1. Pluralidade Pedagógica
1.1. Formação plena e madura do estudante, não só para o mundo do trabalho ou para a profissionalização, mas sobretudo para a autoemancipação, a formação do cidadão crítico e consciente, comprometido com a promoção de equidade, ética e justiça na sociedade.
1.1.1. Aprendizagem por Projetos
1.1.2. Aprendizagem Baseada em Problemas Concretos;
1.1.3. Aprendizagem por Competências
1.1.4. Pedagogia Programada
2. Aplicabilidade
2.1. A interdisciplinaridade tanto nas ciências quanto na educação não ameaçam a dimensão disciplinar do conhecimento em suas etapas de investigação, produção e socialização. Supõe, sim, uma interação das disciplinas, proporcionando uma visão mais ampla através do diálogo e trocas nos diferentes campos do saber
2.1.1. O chamado Processo de Bolonha, que resultou em uma complexa reforma universitária no velho mundo. No ano de 1999, representantes da educação dos países membros da UE reuniram-se para assinar um acordo internacional – a Declaração de Bolonha – cujo objetivo era promover a articulação e integração entre os seus sistemas universitários, na perspectiva de favorecer a mobilidade acadêmica com adoção de estruturas curriculares comuns, além da padronização e compatibilidade dos créditos
3. ABI - ÁREA BÁSICA DE INGRESSO
3.1. “uma situação em que uma única ‘entrada’ possibilitará ao estudante, após a conclusão de um conjunto básico de disciplinas (denominado de ‘ciclo básico’ por algumas instituições de educação superior), a escolha de uma entre duas ou mais formações acadêmicas”
4. Dificuldades
4.1. Há um descompasso entre a universidade e o Mundo do trabalho. Outro aspecto com relação ao egresso refere-se não só à conquista de espaço no mercado de trabalho, mas também ao entendimento do mercado e da sociedade como um todo do que é essa formação e o que é o egresso formado pelas Licenciaturas/Bacharelados Interdisciplinares.
4.2. Incerteza de progressão e expectativa
5. Possibilidades
5.1. Sua importância para os profissionais e o mercado de trabalho.
5.1.1. Superar modos acostumados de ensino baseados na fragmentação do conhecimento, na especialização precoce, na supervalorização da tecnologia e na perspectiva disciplinar, para tornar realidade um modelo de ensino-aprendizagem orientado para a promoção da equidade, sustentabilidade e solidariedade;