção com desenvolvi‑ mento rápido de sinais e sintomas de inflamação aguda na ca‑ vidade da orelha média. É uma das razões mais frequentes de visitas aos médicos em crianças menores de 15 anos de idade

2. rinofaringites agudas

2.1. Doença infecciosa de vias aéreas superiores mais comum da infância. Crianças menores de cinco anos podem ter de cinco a oito episódios por ano.

2.2. Etiologia

2.2.1. rinovírus, coronavírus, vírus sincicial respiratório (VSR), parainfluenza, influenza, coxsackie, adenovírus, influenza e enterovírus

2.3. Quadro clínico

2.3.1. febre

2.3.2. perda de peso

2.3.3. coriza

2.3.4. rouquidão

2.3.5. tosse

2.3.6. cefaléia

2.3.7. irritabilidade

2.3.8. vômitos

2.3.9. obstrução nasal

2.3.10. dor de garganta

2.4. Complicações

2.4.1. Rinossinusite ,OMA, pneumonia , bronqueolite aguda, laringite

2.5. tratamento

2.5.1. antitérmicos e analgésicos

2.5.2. repouso e hidratação

2.5.3. higiene e desobstrução nasal

2.6. GRIPE

2.6.1. A gripe, causada pelo vírus da influenza, costuma ser classificada separadamente do resfriado comum, caracterizando-se por um quadro de IVAS com maior repercussão clínica. Pode apresentar-se, na criança maior, com febre alta, prostração, mialgia e calafrios. Os sintomas de coriza, tosse e faringite podem ficar em segundo plano frente às manifestações sistêmicas mais intensas. Febre, diarréia, vômitos e dor abdominal são comuns em crianças mais jovens. Tosse e fadiga podem durar várias semanas.

3. rinossinusite aguda

3.1. fatores predisponentes

3.1.1. Infecção das vias aéreas superiores, Rinite alérgica, Hipertrofia de adenóides, Frequência a creches, Poluição ambiental(fumo), Corpo estranho, Natação, Desvio do septo nasal, Pólipos nasais e tumores, Imunodeficiências, Discinesiacíliar, Refluxo gastroesofágico

3.2. Complicações das Iva's

3.3. Diagnóstico

3.3.1. TC: complicações,recorrência, cronicidade

3.3.2. Rino-fibroscopia

3.3.3. clínico

3.4. quadro clínico

3.4.1. Quadro gripal persistente(>10 dias) ;Rinorréia ; Obstrução nasal ;Tosse; Febre; Gotejamento pós nasal; Odor nasal fétido; Conjuntivite purulenta; Irritabilidade; anorexia; cefaléia.

3.5. etiologia

3.5.1. Streptococcuspneumoniae(40%), Haemophilus(20%), Moraxellacatarhalis(20%), S.aureus, S.pyogenes, anaeróbios ,gram-negativos, Mycoplasmapneumoniae

4. FARINGOAMIGDALITE VIRAL

4.1. Correspondem a 75% das faringoamigdalites agudas. São comuns nos 2 ou 3 primeiros anos de vida e menos frequentes após a puberdade.

4.2. Etiologia

4.2.1. Rinovírus, adenovírus, herpes simples, influenza e parainfluenza, coxsakie, citomegalovírus, Epstein-Barr

4.3. Quadro clínico

4.3.1. dor na garganta/disfagia

4.3.2. coriza/espirros

4.3.3. mialgia

4.3.4. febre baixa

4.4. Exame Físico

4.4.1. Hiperemia da mucosa faríngea

4.4.2. Tonsilas aumentadas (não há pus, exceto na mononucleose)

5. FARINGOAMIGDALITE ESTREPTOCÓCCICA

5.1. Infecção aguda da orofaringe, na maioria das vezes, produzida por Streptococcus pyogenes do grupo A, mas Staphylococcus aureus, Streptococcus pneumoniae, Mycoplasma pneumoniae e Chlamydia pneumoniae também podem estar envolvidos.. Acomete com maior frequência crianças após os cinco anos de vida, mas pode ocorrer, não raramente, em menores de três anos.

5.2. Quadro clínico

5.2.1. febre alta

5.2.2. início súbito

5.2.3. Na inspeção de orofaringe , há congestão intensa e aumento de amígdalas, com presença de exsudato purulento e petéquias no palato. Ainda pode estar presente adenite cervical bilateral

5.2.4. cefaleia

5.2.5. Prostação

5.2.6. dor de garganta

5.2.7. calafrios

5.2.8. vômitos e dor abdominal

5.2.9. escarlatina

5.2.9.1. Exantema áspero, macular e puntiforme, sinal de Pastia, língua em framboesa e sinal de Filatov

5.3. tratamento

5.3.1. analgésico + antitérmico

5.3.2. antibioticoterapia

5.3.2.1. amoxilina

5.3.2.2. amox + clav

5.3.2.3. Eritromicina estolato

5.3.2.4. Penicilia G benzatina

5.3.2.5. Cefalexina

5.3.2.6. azitromicina

5.3.3. repouso e hidratação