TRATAMENTO DAS PATOLOGIAS DE OMBRO

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TRATAMENTO DAS PATOLOGIAS DE OMBRO von Mind Map: TRATAMENTO DAS PATOLOGIAS DE OMBRO

1. TRATAMENTO

1.1. Síndrome do Impacto

1.1.1. De acordo com a causa primária

1.1.2. Objetivos

1.1.2.1. Diminuição de dor

1.1.2.2. Diminuição do quadro inflamatório

1.1.2.3. Fortalecer músculos afetados

1.1.2.4. Devolver a integridade fisiológica ao espaço subacromial

1.1.2.5. Reintegrar o paciente ás AVD's

1.1.3. Tratamento

1.1.3.1. Exercícios pendulares de Codman

1.1.3.2. Tração articular - com devidos cuidados

1.1.3.3. Movimentos oscilatórios

1.1.3.4. Fortalecimento muscular

1.1.3.4.1. Manguito rotador

1.1.3.4.2. Isométrico para Rotadores

1.1.3.4.3. Elevação passiva dorsal

1.1.3.4.4. Fortalecimento dos rotadores

1.1.3.5. Alongamentos da cintura escapular

1.1.3.6. Exercícios de propriocepção

1.1.3.7. Cinesioterapia ativa

1.1.3.8. Crioterapia - na fase aguda

1.1.3.9. Eletrotermofototerapia anti-inflamatória - Ultra-som, laser e iontoforese

1.1.4. Alguns cuidados

1.1.4.1. Repouso na função, mas não no movimento

1.1.4.2. Evitar exercícios em que os braços estejam elevados acima da cabeça

1.1.4.3. Usar pesos leves

1.2. Tendinite da porção longa do Bíceps

1.2.1. Tratamento

1.2.1.1. Fortalecimento do Bíceps e do Deltóide

1.2.1.2. Realizar exercícios com bastão

1.2.1.3. Uso de medidas analgésicas a anti-inflamatórias na fase aguda

1.2.2. Alguns cuidados

1.2.2.1. Semelhante ao tratamento da Síndrome do Impacto

1.2.2.2. Fase aguda

1.2.2.3. Exercícios pendulares e rotação do Úmero

1.3. Capsulite Adesiva

1.3.1. Objetivo

1.3.1.1. Eliminar o desconforto e a dor

1.3.1.2. Restaurar a mobilidade (ADM) e a funcionalidade do ombro

1.3.2. Tratamento

1.3.2.1. Uso do calor (microondas ou ondas curtas), ultra-som,

1.3.2.2. Mobilização

1.3.2.2.1. Ativa ou passiva

1.3.2.2.2. Gradual conforme a recuperação

1.3.2.2.3. Com carga baixa

1.3.2.2.4. Aumento da atividade do Manguito Rotador e Deltóide

1.3.2.3. Fase Aguda

1.3.2.3.1. Recidivas de agudizações deve ser utilizado GELO, o laser também pode ser utilizado

1.3.2.3.2. Dor extrema: TENS

1.3.2.3.3. Interferencial

1.3.2.3.4. Pontos de aplicação

1.3.2.4. Técnicas de manipulação sob analgesia

1.3.3. Instruções

1.3.3.1. O paciente deve realizar uma lista de exercícios autopassivos em casa, utilizando bastões, roldana de teto e pendulares

1.4. Teste de Tração

2. Teste de Neer

3. PRINCIPAIS PATOLOGIAS

3.1. Síndrome do Impacto

3.1.1. Causa mais comum de dor no ombro

3.1.2. Edema

3.1.3. Etiologia

3.1.3.1. Traumática

3.1.3.1.1. Não ocupacional

3.1.3.1.2. Ocupacional

3.1.3.2. Hipovascularização na inserção do músculo supraespinhoso

3.1.3.2.1. Não Ocupacional

3.1.3.2.2. Ocupacional

3.1.3.3. Impacto Subacromial

3.1.3.4. Alterações anatômicas do Acrômio

3.1.4. Fases

3.1.4.1. Estágio I

3.1.4.1.1. Edema e hemorragia no tendão

3.1.4.1.2. Movimentos repetitivos

3.1.4.1.3. Lesão reversível com repouso

3.1.4.1.4. Paciente jovem/ esportista

3.1.4.2. Estágio II

3.1.4.2.1. Tendinose e fibrose no tendão

3.1.4.2.2. Bursite

3.1.4.2.3. Dor recorrente no esporte

3.1.4.2.4. Paciente de 25 á 40 anos

3.1.4.3. Estágio III

3.1.4.3.1. Lesão parcial ou total do tendão

3.1.4.3.2. Dor e limitação funcional progressiva do ombro

3.1.4.3.3. Paciente acima de 40 anos

3.1.4.3.4. Alterações radiológicas

3.2. Bursite de ombro

3.2.1. Inflamação da bolsa sub-deltóidea

3.2.2. Dor localizada

3.2.3. Sinais flogísticos

3.2.4. Limitação de ADM

3.2.5. Etiologia

3.2.5.1. Trauma direto

3.2.5.2. Atividades excessivas

3.2.5.3. Hiperabdução prolongada

3.2.5.4. Luxação acrômio-clavicular

3.3. Capsulite adesiva

3.3.1. Não dói e não mobiliza

3.3.2. Fator de desuso

3.3.3. "Ombro congelado"

3.3.4. Etiologia

3.3.4.1. Intrínseca

3.3.4.2. Extrínseca

3.4. Tendinite longa do bíceps

3.4.1. Dor no ombro localizada na face anterior

3.4.2. Piora ao realizar o movimento

3.4.3. Hipersensibilidade do bíceps

3.4.4. Etiologia

3.4.4.1. Pequenas tuberosidades

3.4.4.2. Atividade de rotação em excesso

3.4.4.3. Sulco raso

3.4.4.4. Atrito do tendão com a estrutura óssea

4. TESTES

4.1. Tendinite de Supra-espinhoso

4.1.1. Teste do Arco doloroso

4.1.2. Teste de Jobe

4.1.3. Teste de Coçar de Apley

4.1.4. Teste de Hawkins

4.2. Tendinite de Infra-espinhoso

4.2.1. Teste de Patte

4.3. Tendinite Subescapular

4.3.1. Teste de Gerber

4.4. Rutura do Manguito Rotador

4.4.1. Teste do Braço Caído

4.5. Tendinite Bicciptal

4.5.1. Teste de Speed

4.5.2. Teste de Lippman

4.5.3. Teste de Yergason

4.6. Bursite de Ombro

4.6.1. Teste de Apertar o Botão Subacromial

4.7. Síndrome do Desfiladeiro Torácico

4.7.1. Teste de Adson

4.7.2. Teste de Wright