1. Comunicação x Estudos Culturais
1.1. Comunicação como meio de delimitação de objetos para os Estudos Culturais
1.2. Estratégias de comunicação das minorias e de grupos de "subcultura"
2. Multiculturalismo, periferias e subalternidade: os EC nos dias atuais
2.1. Discurso da diferença ----> Política das minorias
2.2. O papel do periférico e a História periférica
2.2.1. "Descolonização da História"
2.2.2. "Debate sobre identidade nacional, representação, etnicidade, diferença e subalternidade [...] na cultura mundial contemporânea"
2.2.3. Ataque à hegemonia ocidental e reacomodação do cânone cultural
2.3. O subalterno
2.3.1. Robert Young: "[...] a historiografia produzida pelo Outro e o sujeito que a produz"
2.3.2. Singularidade cultural
2.4. O Espaço Híbrido
2.4.1. Zona de negociação entre "mundos"
2.4.2. O entrelugar
2.4.3. Crise de centralidade do Ocidente
2.5. Cultura para fora do campo estético
2.5.1. Entrelaçamento entre a experiência cultural, a prática da crítica e a ação política
2.5.2. A utopia
2.5.2.1. "Harmonia nas diferenças"
3. Genealogia dos Estudos Culturais
3.1. Segunda metade dos anos 1950: início
3.1.1. Grã-Bretanha: leavisismo (F. R. Leavis)
3.1.1.1. Capital Cultural (Bourdieu)
3.1.1.2. Sistema educacional: "conhecimento e apreciação para todas as classes a partir de uma 'grande tradição'" (baseado na "alta cultura")
3.1.2. Richard Hoggart e Raymond Williams
3.1.2.1. Oposição à "grande tradição" de Leavis
3.1.2.2. "Uses of Literacy" (HOGGART, 1957) e "Culture and Society" (WILLIAMS, 1958): trabalhos iniciais dos Estudos Culturais
3.1.2.2.1. Exame da cultura em relação a vidas individuais (Hoggart)
3.1.2.2.2. Identificação dos efeitos culturais das desigualdades sociais (Williams)
3.2. Institucionalização: Center for Contemporary Culture Studies (CCCS) - 1964
3.2.1. Relações entre cultura contemporânea e sociedade
3.3. E. P. Thompson
3.3.1. The making of the english working-class (1968)
3.4. Conceitos-chave
3.4.1. Hegemonia (Gramsci)
3.4.2. Subalterno (Gramsci)
3.4.3. Indústria Cultural (Escola de Frankfurt)
3.4.3.1. Divergência entre IC e EC: Para os EC, há a possibilidade de a indústria cultural propiciar oportunidades para a criatividade individual e coletiva, mesmo a serviço do capital.
3.4.4. Semiótica
3.4.4.1. Stuart Hall (vertente estruturalista)
3.4.4.1.1. Práticas significantes e processos discursivos
4. Vertente culturalista e estruturalista
4.1. Marxismo estrutural (Althusser): "ponte entre as duas"
4.2. Teoria francesa: Althusser, Foucault, Barthes e Derrida
4.2.1. Comunidades ---> Grupos étnicos
5. Pós-estruturalismo
5.1. O pós-moderno
5.1.1. Prática da citação
5.1.2. Recuperação lúdica do passado
5.1.3. Desierarquização
5.1.4. Descentramento das formas
5.1.5. Lyotard, Foucault, Deleuze, etc.
5.2. Huyssen: "Arqueologia da modernidade"
5.2.1. A releitura