1. Séc XIX
1.1. Educação de cegos e surdos no Brasil Imperial
1.2. 1854 – Instituto Benjamin Contant – primeiro instituto de educação especializada para pessoas com deficiência (no caso visual) da América do Sul
1.2.1. início do protagonismo das pessoas cegas
1.2.1.1. educação formal
1.3. Não havia no Brasil nada relacionado à educação de surdos
1.3.1. Surdo significava doente, incapaz de aprender, até que criam o INES
1.3.1.1. 1856 – criação do Instituto Nacional de Educação dos Surdos (INES)
1.4. Instituições
1.4.1. processo de desenvolvimento social que tirou a responsabilidade da sociedade para instituições
1.4.1.1. Tinham caráter assistencialista, não o que é considerado “inclusivo” da percepção atual.
2. Séc XX
2.1. Surgem as instituições de educação de pessoas com deficiência intelectual
2.1.1. 1932 – Pestalozzi
2.1.1.1. Helena Antipoff
2.1.1.1.1. Cursos que deram origem às Pestalozzis
2.1.2. 1954 – APAEs
2.1.3. As instituições foram criadas porque o estado não assumia a responsabilidade sobre as pessoas com deficiência intelectual.
2.2. Década de 1950
2.2.1. Surto de Poliomielite
2.2.1.1. Surgimento de instituições de reabilitação.
2.2.1.1.1. Reabilitação – concluída quando o paciente se integra novamente na sociedade
2.3. Década de 1970
2.3.1. Organizações “de” e “para” pessoas com deficiência.
2.3.2. 1979 – movimentos de deficiente.
2.3.2.1. Movimentos "para" reabilitação.
2.3.2.2. Movimentos "de" pessoas deficientes para eles mesmos.
2.3.2.3. É feita a Coalização pró-Federação Nacional de Entidades de Pessoas Deficientes.
2.3.2.3.1. Movimento representativo à nível nacional.
2.3.3. 1979/80
2.3.3.1. O movimento das pessoas com deficiência no contexto da abertura política.
2.3.3.1.1. Movimento junto com o restante da população.
2.4. Década de 1980
2.4.1. I Encontro Nacional de entidade de pessoas deficientes em Brasilia.
2.4.1.1. Primeiro e importante grande encontro para socializar ideias e ideais comuns dos deficientes.
2.4.1.2. Movimentos e demandas específicas de cada grupo de deficientes.
2.4.1.3. Discurso político para mostrar a importância do que se reivindicava.
2.4.1.4. Visibilidade e união.
2.4.2. 1981
2.4.2.1. 1981 – O Ano internacional das Pessoas Deficientes – Decretado pela ONU.
2.4.2.1.1. Traz visibilidade para o tema, impactou muito e culminou no surgimento da “Comissão Nacional do Ano Internacional das Pessoas Deficientes” em 80.
2.4.2.1.2. Foi um marco: ganham atenção, com um olhar não assistencialista, mas como atores sociais.
2.4.2.2. I Congresso Brasileiro de Pessoas Deficientes.
2.4.2.3. II Encontro Nacional de Entidades de Pessoas Deficientes, Recife.
2.4.2.3.1. Surgem questionamentos, discussão de paridade entre as áreas e luta dos deficientes pelos espaços próprios e específicos .
2.4.3. 1983
2.4.3.1. III Encontro Nacional de Entidades de Pessoas Deficientes, São Bernardo do Campo.
2.4.3.1.1. Desentendimentos entre as lideranças de diferentes áreas de deficiência.
2.4.3.2. Pessoas ostomizadas
2.4.3.2.1. Grande importância do SUS.
2.4.3.3. Pessoas com autismo
2.4.3.3.1. Associação de Amigos do Autismo (AMA).
2.4.4. 1986
2.4.4.1. Discutida a Constituição Federal
2.4.4.1.1. Audiências públicas, reuniões e fóruns para ouvir reivindicações e chegar a acordos.
2.4.4.2. A criação da Coordenadoria Nacional para Integração da Pessoa Portadora de Deficiência (CORDE).
2.4.4.2.1. Coordenação do interministerial.
2.4.5. 1987/ 88
2.4.5.1. Assembleia Nacional Constituinte
2.4.5.1.1. Constituição
2.5. Década de 1990
2.5.1. 1990
2.5.1.1. As Câmaras Técnicas da CORDE
2.5.1.1.1. Temas novos.
2.5.1.1.2. Cada participante, representantes dos segmentos, contribuía.
2.5.1.1.3. Conhecimento técnico que ajudou na criação de boas leis.
2.5.1.2. Conselho consultivo da CORDE.
2.5.1.2.1. Isso foi alvo de críticas por não ter deficientes dentro da discussão.
2.5.2. 1999
2.5.2.1. A criação do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência (CONADE).
2.5.2.1.1. Representatividade Legítima da Sociedade civil.
2.5.2.1.2. Discute toda a política nacional da pessoa com deficiência.
2.5.2.1.3. Conselhos são bons, mas na prática não há eficácia e eficiência , devido à falta de prioridade por parte do governo.
