ESTERILIZAÇÃO APLICADA NA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA
von Nicolly Emilly Da Silva Eloi
1. Referências bibliográficas:
1.1. Michael E., Aulton. Delineamento de formas farmacêuticas.
1.2. Bragante. Operações em Tecnologia de alimentos.
2. Produtos estéreis:
2.1. Injeções, soluções oftálmicas, curativos, implantes, instrumentos, equipamentos, homoafetivos absorvíveis.
3. Índices:
3.1. Índice D: Tempo necessário para residir 90% dos micro-organismos.
3.1.1. Valor de D: Tempo em minutos necessário para redução dos micro-organismos.
3.2. Índice Z: Temperatura necessária para reduzir 90% dos micro-organismos
3.3. Índice F: medida de letalidade do total de calor no processo de esterilização.
4. Validação do processo de esterilização:
4.1. Controle físico e controle químico
5. Novo Tópico
6. Método que visa anular ou separar das substâncias, preparações, aparelhos e utensílios, as formas cíveis dos micro-organismos que ali existem.
6.1. Conceitos do processo de esterilização por agentes fiscos:
6.2. Calor úmido: Combinação de vapor, temperatura e pressão. Que mata os micro-organismos, principalmente pela desnaturação, destruindo enzimas e membranas celulares.
6.3. Calor seco: Aconselhável para itens termostaveis, destruindo os micro-organismos através da oxidação de seus constituintes
6.4. Filtração: Técnica utilizada em soluções temolábeis, remove os micro-organismos de líquidos e gases, mas não remove vírus devido ao tamanho.
6.5. Radiação ionizante: Estereliza os itens que não conseguem ser deseterilizado pelo calor; desestabiliza o DNA
6.6. Gasosa: Quando não é oportuno a esterilização por calor, é recomendada a esterilização por um gás. Ex: óxido de etileno.
7. Tratamentos combinados: Calor+pH reduzido ou baixo potencial de água.
7.1. Indústria alimentícia, ex: alimentos enlatados a base de carne.
7.2. O vapor d’água tem pressão atmosférica inferior (70-80 •C)
7.3. Proporciona efeitos essporicida
7.4. Desinfecção em lavador automático.