1. Portos deficientes
1.1. Insuficiência nos canais de acessos
1.2. Baixa frequência de navios
1.3. Falta de contêineres para o transporte de cargas
1.4. Excesso de burocracia
1.5. Custos elevados de serviços
1.6. Falta de estrutura dos acessoas rodoviários, ferroviários
2. Carga tributária
2.1. Impostos
2.1.1. IRPJ – Imposto de Renda Pessoas Jurídicas
2.1.2. CSLL – Contribuição Social sobre o Lucro Líquido
2.1.3. PIS/PASEP – Contribuição para os Programas de Integração e Formação do Patrimônio do Servidor Público
2.1.4. Cofins – Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social
2.1.5. IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados
2.1.6. ICMS – Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal
2.1.7. ISSQN – Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza
3. Custo elevado
3.1. Estoque e armazenagem
3.1.1. Custo de produto
3.1.1.1. Investimento com aquisição
3.1.2. Custo de falta de produto
3.1.2.1. Prejuízo para a empresa
3.1.3. Custo de manutenção
3.1.3.1. Equilíbrio entre oferta e a demanda
3.2. Embalagem
3.2.1. Grande diferencial
3.2.2. Geração de economia
3.3. Transporte e frete
3.3.1. Investir em gestão de riscos
3.4. Tecnologia
3.4.1. Gastos com instalações de software e hardware
3.4.1.1. Plataforma
3.4.1.1.1. Agilidade
3.4.1.1.2. Redução de custos em médio e longo prazo
3.5. Operação e distribuição
3.5.1. Custo fixos
3.5.1.1. aluguel e taxas do espaço físico; equipamentos; salários; impostos
3.5.2. Custo variaveis
3.5.2.1. manutenção; mão de obra e horas extras; seguros de cargas; pneus, combustível e lubrificantes; compra de peças
3.6. Mão de obra
3.6.1. Investir em treinamentos e qualificações para a equipe
3.6.1.1. Aumento de gastos
4. Falta de infraestrutura
4.1. Melhorar a infraestrutura
4.2. Privatização e outorgas
4.2.1. Investimento
4.3. Predomínio do transporte rodoviário
4.3.1. Mais de 60% do que é transportado pelo Brasil