3. Educação especial
3.1. Filantropia
3.1.1. altruísmo e comiseração
3.1.1.1. Sem lucro em forma de recursos financeiros.
3.1.1.2. Status
3.1.2. Brasil
3.1.2.1. Misericórdias
3.1.2.1.1. Quadro de "Benfeitores"
3.1.2.1.2. Favorecidos
3.1.2.1.3. Deficientes
3.1.2.2. Empresariado
3.1.2.2.1. "Responsabilidade Social"
3.1.3. Não rompe com a perspectiva de subalternidade
3.1.3.1. Reitera dependências
3.1.3.1.1. Neutraliza demandas
3.1.3.1.2. "Políticas de Alívio"
3.2. Recente
3.3. Doença e Deficiência Mental eram associadas até o século XIX
3.3.1. Seres não humanos
3.3.1.1. Indignos de educação formal, informal e processos de formação
3.3.2. Passam a ser vistos como sujeitos de potencial intelectual e desenvolvimento
3.3.2.1. Sujeitos da educação
3.3.2.2. Instituições Precárias
3.3.2.2.1. Assistencialismo e filantropia no atendimento de necessidades básicas da pessoa com deficiência.
3.4. Direito à escola
3.4.1. Brasil registra atraso no atendimento educacional da população
3.4.1.1. Universalização da Educação Básica
3.4.1.1.1. Utopia
3.4.1.1.2. Instituições Filantrópicas ainda hoje lutam por verbas públicas na área da Educação Especial.
3.4.2. BPC
3.4.2.1. Programa BPC na Escola
3.4.3. MEC
3.4.3.1. 2006 - Escolas Especiais de Direito Privado
3.4.3.1.1. FUNDEB
3.4.3.2. Dupla Matrícula
3.4.3.2.1. Ensino Regular
3.4.3.2.2. Ensino Especial
3.4.3.3. Educação especial ainda vinculada à instituições privadas e caritativas.
4. Séc XXI
4.1. 2006 - 2008
4.1.1. As Conferências Nacionais dos Direitos da Pessoa com Deficiência.
4.1.2. I Conferência - Maio 2006
4.1.2.1. Marco na história do movimento.
4.1.2.2. Milhares de pessoas das diferentes áreas da deficiência em reuniões municipais, estaduais e federais.
4.2. Conquistas e Desafios do Séc XXI
4.2.1. Equiparação de oportunidades - direitos não privilégios.
4.2.1.1. História de falta de oportunidades.
4.2.2. Mercado de Trabalho.
4.2.2.1. Inclusão.
4.2.2.1.1. Lei de cotas.
4.2.2.2. Empresas despreparadas.
4.2.3. Integração
4.2.3.1. Reabilitação.
4.2.3.1.1. Indivíduo se encaixa na sociedade como ela é.
4.2.4. Inclusão
4.2.4.1. Indivíduo faz parte da sociedade.
4.2.4.1.1. Derrubar barreiras.
4.2.4.1.2. Mudar a sociedade.
4.2.4.1.3. Mudar sistemas.
4.2.4.1.4. Mudar atitudes.
4.2.4.2. Sociedade
4.2.4.2.1. Família.
4.2.4.2.2. Escola.
4.2.4.2.3. Amigos.
4.2.4.2.4. Trabalho.
4.2.5. Acessibilidade.
4.2.5.1. Barreiras arquitetônicas.
4.2.5.1.1. Ambiente deficiente.
4.2.5.2. Barreiras atitudinais.
4.2.5.2.1. Preconceitos
4.2.5.2.2. Discriminações
4.2.6. LIBRAS
4.2.6.1. Surdos
4.2.6.1.1. Língua Brasileira de Sinais
4.2.7. Livros em Braille
4.2.7.1. Cegos
4.2.7.1.1. Educação
4.2.8. Vida Independente
4.2.8.1. Considerar a pessoa antes da deficiência.
4.2.8.2. Prestação de serviços técnicos de pessoas deficientes para pessoas deficientes.
4.2.8.3. CVI Rio
4.2.8.3.1. Seminário de Capacitação anuais
4.2.9. A Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência
4.2.9.1. Aprovada em Dezembro de 2006 na ONU.
4.2.9.1.1. 192 países
4.2.9.1.2. Representação de Pessoas Deficientes
4.2.9.2. Direitos Humanos
4.2.9.3. Brasil - 2008
4.2.9.3.1. Senado promulgou a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência.